Os Enfermeiros Especialistas em Saúde Materna e Obstétrica (EESMO), que se mantêm em protesto desde o início do mês, denunciaram hoje situações de partos não assistidos no domicílio e de grávidas de alto risco em trabalho de parto que fazem longos percursos de ambulância, que chegam aos 60 quilómetros, para serem assistidas. Os profissionais de enfermagem admitem formalizar denúncia nas entidades competentes.
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