Paula Amorim, enfermeira oncologista na Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) e presidente da Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa (AEOP), faz uma reflexão sobre o relacionamento interpessoal entre os enfermeiros oncologistas e os utentes, num futuro que se avizinha cada vez mais tecnológico, na qual deve ser mantida uma abordagem individualizada “e uma comunicação empática, onde o uso da tecnologia permitirá melhorar a personalização do plano de cuidados e o nível de cuidados de proximidade”.
O Sindicato dos Enfermeiros (SE) desafiou a União Regional das Instituições Particulares de Solidariedade Social dos Açores (URIPSSA) e a União Regional das Misericórdias dos Açores (URMA) para a abertura de uma mesa de negociações que tenha como objetivo central a negociação de um acordo coletivo de trabalho. “Os enfermeiros da Região Autónoma dos Açores, que trabalham nas IPSS têm de ter acesso a melhores condições de trabalho e a uma tabela salarial que verdadeiramente valorize o trabalho que desenvolvem”, explica Eduardo Bernardino, coordenador do SE nos Açores.

