O perfil do cancro em Portugal, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e Comissão Europeia (CE), refere que a “escassez de força de trabalho compromete os cuidados oncológicos em diferentes fases”, apontando o caso específico dos médicos de família. A OCDE e a CE indicam ainda que o sistema de saúde português conta com 1.169 enfermeiros profissionalmente ativos por cada 1.000 novos casos de cancro, uma taxa inferior à média da União Europeia (UE) de 1.376 por 1.000 novos casos.
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