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	<title>35 horas Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<title>35 horas Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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		<title>Os enfermeiros, as 35 horas e as decisões erróneas dos políticos</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/opiniao/os-enfermeiros-as-35-horas-e-as-decisoes-erroneas-dos-politicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 11:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Continua a fazer parte da agenda de reivindica&#231;&#245;es a reposi&#231;&#227;o das 35 horas semanais na Fun&#231;&#227;o P&#250;blica e, neste particular, para os enfermeiros. Os enfermeiros continuam a ser maltratados pelos diferentes e sucessivos partidos e governos, que na oposi&#231;&#227;o e em campanhas eleitorais enchem-se de mensagens no apoio e na altera&#231;&#227;o de procedimento face a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Continua a fazer parte da agenda de reivindica&ccedil;&otilde;es a reposi&ccedil;&atilde;o das 35 horas semanais na Fun&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica e, neste particular, para os enfermeiros. Os enfermeiros continuam a ser maltratados pelos diferentes e sucessivos partidos e governos, que na oposi&ccedil;&atilde;o e em campanhas eleitorais enchem-se de mensagens no apoio e na altera&ccedil;&atilde;o de procedimento face a esta classe profissional.</p>
<p><span id="more-1405"></span></p>
<p>Quando chegam ao governo por direito pr&oacute;prio ou por coliga&ccedil;&atilde;o, dizem e fazem o oposto ao que prometeram e &agrave;s in&uacute;meras respostas e solu&ccedil;&otilde;es que tinham para resolver os problemas remunerat&oacute;rios, de progress&atilde;o e representatividade dos enfermeiros.</p>
<p>&Agrave;s vezes, porque lhes interessar fazer passar a ideia de que est&atilde;o preocupados com os enfermeiros, l&aacute; falam neles nas interven&ccedil;&otilde;es no Plen&aacute;rio da Assembleia da Rep&uacute;blica. E neste considerando n&atilde;o est&atilde;o livres de culpa os sindicatos e a Ordem dos Enfermeiros. N&atilde;o somos ing&eacute;nuos e imaginamos outros l&oacute;bis, nos bastidores e outros &ldquo;corredores do poder&rdquo;, a criarem dificuldades &agrave; maior classe profissional (os enfermeiros) do Sistema Nacional de Sa&uacute;de (SNS).</p>
<p>Para al&eacute;m disso, quando se passou para as 40 horas semanais, n&atilde;o houve nenhum acr&eacute;scimo de vencimento. Coincidiu tamb&eacute;m um aumento de impostos. O que implicou uma diminui&ccedil;&atilde;o acentuada de rendimento para cada enfermeiro. E tamb&eacute;m o custo/hora de servi&ccedil;o de cada enfermeiro (profissional qualificado) ficou mais barato para o Estado. Assim, os enfermeiros passaram a auferir menor retribui&ccedil;&atilde;o pelo trabalho prestado e houve redu&ccedil;&atilde;o dos suplementos para 50%. Houve assim, uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o deste nobre servi&ccedil;o (cuidados de sa&uacute;de) prestado pelos enfermeiros.</p>
<p>Interessa tamb&eacute;m perguntar: com a passagem para as 40 horas semanais, a qualidade dos servi&ccedil;os aumentou? O rendimento de &ldquo;produtividade&rdquo; aumentou? As respostas &agrave;s necessidades do SNS aumentaram? A qualidade de vida/sa&uacute;de dos enfermeiros melhorou? Respondo perentoriamente, com toda a minha convic&ccedil;&atilde;o, a todas as quest&otilde;es que, N&Atilde;O!</p>
<p>Mais, se n&atilde;o fossem os enfermeiros (com todo o devido respeito por todas as outras classes), nestas condi&ccedil;&otilde;es, e apesar das aposenta&ccedil;&otilde;es, absentismo, desvincula&ccedil;&otilde;es e sa&iacute;das para o estrangeiro, o SNS tinha-se desmoronado. Tinha entrado em ru&iacute;nas. E tamb&eacute;m sabemos que h&aacute; &ldquo;grandes apetites&rdquo; para asfixiar o SNS.</p>
<p>Antes de tudo, deixar bem expresso que, n&atilde;o tratar de forma igual o que &eacute; diferente. Porqu&ecirc;? Porque os enfermeiros t&ecirc;m uma carreira especial que os rege. Note-se que, esta diferen&ccedil;a est&aacute; consagrada em Lei e, n&atilde;o &eacute; de agora!</p>
<p>Poder-me-ia aqui alongar em mais quest&otilde;es e mat&eacute;rias, que me desviariam do foco, mas interessa objetivar:</p>
<ol>
<li>Com a passagem para as 35 horas, o problema da profiss&atilde;o e o estatuto remunerat&oacute;rio dos enfermeiros fica resolvido? A progress&atilde;o na carreira vai efetivar-se?
