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	<title>zika Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 04 Jul 2016 08:53:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>zika Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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		<title>Vírus Zika chegou à Guiné Bissau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andreia Montes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 08:53:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Guiné Bissau]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Nacional da Sa&#250;de P&#250;blica da Guin&#233;-Bissau, Pl&#225;cido Cardoso, afirmou recentemente que a presen&#231;a do v&#237;rus Zika no pa&#237;s foi confirmada atrav&#233;s de testes realizados em Portugal e no Senegal. Atrav&#233;s de um comunicado do Conselho de Ministros, o Governo da Guin&#233;-Bissau confirmou tr&#234;s casos de pessoas infetadas na ilha de Bubaque, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214495" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/eb28519930c54357ccc74f171853378d.jpg" alt="" width="541" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/eb28519930c54357ccc74f171853378d.jpg 541w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/eb28519930c54357ccc74f171853378d-300x155.jpg 300w" sizes="(max-width: 541px) 100vw, 541px" /></p>
<p>O presidente do Instituto Nacional da Sa&uacute;de P&uacute;blica da Guin&eacute;-Bissau, Pl&aacute;cido Cardoso, afirmou recentemente que a presen&ccedil;a do v&iacute;rus Zika no pa&iacute;s foi confirmada atrav&eacute;s de testes realizados em Portugal e no Senegal.</p>
<p><span id="more-1218"></span></p>
<p>Atrav&eacute;s de um comunicado do Conselho de Ministros, o Governo da Guin&eacute;-Bissau confirmou tr&ecirc;s casos de pessoas infetadas na ilha de Bubaque, atrav&eacute;s de amostras enviadas para an&aacute;lise em Dakar (Instituto Pasteur) e em Lisboa (Instituto Nacional de Sa&uacute;de Dr. Ricardo Jorge &ndash; INSA).</p>
<p>Pl&aacute;cido Cardoso lembrou que o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de P&uacute;blica guineense mant&eacute;m &#8220;uma estreita colabora&ccedil;&atilde;o&#8221; com o INSA desde o surgimento do v&iacute;rus &Eacute;bola em alguns pa&iacute;ses da &Aacute;frica Ocidental. Para tal, o INSA investiu em a&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o a t&eacute;cnicos guineenses e num laborat&oacute;rio em Bissau para rastreio da doen&ccedil;a que, entretanto, n&atilde;o chegou a afetar o pa&iacute;s.</p>
<p>Pl&aacute;cido Cardoso afirmou que se est&aacute; a tentar apurar a origem e tipo de v&iacute;rus mediante an&aacute;lise laboratorial em Dakar, uma vez que os casos infetados alegam n&atilde;o ter tido contacto com indiv&iacute;duos provenientes de Cabo Verde ou do Brasil, os pa&iacute;ses mais pr&oacute;ximos da Guin&eacute;-Bissau, onde se tem registado a doen&ccedil;a. O respons&aacute;vel acrescenta que o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de P&uacute;blica guineense &#8220;vai montar armadilhas&#8221; nos portos, aeroportos e nas ilhas Bijag&oacute;s, para capturar mosquitos e analisar o perfil entomol&oacute;gico do v&iacute;rus que chegou ao pa&iacute;s.</p>
<p>De acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), est&atilde;o a decorrer v&aacute;rios trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o para desenvolver tratamentos e vacinas atrav&eacute;s do refor&ccedil;o da vigil&acirc;ncia, de forma&ccedil;&atilde;o de capacidades em laborat&oacute;rios, de colabora&ccedil;&atilde;o com outros pa&iacute;ses e monitoriza&ccedil;&atilde;o das pessoas infetadas, mas a melhor forma de preven&ccedil;&atilde;o &eacute; a prote&ccedil;&atilde;o contra a picada do mosquito.