A indústria farmacêutica vai contribuir, este ano, com 200 milhões de euros para controlo da despesa pública com medicamentos, segundo um acordo ontem firmado em Lisboa.
Cerca de nove por cento de consultas no Serviço Nacional de Saúde e 15% de urgências terão ficado por realizar porque os utentes não tinham dinheiro para as pagar, segundo um estudo hoje apresentado em Lisboa.
O Ministério da Saúde e as associações representativas da indústria farmacêutica, dos distribuidores, das farmácias e da indústria de dispositivos médicos assinaram em Lisboa um compromisso para a sustentabilidade e o desenvolvimento do Serviço Nacional de Saúde para o triénio 2016-2018.
O valor das taxas moderadoras vai baixar 25 por cento em 2016, voltando os dadores de sangue, células, tecidos e órgãos, bem como os bombeiros, a ficar isentos deste pagamento nos cuidados de saúde primários e hospitalares.
O Conselho do Governo dos Açores aprovou duas propostas de diploma que garantem a não-discriminação dos açorianos no acesso a cuidados de saúde prestados no continente, anunciou hoje a secretária regional adjunta da Presidência para os Assuntos Parlamentares.
A despesa com medicamentos órfãos, destinados às doenças raras, aumentou 94% entre 2007 e 2014, quando representava já 7,8% dos encargos hospitalares com medicamentos, segundo um estudo da Autoridade do Medicamento.
A partir de hoje está disponível um portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que congrega toda a informação existente sobre saúde, promovendo a participação dos utentes e o escrutínio de tudo o que é feito nesta área.
O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, afirmou ontem que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) precisa de ser reconstruído e que tudo fará para melhorar as condições de vida das pessoas no acesso ao sistema.
A candidata presidencial Maria de Belém Roseira lamentou, no último dia do ano 2015, que dos “milhões de atos” que se praticam todos os dias no Serviço Nacional de Saúde (SNS), a “única coisa que é notícia” é o que corre mal.
Equipas fixas nas urgências hospitalares, liberdade de escolha dos doentes, mais consultas de especialidade nos centros de saúde e unidades de cuidados continuados para saúde mental e pediatria são as prioridades para a reforma do Serviço Nacional de Saúde.
O Ministério da Saúde decidiu clarificar a situação do pagamento de medicamentos na sequência de acidentes que devem ser pagos pelas seguradoras, quando era o Estado que gastava indevidamente dinheiro com comparticipações.
O novo ministro da Saúde garantiu, no último sábado (28 de novembro), ir defender “sem crispação” o Serviço Nacional de Saúde (SNS), destacando a promoção da Saúde como um “importante capítulo no programa do Governo”.