</li>
<li>&Eacute; s&oacute; o problema das 40 para as 35 horas semanais? E a carreira de enfermagem? E as progress&otilde;es na enfermagem? Devo lembrar que h&aacute; enfermeiros que n&atilde;o progridem h&aacute; 10 e 15 anos!
</li>
<li>R&aacute;cios de enfermagem. Para quando o seu cumprimento? T&atilde;o queridos por uns e t&atilde;o odiados por outros. Importa sim, fazer cumprir os &ldquo;r&aacute;cios de enfermagem&rdquo;, para bem dos servi&ccedil;os, da qualidade de cuidados que se prestam e para o bom servi&ccedil;o que tem que se prestar/oferecer ao utente/doente/cliente.
</li>
<li>A Sa&uacute;de e o seu sistema p&uacute;blico &eacute; um dos pilares basilares de uma democracia e de um pa&iacute;s moderno e europe&iacute;sta. Por isso h&aacute; que cuidar deste patrim&oacute;nio.
</li>
<li>Temo que a pr&oacute;pria sociedade e utilizadora/utente dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos de sa&uacute;de n&atilde;o se aperceba que, com a exaust&atilde;o dos enfermeiros no desempenho de fun&ccedil;&otilde;es, o erro pode mais facilmente acontecer, a qualidade dos cuidados pode diminuir e o SNS estar em causa.
</li>
<li>Interessa perguntar: estar&atilde;o os sindicatos e a Ordem dos Enfermeiros &agrave; altura deste enorme desafio e momento cr&iacute;tico, para a defesa dos verdadeiros interesses dos enfermeiros?
</li>
<li>Apesar de ser um defensor do di&aacute;logo e da negocia&ccedil;&atilde;o, parece-me que esta possibilidade se esgotou h&aacute; muito tempo por um cinismo e incompet&ecirc;ncia latente e por isso, s&oacute; o uso de um radicalismo de posi&ccedil;&atilde;o (veja-se no passado os professores, os estivadores) conseguiremos fazer valer o reconhecimento da nossa import&acirc;ncia insubstitu&iacute;vel no SNS. N&atilde;o basta amea&ccedil;ar com greves e grevezinhas por regi&atilde;o ou sectoriais. Os enfermeiros, se quiserem, s&atilde;o capazes de estagnar/paralisar o SNS! S&oacute; assim ser&atilde;o capazes de fazer ouvir a sua voz e capacidade de interven&ccedil;&atilde;o, de gest&atilde;o e de melhoria do SNS.</li>
</ol>
<p>Urge tomar medidas pol&iacute;ticas! Por isso, tamb&eacute;m n&atilde;o colhe a permanente alus&atilde;o e defesa c&iacute;nica de que n&atilde;o h&aacute; condi&ccedil;&otilde;es or&ccedil;amentais, porque, para os problemas da banca e dos seus buracos, h&aacute; sempre dinheiro dispon&iacute;vel, &agrave; custa dos contribuintes. H&aacute; parcerias p&uacute;blico-privadas (as c&eacute;lebres PPP) que levam milh&otilde;es de euros ao Estado e ao SNS.</p>
<p>Se nada for feito pelos enfermeiros, as consequ&ecirc;ncias espreitam pela fresta da porta que j&aacute; est&aacute; aberta!</p>
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		<title>Marcelo veta gestação de substituição e aprova 35 horas e PMA</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/marcelo-veta-gestacao-de-substituicao-e-aprova-35-horas-e-pma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 08:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
		<category><![CDATA[gestação de substituição]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo Rebelo de sousa]]></category>
		<category><![CDATA[pma]]></category>
		<category><![CDATA[Procriação Medicamente Assistida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Al&#233;m do veto &#224; gesta&#231;&#227;o de substitui&#231;&#227;o, o Presidente da Rep&#250;blica promulgou o alargamento da procria&#231;&#227;o medicamente assistida (PMA), mas alerta para uma insuficiente prote&#231;&#227;o dos direitos da crian&#231;a, devido &#224; &#8220;manuten&#231;&#227;o do anonimato, que impede o conhecimento da paternidade&#8221;. Marcelo Rebelo de Sousa promulgou tamb&#233;m o diploma que restabelece as 35 horas de trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214459" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/c79100bd9a1c81231de8bfb99f98f395.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/c79100bd9a1c81231de8bfb99f98f395.