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>OMS: 107 milhões de euros no combate ao Zika</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/zika-oms-pede-107-milhoes-de-euros-para-resposta-global-a-epidemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Montes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 08:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de (OMS) apresentou hoje o plano estrat&#233;gico de resposta &#224; epidemia do v&#237;rus Zika, centrado na preven&#231;&#227;o e gest&#227;o dos efeitos da doen&#231;a, para o qual s&#227;o necess&#225;rios 107 milh&#245;es de euros. &#8220;Aprendemos muito sobre a infe&#231;&#227;o do v&#237;rus Zika, como se transmite, consequ&#234;ncias e prioridades para o seu controlo desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214473" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/2f7bb693f9e8b1bbf875f0818996978d.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/2f7bb693f9e8b1bbf875f0818996978d.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/2f7bb693f9e8b1bbf875f0818996978d-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) apresentou hoje o plano estrat&eacute;gico de resposta &agrave; epidemia do v&iacute;rus Zika, centrado na preven&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o dos efeitos da doen&ccedil;a, para o qual s&atilde;o necess&aacute;rios 107 milh&otilde;es de euros.</p>
<p><span id="more-1195"></span></p>
<p>&#8220;Aprendemos muito sobre a infe&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus Zika, como se transmite, consequ&ecirc;ncias e prioridades para o seu controlo desde que desenvolvemos a primeira resposta&#8221;, afirmou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, no comunicado sobre este plano para os pr&oacute;ximos 18 meses, acrescentando que &#8220;agora a resposta precisa de uma estrat&eacute;gia integrada que coloque as mulheres em idade f&eacute;rtil no centro&#8221;.</p>
<p>Este surto surgiu no final do ano passado, no Brasil, e as autoridades sanit&aacute;rias detetaram a transmiss&atilde;o local do v&iacute;rus em mais de 60 pa&iacute;ses. Para a OMS, h&aacute; evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas da rela&ccedil;&atilde;o entre o cont&aacute;gio com o v&iacute;rus e o aumento de casos de malforma&ccedil;&atilde;o cong&eacute;nita em rec&eacute;m-nascidos, especialmente microcefalia e s&iacute;ndrome de Guillian-Barr&eacute;, que causa paralisia muscular e pode afetar os pulm&otilde;es.</p>
<p>A doen&ccedil;a foi tamb&eacute;m relacionada com outros transtornos neurol&oacute;gicos e problemas auditivos e de vis&atilde;o, motivo pelo qual a OMS recomenda que residentes e visitas das &aacute;reas afetadas se protejam das picadas e usem preservativos, uma vez que se demonstrou o cont&aacute;gio atrav&eacute;s do s&eacute;men de homens infetados.</p>
<p>&Agrave;s gr&aacute;vidas, a OMS recomenda que n&atilde;o viajem para as zonas afetadas, e se os parceiros viajaram para essas zonas, a organiza&ccedil;&atilde;o do sistema da ONU aconselha o uso do preservativo ou a abstin&ecirc;ncia sexual. O plano d&aacute; especial destaque &agrave; gest&atilde;o das complica&ccedil;&otilde;es da infe&ccedil;&atilde;o, pedindo um aumento das capacidades de resposta em todos os pa&iacute;ses afetados e naqueles que possam vir a estar.</p>
<p>Pede tamb&eacute;m um esfor&ccedil;o adicional na &aacute;rea da comunica&ccedil;&atilde;o para que todas as mulheres em idade f&eacute;rtil e companheiros tenham consci&ecirc;ncia dos riscos da doen&ccedil;a e formas de cont&aacute;gio.</p>
