Opinião
Sabemos que as doenças crónicas são permanentes, causam incapacidade ou deficiências residuais, ocasionadas por alterações patológicas irreversíveis e, para que haja sucesso no tratamento, é indispensável a atuação dos profissionais da saúde. Jacobi (2013) refere que, em todo este processo, é fundamental o correto envolvimento entre a pessoa e os profissionais, mas também sabemos que o tratamento desencadeia uma sucessão de situações conflituosas.
Leia o artigo de opinião da autoria de Sara Gomes, enfermeira especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica no IPO de Coimbra, acerca do papel do enfermeiro no âmbito dos cuidados paliativos.
Leia o artigo de opinião da autoria da Enf.ª Ana Cardeira, especialista médico-cirúrgica na área de intervenção em enfermagem oncológica do IPO de Lisboa, sobre mieloma múltiplo, o tratamento da doença e o papel que o cuidador informal pode desempenhar.
“Quando o telefone toca…. O que dizem os doentes asmáticos? “Enfermeira, sou sincera, não faço a medicação, não tenho falta de ar”. No início de 2020, todos os profissionais de saúde foram confrontados com uma situação atípica, devido a um novo vírus popularmente conhecido como COVID-19. Com a evolução da situação epidemiológica foram suspensas atividades assistenciais, consultas presenciais, programas de reabilitação respiratória, privilegiando-se as atividades consideradas emergentes e prioritárias no âmbito da pandemia. O contacto telefónico foi uma ferramenta de mais valia que nos permitiu mantermos-mos próximos do doente respiratório crónico: doente com asma e DPOC.
A vacinação constitui uma das medidas mais eficientes na promoção da saúde pública e individual dos adolescentes. Mundialmente, a vacinação evita cerca de dois a três milhões de mortes por ano e confere proteção contra pelo menos 30 doenças infeciosas.

