Entrevistas
O Jornal Enfermeiro partiu para a entrevista com a professora da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), enfermeira especialista em Saúde Comunitária e perita em pesquisa-ação participativa em saúde, Irma da Silva Brito. Um diálogo suscitado pelo projeto “Comunidades terapêuticas livres de fumo: estudo de caso com abordagem de pesquisa-ação participativa em saúde para promover a cessação tabágica”. A entrevistada enumera os objetivos do projeto, as dificuldades sentidas ao longo do seu desenvolvimento e o papel dos enfermeiros na luta por uma sociedade livre de fumo.
A Check-Up Virtual lançou, a 19 de maio, uma nova funcionalidade, que possibilita o agendamento de sessões de esclarecimento online com profissionais de saúde. Integrando a nova plataforma, o Jornal Enfermeiro conversou com Emília Magalhães, enfermeira do Instituto Português de Oncologia do Porto Francisco Gentil (IPO-Porto) e da Associação Enfermeiros de Dermatologia (APEDerma), para nos falar sobre o impacto do excesso de radiação solar e da importância da vigilância que permite um diagnóstico atempado do cancro de pele.
Enfermeira, diretora técnica e supervisora clínica do Hospital da Ordem da Trindade, Filipa Alves, destaca, em entrevista ao Jornal Enfermeiro, a importância da dimensão emocional na Enfermagem. Alerta, ainda, para a necessidade de empoderamento do autodesenvolvimento pessoal e profissional dos enfermeiros, no propósito de elevar a qualidade dos cuidados prestados.
“O papel dos enfermeiros em Cuidados de Saúde Primários é empoderar os cidadãos, famílias e comunidades no sentido de promover a literacia para a saúde, de modo a que sejam capazes, de tomarem decisões, individuais ou coletivas sobre o seu projeto de vida”. É esta a visão da presidente da Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Familiar (SPESF), Maria Henriqueta Figueiredo, que, em entrevista, aborda o papel dos enfermeiros nos cuidados de saúde primários e partilha como tem sido o contributo da SPESF na área da saúde familiar.
O esforço dos enfermeiros na prevenção do Vírus do Papiloma Humano (HPV) vai para além da vacinação. Porque é preciso continuar a sensibilizar os adolescentes (de ambos os sexos) para “a utilização de preservativo (embora este não confira uma proteção 100% eficaz). E incentivar as jovens/mulheres a aderirem a programas de rastreio do cancro do colo do útero, mesmo que tenham cumprido a vacina”, defende Palmira Santos, enfermeira especialista em Saúde Infantil e Pediátrica.