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/c79100bd9a1c81231de8bfb99f98f395-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Al&eacute;m do veto &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o, o Presidente da Rep&uacute;blica promulgou o alargamento da procria&ccedil;&atilde;o medicamente assistida (PMA), mas alerta para uma insuficiente prote&ccedil;&atilde;o dos direitos da crian&ccedil;a, devido &agrave; &#8220;manuten&ccedil;&atilde;o do anonimato, que impede o conhecimento da paternidade&#8221;. Marcelo Rebelo de Sousa promulgou tamb&eacute;m o diploma que restabelece as 35 horas de trabalho semanais na fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.</p>
<p><span id="more-1181"></span></p>
<p>O Presidente da Rep&uacute;blica explicou hoje ter vetado o diploma sobre gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o para que a lei seja &ldquo;melhorada&rdquo; e inclua as &ldquo;condi&ccedil;&otilde;es importantes&rdquo; defendidas pelo Conselho de &Eacute;tica.&ldquo;Acontece que condi&ccedil;&otilde;es importantes n&atilde;o est&atilde;o preenchidas naquela lei. E portanto, seguindo a opini&atilde;o dos especialistas, eu devolvi a lei para que seja poss&iacute;vel alter&aacute;-la, de acordo com as opini&otilde;es dos especialistas do Conselho Nacional de &Eacute;tica&rdquo;, justificou Marcelo Rebelo de Sousa no final da sess&atilde;o de entrega de pr&eacute;mios do 6.&ordm; Concurso de Educa&ccedil;&atilde;o Financeira que decorreu no Porto.</p>
<p>O Presidente da Rep&uacute;blica disse ainda que o veto foi &ldquo;apenas uma chamada de aten&ccedil;&atilde;o (&hellip;) para que seja poss&iacute;vel reajustar aspetos, atendendo &agrave;quilo que os especialistas consideram que &eacute; fundamental&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;H&aacute; problemas sens&iacute;veis que o Conselho de &Eacute;tica acha que devem ser tratados na lei. A lei pode ser melhorada, tratando desses problemas&rdquo;, assinalou.</p>
<p>Para o chefe de Estado, falta na lei &ldquo;afirmar de forma mais clara o interesse superior da crian&ccedil;a, ou a necessidade de informa&ccedil;&atilde;o cabal a todos os interessados, ou permitir, a quem vai ter a responsabilidade de funcionar como maternidade de substitui&ccedil;&atilde;o, que possa repensar at&eacute; ao momento do parto quanto ao seu consentimento&rdquo;</p>
<p>Marcelo Rebelo de Sousa usou pela primeira vez o veto pol&iacute;tico ao fim de quase tr&ecirc;s meses de mandato, tempo semelhante ao que Cavaco Silva demorou, em 2006, a recorrer a esta ferramenta constitucional.</p>
<p>Na ter&ccedil;a-feira &agrave; noite, foi anunciado que o chefe de Estado tinha promulgado o diploma que alarga o acesso &agrave; procria&ccedil;&atilde;o medicamente assistida (PMA), mas vetado o decreto que introduz a possibilidade de recurso &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o, decis&atilde;o revelada no pr&oacute;prio dia em que Marcelo Rebelo de Sousa recebeu os diplomas em Bel&eacute;m.</p>
<p>Marcelo Rebelo de Sousa vetou o diploma sobre gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o com base nos pareceres no Conselho Nacional de &Eacute;tica e para as Ci&ecirc;ncias da Vida, devolvendo-o ao parlamento para que a Assembleia da Rep&uacute;blica tenha &ldquo;a oportunidade de ponderar, uma vez mais, se quer acolher as condi&ccedil;&otilde;es preconizadas&rdquo; por esta institui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A ILGA-Portugal (Interven&ccedil;&atilde;o L&eacute;sbica, Gay, Bissexual e Transg&eacute;nero) defendeu que este veto &eacute; uma oportunidade para que a lei seja revista e possa incluir o acesso de homens. Em comunicado, a associa&ccedil;&atilde;o de defesa dos direitos das pessoas LGBT congratula-se com o facto de Marcelo Rebelo de Sousa ter promulgado o diploma que alarga o acesso &agrave; procria&ccedil;&atilde;o medicamente assistida (PMA) e aproveita para defender que o veto presidencial &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o pode ser uma oportunidade.</p>
