Opinião

A higiene das mãos na vanguarda da segurança dos cuidados e dos cuidados seguros

«Mãos que tocam, que lavam, que bordam e que buscam…
Mãos que ensinam, que acariciam, que cuidam e que salvam…
Mãos presentes em almas ausentes.
Mãos famintas, bem-vindas ou enrugadas.
Mãos que sorriem e elevam…»
Josie Conti

 

Ilda Lourenco site bc98aA emergência de microrganismos multirresistentes é um problema de segurança em Portugal e no mundo inteiro. Para reduzir as taxas de infeção hospitalar e de resistência aos antimicrobianos, é impreterível o cumprimento das boas práticas de prevenção/controlo da infeção e a utilização judiciosa dos antibióticos.

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“Não podemos nunca perder o foco no doente”

Dulce Goncalves HC site ad131Estar na linha da frente de combate é estar na organização, nos serviços e, simultaneamente, garantir os cuidados aos doentes. Não podemos nunca perder o foco no doente, nem mesmo quando surge algo muito desconhecido, com um impacto enorme e que nos obriga a fechar um país, como foi o caso da pandemia de Covid-19.

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Enfermagem oncológica: que caminho?

Sara Torcato Parreira CUF artigo enfermagem oncologica site 0f73cOs sistemas de saúde enfrentam cada vez mais dificuldades com o envelhecimento da população e com o aumento do diagnóstico de doenças crónicas ou outras condições de vida possivelmente limitantes. A doença oncológica revela-se como uma das grandes prioridades nos programas nacionais de saúde por toda a Europa. Há uma clara necessidade de investimento na prevenção, no diagnóstico e no acompanhamento dos sobreviventes de cancro. Além disso, entramos na era da “medicina personalizada”, que traz novos conceitos, novos tratamentos e cada vez mais especificidade e complexidade. Torna-se, por isso, fundamental assegurar cuidados especializados que tragam melhores resultados para as pessoas com doença oncológica.

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Hospitalização domiciliária: o foco na proximidade

Anuario Enfermeiro 2020 VitalAire 01 e90cfA hospitalização domiciliária (HD) surge pela primeira vez em 1945, nos Estados Unidos da América, com a experiência “Home Care”, que visava descongestionar os hospitais, assim como criar um ambiente psicológico mais favorável para o doente (Cotta & Suarez-Varela, 2001). Estando já difundida por vários países, Portugal iniciou-se com a Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD) no Hospital Garcia de Orta, em 2015.

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