O burnout deixou de ser um conceito académico para se tornar uma realidade quotidiana nos serviços de saúde. Entre rácios insuficientes, turnos exigentes e pressão constante, os enfermeiros enfrentam um desgaste silencioso que compromete profissionais e cuidados. Neste contexto, o papel do enfermeiro gestor assume-se decisivo na prevenção, na motivação das equipas e na construção de ambientes de trabalho mais humanos e sustentáveis. Leia o artigo de opinião de Beatriz Rampazzo, enfermeira da Unidade Local de Saúde da Região de Leiria, Hospital Santo André, na Unidade de Intermédios Polivalente.
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