<p>&ldquo;O veto relativo &agrave; lei que previa a gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m uma oportunidade para que a lei possa ser revista pela Assembleia da Rep&uacute;blica para incluir por exemplo o acesso de homens e de casais de homens a uma t&eacute;cnica que pode benefici&aacute;-los, cumprindo efetivamente o princ&iacute;pio da igualdade&rdquo;, sustenta a associa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>J&aacute; no que diz respeito &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o sobre a PMA, a ILGA sublinha que terminou a &ldquo;discrimina&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do estado civil e da orienta&ccedil;&atilde;o sexual no acesso a t&eacute;cnicas de procria&ccedil;&atilde;o medicamente assistida&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A partir de agora, todas as mulheres ter&atilde;o acesso a t&eacute;cnicas t&atilde;o simples como a insemina&ccedil;&atilde;o artificial, as mesmas que s&oacute; podiam ser usadas at&eacute; aqui por mulheres casadas ou unidas de facto com homens&rdquo;, lembra a associa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para a ILGA, com a promulga&ccedil;&atilde;o do diploma da PMA, acaba a discrimina&ccedil;&atilde;o no acesso &agrave; parentalidade, depois de terem conseguido transpor a barreira do acesso ao casamento por casais do mesmo sexo.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; com o fim da discrimina&ccedil;&atilde;o na PMA que a lei se torna, agora, de todas e de todos n&oacute;s&rdquo;, sublinha.</p>
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		<item>
		<title>Diplomas das 35 horas, gestação de substituição e procriação assistida já seguiram para Belém</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/diplomas-das-35-horas-gestacao-de-substituicao-e-procriacao-assistida-ja-seguiram-para-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 08:38:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
		<category><![CDATA[gestação de substituição]]></category>
		<category><![CDATA[Procriação Medicamente Assistida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os diplomas que estabelecem a reposi&#231;&#227;o das 35 horas de trabalho na fun&#231;&#227;o p&#250;blica, as regras de recurso &#224; gesta&#231;&#227;o de substitui&#231;&#227;o e o acesso &#224; procria&#231;&#227;o medicamente assistida (PMA) j&#225; seguiram para Bel&#233;m. A informa&#231;&#227;o do envio dos tr&#234;s diplomas para promulga&#231;&#227;o consta da p&#225;gina da Assembleia da Rep&#250;blica na Internet e fonte parlamentar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214457" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/7825d940a749f0179cc7ea360c8ae6de.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/7825d940a749f0179cc7ea360c8ae6de.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/7825d940a749f0179cc7ea360c8ae6de-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Os diplomas que estabelecem a reposi&ccedil;&atilde;o das 35 horas de trabalho na fun&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, as regras de recurso &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o de substitui&ccedil;&atilde;o e o acesso &agrave; procria&ccedil;&atilde;o medicamente assistida (PMA) j&aacute; seguiram para Bel&eacute;m.</p>
<p><span id="more-1179"></span></p>
<p>A informa&ccedil;&atilde;o do envio dos tr&ecirc;s diplomas para promulga&ccedil;&atilde;o consta da p&aacute;gina da Assembleia da Rep&uacute;blica na Internet e fonte parlamentar confirmou &agrave; ag&ecirc;ncia Lusa que os decretos tinham seguido ontem, por volta das 10h30, para o Presidente da Rep&uacute;blica, Marcelo Rebelo de Sousa.</p>
<p>De acordo com a Constitui&ccedil;&atilde;o, a contar da sua rece&ccedil;&atilde;o, o chefe de Estado tem 20 dias para promulgar os diplomas ou exercer o seu direito de veto, podendo tamb&eacute;m requerer a aprecia&ccedil;&atilde;o preventiva da sua constitucionalidade, no prazo de oito dias.</p>
