Opinião
A Enfermagem em Saúde Escolar tem sido, ao longo de mais de um século, um pilar silencioso da saúde pública em Portugal. Entre a escola e a comunidade, os enfermeiros transformam políticas em ação, respondem a desafios emergentes e afirmam a promoção da saúde como um verdadeiro projeto social e educativo. Leia o artigo de opinião de Pedro Melo, professor adjunto na Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Porto e coordenador do Livro “Enfermagem em Saúde Escolar”, publicado pela Lidel Editora em 2025.
Os membros da Sociedade Portuguesa de Senologia (SPS) Ana Paula Vasconcelos e José Carlos Marques destacam a importância do rastreio nacional do cancro da mama. Os especialistas em Radiologia e Imagiologia mamária enfatizam que o sucesso do programa de rastreio depende de um esforço coletivo, incluindo a participação da sociedade civil e o incentivo dos profissionais de saúde. A SPS defendeu o alargamento da faixa etária para o rastreio, que agora inclui mulheres dos 45 aos 74 anos, notando também a introdução progressiva da tomossíntese como método primário de rastreio, devido à sua maior acuidade diagnóstica e capacidade de reduzir falsos positivos. Leia o artigo de opinião.
Num serviço de urgência onde cada decisão influencia vidas, as Safety Huddles afirmam-se como resposta estruturada à pressão crescente. Reforçam a segurança, antecipam riscos e unem equipas, oferecendo à Enfermagem uma via sólida para liderar uma mudança sustentada e elevar a qualidade dos cuidados. Leia o artigo de opinião de Marcelo Azevedo, enfermeiro do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica da ULS Oeste - Unidade Caldas da Rainha.
A disfunção neurológica impõe à enfermagem vigilância contínua, leitura crítica de sinais subtis e intervenção imediata. O Critical Care – CESPU’25 reforçou que o cérebro é o primeiro alerta e que cada atraso compromete prognóstico e autonomia. A precisão na monitorização e a integração de protocolos clínicos tornam-se determinantes. Leia o artigo de opinião de Filipe Fernandes, professor na CESPU.
A segurança terapêutica em saúde infantil e pediátrica vai além da técnica. A comunicação eficaz com os pais é essencial para garantir adesão, confiança e continuidade dos cuidados. Explicar, escutar e envolver a família transforma o ato clínico num processo partilhado, onde comunicar bem é, verdadeiramente, cuidar melhor. Leia o artigo de opinião de André Ferreira, enfermeiro especialista em enfermagem comunitária, autor do livro “Preparação de Terapêutica Farmacológica em Saúde Infantil e Pediátrica”.

