A pandemia de COVID-19 trouxe consigo uma necessidade de readaptação e um foco em soluções, que foram transversais a todo o setor da saúde. Para analisar boas práticas que possam auxiliar o trabalho das equipas de Enfermagem neste contexto, a Abbvie, em conjunto com a APEDerma (Associação Portuguesa de Enfermeiros em Dermatologia), organizou o webinar “COVID-19: um “vírus” na Dermatologia? – Desafios e oportunidades na prática clínica”, uma sessão dedicada à classe dos enfermeiros. Assista ao vídeo com os melhores momento do webinar.
A pandemia de COVID-19 trouxe consigo uma necessidade de readaptação e um foco em soluções, que foram transversais a todo o setor da saúde. Para analisar boas práticas que possam auxiliar o trabalho das equipas de Enfermagem neste contexto, a Abbvie, em conjunto com a APEDerma (Associação Portuguesa de Enfermeiros em Dermatologia), organizou o webinar “COVID-19: um “vírus” na Dermatologia? – Desafios e oportunidades na prática clínica”, uma sessão dedicada à classe dos enfermeiros.
As infeções associadas aos cuidados de saúde são um problema de saúde pública e preveni-las é assegurar o direito a cuidados seguros e de qualidade. Quem o defende é Lúcio Meneses de Almeida, presidente da Associação Portuguesa de Infeção Hospitalar, destacando o papel dos enfermeiros como verdadeiros agentes de cidadania em controlo da infeção.
«Mãos que tocam, que lavam, que bordam e que buscam…
Mãos que ensinam, que acariciam, que cuidam e que salvam…
Mãos presentes em almas ausentes.
Mãos famintas, bem-vindas ou enrugadas.
Mãos que sorriem e elevam…»
Josie Conti
A emergência de microrganismos multirresistentes é um problema de segurança em Portugal e no mundo inteiro. Para reduzir as taxas de infeção hospitalar e de resistência aos antimicrobianos, é impreterível o cumprimento das boas práticas de prevenção/controlo da infeção e a utilização judiciosa dos antibióticos.
Estar na linha da frente de combate é estar na organização, nos serviços e, simultaneamente, garantir os cuidados aos doentes. Não podemos nunca perder o foco no doente, nem mesmo quando surge algo muito desconhecido, com um impacto enorme e que nos obriga a fechar um país, como foi o caso da pandemia de Covid-19.
Os sistemas de saúde enfrentam cada vez mais dificuldades com o envelhecimento da população e com o aumento do diagnóstico de doenças crónicas ou outras condições de vida possivelmente limitantes. A doença oncológica revela-se como uma das grandes prioridades nos programas nacionais de saúde por toda a Europa. Há uma clara necessidade de investimento na prevenção, no diagnóstico e no acompanhamento dos sobreviventes de cancro. Além disso, entramos na era da “medicina personalizada”, que traz novos conceitos, novos tratamentos e cada vez mais especificidade e complexidade. Torna-se, por isso, fundamental assegurar cuidados especializados que tragam melhores resultados para as pessoas com doença oncológica.
A mais-valia dos enfermeiros na construção de uma relação de proximidade com os doentes e na promoção da continuidade dos cuidados foi a conclusão que emergiu das duas salas em que se desdobrou o debate sobre doenças raras e esclerose múltipla no Workshop Virtual Enfermeiros, “Razão vs Emoção – A Procura do Equilíbrio”, promovido pela Sanofi Genzyme.
As doenças raras estiveram em foco numa das suas sessões que decorreram em paralelo no âmbito do Workshop Virtual Enfermeiros, tendo sempre como denominador comum a dialética razão versus emoção. E a conclusão transversal às diversas intervenções aponta para o peso significativo que a emoção tem no tratamento dos doentes com estas patologias, em particular na relação de proximidade que o enfermeiro estabelece com os próprios e com as famílias.
Qual a relação entre as terapêuticas utilizadas em doentes com esclerose múltipla e o atual contexto de pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2? Esta foi uma questão que esteve em foco na sessão dedicada à doença no Workshop “Razão vs Emoção – A Procura do Equilíbrio”. E uma das conclusões que emergiu prende-se com o papel central do enfermeiro na promoção da literacia do doente e da adesão à terapêutica.
“Razão vs Emoção – A Procura do Equilíbrio” foi o tema do Workshop Virtual para Enfermeiros, organizado pela Sanofi Genzyme, e que decorreu no dia 26 de setembro em formato exclusivamente online. O evento desdobrou-se em duas sessões, uma focada nas doenças raras e outra na esclerose múltipla, com a sessão de abertura a ser protagonizada pela Medical Lead da Unidade de Cuidados Especializados da Sanofi, Filipa Lupi, que partilhou os últimos desenvolvimentos em matéria de investigação científica e clínica, quer no contexto daquelas patologias, quer no âmbito da Covid-19.
A hospitalização domiciliária (HD) surge pela primeira vez em 1945, nos Estados Unidos da América, com a experiência “Home Care”, que visava descongestionar os hospitais, assim como criar um ambiente psicológico mais favorável para o doente (Cotta & Suarez-Varela, 2001). Estando já difundida por vários países, Portugal iniciou-se com a Unidade de Hospitalização Domiciliária (UHD) no Hospital Garcia de Orta, em 2015.


Este é o ano em que celebramos a enfermagem em todo o mundo, comemorando os duzentos anos do nascimento de Florence Nightingale. A Organização Mundial de Saúde definiu 2020 como “Year of the Nurse and the Midwife 2020”.
O enorme sucesso e a excelência demonstrada ano após ano das Jornadas de Enfermagem em Cuidados Respiratórios levou a comissão organizadora a ter vontade de dar um passo em frente, sentimos que era o momento de elevar as jornadas a outro patamar e, assim, nasce o projeto da primeira edição do Congresso de Cuidados Respiratórios de Reabilitação, subordinado ao tema "Acrescentar valor, inspirando boas práticas respiratórias".