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		<item>
		<title>Enfermeiros querem negociação sobre as 35 horas fechada na próxima semana</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/enfermeiros-querem-negociacao-sobre-as-35-horas-fechada-na-proxima-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 08:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses quer concluir nesta semana as negocia&#231;&#245;es para que a 1 de julho todos os enfermeiros estejam no regime das 35 horas, amea&#231;ando avan&#231;ar para formas de luta caso haja &#8220;deriva&#8221; do Governo. Em confer&#234;ncia de imprensa, o SEP manifestou-se &#8220;inflex&#237;vel&#8221; quanto &#224; quest&#227;o da aplica&#231;&#227;o das 35 horas de trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214453" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/6b88c34cd64b83eac2709d6c8c29fd54.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/6b88c34cd64b83eac2709d6c8c29fd54.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/6b88c34cd64b83eac2709d6c8c29fd54-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses quer concluir nesta semana as negocia&ccedil;&otilde;es para que a 1 de julho todos os enfermeiros estejam no regime das 35 horas, amea&ccedil;ando avan&ccedil;ar para formas de luta caso haja &ldquo;deriva&rdquo; do Governo.</p>
<p><span id="more-1175"></span></p>
<p>Em confer&ecirc;ncia de imprensa, o SEP manifestou-se &ldquo;inflex&iacute;vel&rdquo; quanto &agrave; quest&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o das 35 horas de trabalho semanal para os enfermeiros em contrato individual de trabalho (CIT), afirmando que quer fechar as negocia&ccedil;&otilde;es na reuni&atilde;o agendada com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para hoje.</p>
<p>&ldquo;A nossa expectativa &eacute; que nesta reuni&atilde;o sejam fixadas as reuni&otilde;es necess&aacute;rias at&eacute; dia 9 de junho para fechar o acordo coletivo de trabalho, parcelar e transit&oacute;rio, para que a 1 de julho as 35 horas sejam aplicadas aos enfermeiros em CIT&rdquo;, afirmou o presidente do SEP, Jos&eacute; Carlos Martins, acrescentando que &ldquo;caso haja qualquer deriva do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, os enfermeiros saber&atilde;o responder com formas de luta&rdquo;.</p>
<p>Na quarta-feira passada, a Assembleia da Rep&uacute;blica aprovou uma lei que rep&otilde;e as 35 horas de trabalho semanal, mas que s&oacute; se aplica a quem tem contrato de trabalho em fun&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, deixando de fora os CIT, para quem este regime s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel atrav&eacute;s do Acordo Coletivo de Trabalho, Parcelar e Transit&oacute;rio.</p>
<p>Segundo o dirigente sindical, a tutela assumiu com o SEP, numa reuni&atilde;o realizada a 4 de maio, o compromisso de &ldquo;aplicar as 35 horas semanais aos enfermeiros com CIT e ao mesmo tempo (1 de julho)&#8221;.</p>
<p>Jos&eacute; Carlos Martins explica esta necessidade de aplicar o regime das 35 horas &ldquo;ao mesmo tempo&rdquo; a todos os trabalhadores, com o facto de a lei n&atilde;o permitir faseamento na sua aplica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Assim, com vista a colmatar car&ecirc;ncias decorrentes da redu&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio de trabalho dos enfermeiros, a norma transit&oacute;ria determina que, nos servi&ccedil;os em que &ldquo;comprovadamente&rdquo; haja dificuldade de garantir as respostas necess&aacute;rias aos cidad&atilde;os, sejam negociadas as &ldquo;solu&ccedil;&otilde;es adequadas&rdquo;.</p>
<p>Essas solu&ccedil;&otilde;es passam pela contrata&ccedil;&atilde;o de pessoal, gest&atilde;o de hor&aacute;rios e trabalho extraordin&aacute;rio,</p>
<p>&ldquo;Nas solu&ccedil;&otilde;es adequadas n&atilde;o entra, legalmente, a aplica&ccedil;&atilde;o faseada das 35 horas&rdquo;, sublinha Jos&eacute; Carlos Martins, que admite, contudo, o faseamento nas contrata&ccedil;&otilde;es de enfermeiros, reconhecendo os constrangimentos financeiros existentes.</p>
<p>Embora n&atilde;o haja n&uacute;meros concretos, o sindicato estima que o n&uacute;mero m&iacute;nimo de enfermeiros necess&aacute;rios para aplicar as 35 horas ande entre os 900 e os mil.</p>
<p>O SEP destacou ainda que a sua luta pela conquista das 35 horas de trabalho semanal se aplica a todos os trabalhadores, incluindo o setor privado.</p>
<p>Jos&eacute; Carlos Martins disse que toda a evid&ecirc;ncia existente aponta para que &ldquo;a dura&ccedil;&atilde;o semanal do trabalho n&atilde;o &eacute; o fator determinante para a produtividade&rdquo;, mas sim outros fatores como &ldquo;a gest&atilde;o e a organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho&rdquo;.</p>
<p>No entanto, o dirigente sindical sublinhou que hoje em dia j&aacute; existem muitos servi&ccedil;os privados de sa&uacute;de, que funcionam com as 35 horas de trabalho semanal, como &eacute; o caso do Hospital da Cruz Vermelha.</p>
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		<title>Carta aberta: 35 Horas &#8211; uma questão de saúde pública</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/carta-aberta-35-horas-uma-questao-de-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 10:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Rita Cavaco]]></category>
		<category><![CDATA[bastonária dos enfermeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em carta aberta dirigida ao Ministro das Finan&#231;as, M&#225;rio Centeno, a baston&#225;ria da Ordem dos Enfermeiros demonstra que a &#8220;redu&#231;&#227;o para as 35 horas semanais n&#227;o &#233; uma exig&#234;ncia laboral, &#233; um pedido de socorro de um sistema que chegou ao limite&#8221;. &#8220;Exmo. Sr. Ministro das Finan&#231;as, Professor Doutor M&#225;rio Centeno, Escrevo-lhe por um imperativo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214435" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/e8254cdf6a60c0aacb685c6fcaf4d937.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/e8254cdf6a60c0aacb685c6fcaf4d937.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/e8254cdf6a60c0aacb685c6fcaf4d937-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Em carta aberta dirigida ao Ministro das Finan&ccedil;as, M&aacute;rio Centeno, a baston&aacute;ria da Ordem dos Enfermeiros demonstra que a &#8220;redu&ccedil;&atilde;o para as 35 horas semanais n&atilde;o &eacute; uma exig&ecirc;ncia laboral, &eacute; um pedido de socorro de um sistema que chegou ao limite&#8221;.</p>
<p><span id="more-1157"></span></p>
<p>&#8220;Exmo. Sr. Ministro das Finan&ccedil;as,</p>
<p>Professor Doutor M&aacute;rio Centeno,</p>
<p>Escrevo-lhe por um imperativo de consci&ecirc;ncia e porque sei que a &uacute;ltima palavra, ou pelo menos a pen&uacute;ltima, &eacute; sua. O dossier das 35 horas na enfermagem n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o laboral, mas de sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
<p>V. Exa. &eacute; ministro num pa&iacute;s que tem permitido, por exemplo, que apenas tr&ecirc;s enfermeiros cuidem de 40 doentes num servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia. O mesmo pa&iacute;s que aceita que um enfermeiro, sozinho, cuide de 55 doentes.</p>
<p>V. Exa. &eacute; ministro de um pa&iacute;s onde existem servi&ccedil;os de sa&uacute;de com metade dos enfermeiros de baixa, esgotados. O mesmo pa&iacute;s que tolera que seis enfermeiros respondam perante um universo de 40 mil utentes inscritos num centro de sa&uacute;de.</p>
<p>N&atilde;o s&atilde;o n&uacute;meros, s&atilde;o vidas. As nossas e as daqueles de quem gostamos.</p>
<p>Os enfermeiros n&atilde;o aguentam continuar a carregar, com o seu profissionalismo, voluntarismo e enorme esfor&ccedil;o f&iacute;sico e mental, um sistema que deixa degradar a qualidade dos servi&ccedil;os prestados.</p>
<p>Os enfermeiros n&atilde;o querem trabalhar menos, querem trabalhar melhor. A redu&ccedil;&atilde;o para as 35 horas semanais n&atilde;o &eacute; uma exig&ecirc;ncia laboral, &eacute; um pedido de socorro de um sistema que chegou ao limite. Pelos doentes. Pela sa&uacute;de de todos. N&atilde;o pode haver enfermeiros de primeira e enfermeiros de segunda: uns a trabalharem 35 horas e outros 40. N&atilde;o &eacute; o tipo de contrato que define um enfermeiro.</p>
<p>Senhor ministro, quanto vale uma vida? Quanto custa cuidar de uma vida? Estas ser&atilde;o, certamente, as contas mais dif&iacute;ceis de fazer ao longo do seu mandato. Convido-o, por isso, a visitar comigo e com a equipa da Ordem dos Enfermeiros, v&aacute;rios servi&ccedil;os de sa&uacute;de, de norte a sul e regi&otilde;es aut&oacute;nomas. Estou certa de que isso lhe facilitar&aacute; o exerc&iacute;cio de somar e subtrair.</p>
<p>O senhor primeiro-ministro garantiu que as 35 horas s&atilde;o para todos. V.Exa. explicou que n&atilde;o &eacute; bem assim. O ministro da Sa&uacute;de afirmou que 2.000 enfermeiros seriam contratados para fazer face &agrave; redu&ccedil;&atilde;o para as 35 horas. N&atilde;o chega. Ainda assim, o PS explicou que, afinal, o concurso que foi aberto pelo anterior governo &eacute; suficiente, esquecendo-se, ou n&atilde;o, que estamos a falar de 1.000 enfermeiros para colmatar necessidades j&aacute; existentes nos centros de sa&uacute;de, o que ainda assim seria insuficiente. Esta quest&atilde;o nada tem a ver com as 35 horas. Que fique claro.</p>
<p>O que hoje &eacute; verdade, amanh&atilde; &eacute; quase verdade, mas pode ser tarde demais. Recuar perante um compromisso, neste caso, &eacute; lan&ccedil;ar o SNS no caos. Os enfermeiros est&atilde;o exaustos: precisam todos das 35 horas. O sistema de sa&uacute;de est&aacute; por um fio: &eacute; urgente contratar mais enfermeiros e n&atilde;o apenas para ajustar a redu&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio semanal.</p>
<p>Termino reafirmando o convite que lhe fiz e pe&ccedil;o-lhe que assuma publicamente o compromisso de n&atilde;o bloquear a contrata&ccedil;&atilde;o dos enfermeiros de que o pa&iacute;s precisa. Pela sa&uacute;de de todos.</p>
<p>Creia-me, senhor ministro, com elevada estima e considera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A BASTON&Aacute;RIA DA ORDEM DOS ENFERMEIROS</p>
<p>ANA RITA PEDROSO CAVACO</p>
<p>Subscrevem:</p>
<p>Vice-presidentes OE<br />Lu&iacute;s Barreira<br />Gra&ccedil;a Silveira Machado</p>
<p>Presidente da Sec&ccedil;&atilde;o Regional da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma dos A&ccedil;ores<br />Lu&iacute;s Furtado</p>
<p>Presidente da Sec&ccedil;&atilde;o Regional do Centro<br />Ricardo Correia de Matos</p>
<p>Presidente da Sec&ccedil;&atilde;o Regional da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira<br />&Eacute;lvio Jesus</p>
<p>Presidente da Sec&ccedil;&atilde;o Regional do Norte<br />Jo&atilde;o Paulo Carvalho</p>
<p>Presidente da Sec&ccedil;&atilde;o Regional do Sul<br />S&eacute;rgio Branco&#8221;</p>
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		<title>Regresso às 35 horas vai exigir mais de 2.000 enfermeiros</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/regresso-as-35-horas-vai-exigir-mais-de-2-000-enfermeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 13:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
		<category><![CDATA[Adalberto Campos Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeiros]]></category>
		<category><![CDATA[ministro da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[recrutamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Sa&#250;de revelou hoje no Parlamento que o regresso &#224;s 35 horas semanais vai exigir, a partir do segundo semestre do ano, mais entre 1.500 a 1.700 enfermeiros e mais 800 a 1.000 assistentes operacionais. De acordo com Adalberto Campos Fernandes, que falava no decorrer de uma audi&#231;&#227;o na Comiss&#227;o Parlamentar da Sa&#250;de, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214369" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/04/f2cd3ea2fa74205369dfcf9169ee1dae.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/04/f2cd3ea2fa74205369dfcf9169ee1dae.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/04/f2cd3ea2fa74205369dfcf9169ee1dae-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O ministro da Sa&uacute;de revelou hoje no Parlamento que o regresso &agrave;s 35 horas semanais vai exigir, a partir do segundo semestre do ano, mais entre 1.500 a 1.700 enfermeiros e mais 800 a 1.000 assistentes operacionais.</p>
<p><span id="more-1091"></span></p>
<p>De acordo com Adalberto Campos Fernandes, que falava no decorrer de uma audi&ccedil;&atilde;o na Comiss&atilde;o Parlamentar da Sa&uacute;de, o regresso &agrave;s 35 horas semanais ter&aacute; um custo de 27 milh&otilde;es de euros, os quais se encontram &#8220;dentro da reserva or&ccedil;amental definida&rdquo; em mat&eacute;ria do Or&ccedil;amento do Estado para 2016.</p>
<p>As contas de Adalberto Campos Fernandes referem-se a um semestre, uma vez que esta reposi&ccedil;&atilde;o das 35 horas s&oacute; dever&aacute; entrar em vigor nos &uacute;ltimos seis meses deste ano.</p>
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		<title>Regresso às 35 horas vai custar entre 28 a 40 milhões de euros</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/regresso-as-35-horas-vai-custar-entre-28-a-40-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 11:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas]]></category>
		<category><![CDATA[35 horas de trabalho semanais]]></category>
		<category><![CDATA[Adalberto Campos Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[ministro da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Sa&#250;de revelou hoje no Parlamento que o regresso &#224;s 35 horas semanais vai custar &#224;s contas da Sa&#250;de entre 28 a 40 milh&#245;es de euros no segundo semestre deste ano. Adalberto Campos Fernandes divulgou este valor durante a discuss&#227;o do Or&#231;amento do Estado para 2016, que decorre no &#226;mbito de uma reuni&#227;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214315" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/03/db4fc567ca6f38f6ec00bf19dfb7c044.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/03/db4fc567ca6f38f6ec00bf19dfb7c044.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/03/db4fc567ca6f38f6ec00bf19dfb7c044-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O ministro da Sa&uacute;de revelou hoje no Parlamento que o regresso &agrave;s 35 horas semanais vai custar &agrave;s contas da Sa&uacute;de entre 28 a 40 milh&otilde;es de euros no segundo semestre deste ano.</p>
<p><span id="more-1032"></span></p>
<p>Adalberto Campos Fernandes divulgou este valor durante a discuss&atilde;o do Or&ccedil;amento do Estado para 2016, que decorre no &acirc;mbito de uma reuni&atilde;o conjunta das Comiss&otilde;es Parlamentares da Sa&uacute;de e do Or&ccedil;amento na Assembleia da Rep&uacute;blica.</p>
<p>Segundo o ministro, este regresso &agrave;s 35 horas semanais &ndash; que dever&aacute; ser acompanhado pelo recurso a outros profissionais ou a horas extraordin&aacute;rias &ndash; custar&aacute;, no cen&aacute;rio mais favor&aacute;vel, 28 milh&otilde;es de euros e 40 milh&otilde;es de euros, num cen&aacute;rio mais desfavor&aacute;vel.</p>
<p>As contas de Adalberto Campos Fernandes referem-se a um semestre, uma vez que esta reposi&ccedil;&atilde;o das 35 horas s&oacute; dever&aacute; entrar em vigor nos &uacute;ltimos seis meses do ano.</p>
<p>The post <a href="https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/regresso-as-35-horas-vai-custar-entre-28-a-40-milhoes-de-euros/">Regresso às 35 horas vai custar entre 28 a 40 milhões de euros</a> appeared first on <a href="https://www.jornalenfermeiro.pt">Jornal Enfermeiro</a>.</p>
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