<p>Outros elementos incluem o controlo do mosquito &#8216;Aedes aegyti&#8217; (respons&aacute;vel tamb&eacute;m pela transmiss&atilde;o do Dengue, Chikungunya e febre amarela), e aconselhamento em educa&ccedil;&atilde;o sexual e sa&uacute;de reprodutiva, &#8220;no contexto social e legal de cada pa&iacute;s onde h&aacute; transmiss&atilde;o&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>OMS alerta para subida do risco do vírus Zika na Europa, mais intenso na Madeira</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/oms-alerta-para-subida-do-risco-do-virus-zika-na-europa-mais-intenso-na-madeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 09:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O risco de propaga&#231;&#227;o do v&#237;rus Zika na Europa subiu de baixo para moderado no final da primavera e no ver&#227;o, sendo mais intenso em regi&#245;es perif&#233;ricas como a Madeira ou a costa do Mar Negro, anunciou ontem a OMS. &#8220;Os novos dados publicados hoje [quarta-feira] mostram que h&#225; um risco de propaga&#231;&#227;o da doen&#231;a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214432" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/eb63149d9c12ea56cb5de9879451c7b7.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/eb63149d9c12ea56cb5de9879451c7b7.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/eb63149d9c12ea56cb5de9879451c7b7-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O risco de propaga&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus Zika na Europa subiu de baixo para moderado no final da primavera e no ver&atilde;o, sendo mais intenso em regi&otilde;es perif&eacute;ricas como a Madeira ou a costa do Mar Negro, anunciou ontem a OMS.</p>
<p><span id="more-1154"></span></p>
<p>&ldquo;Os novos dados publicados hoje [quarta-feira] mostram que h&aacute; um risco de propaga&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a do v&iacute;rus Zika na regi&atilde;o da Europa e que este risco varia de pa&iacute;s para pa&iacute;s&rdquo;, afirmou Zsuzsanna Jakab, diretor regional da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) para a Europa, num comunicado.</p>
<p>&ldquo;Com esta avalia&ccedil;&atilde;o de risco, a OMS quer informar e ajudar ao trabalho de prepara&ccedil;&atilde;o em cada pa&iacute;s europeu baseado no n&iacute;vel de risco. Apelamos especialmente aos pa&iacute;ses com risco mais elevado para refor&ccedil;arem as respetivas capacidades nacionais e para darem prioridade a atividades que previnam uma larga propaga&ccedil;&atilde;o do Zika&rdquo;, acrescentou.</p>
<p>Caso nada seja feito, a OMS prev&ecirc; um risco moderado de cont&aacute;gio com o v&iacute;rus em 18 pa&iacute;ses e elevado nas regi&otilde;es lim&iacute;trofes, designadamente, ilha da Madeira e na costa do Mar Negro, anuncia a OMS.</p>
<p>As regi&otilde;es com presen&ccedil;a do mosquito Aedes aegypti, o principal vetor de cont&aacute;gio, t&ecirc;m uma elevada probabilidade de transmiss&atilde;o do v&iacute;rus Zika. H&aacute; 18 pa&iacute;ses com um risco m&eacute;dio de transmiss&atilde;o, devido &agrave; presen&ccedil;a de uma segunda estirpe menos agressiva do mosquito, a Aedes albopictus. E h&aacute; 36 pa&iacute;ses com pouca, muito pouca ou nenhuma probabilidade de transmiss&atilde;o do v&iacute;rus devido &agrave; aus&ecirc;ncia do mosquito e de condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas para a sua instala&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Os inqu&eacute;ritos realizados pela OMS &agrave; capacidade de resposta por parte dos 51 pa&iacute;ses da Europa e do Liechtenstein revelam que 41 pa&iacute;ses (79%) t&ecirc;m uma boa e muito boa capacidade de resposta, ainda que as capacidades espec&iacute;ficas variem substancialmente, indica o comunicado.</p>
<p>Do cruzamento das probabilidades de cont&aacute;gio e das capacidades de resposta, a OMS chega &agrave; conclus&atilde;o que h&aacute; um risco baixo a moderado de propaga&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o da Europa do v&iacute;rus a partir do final da primavera e durante o ver&atilde;o.</p>
<p>A OMS recomenda aos pa&iacute;ses e regi&otilde;es com probabilidade moderada e elevada de cont&aacute;gio o refor&ccedil;o das atividades de controlo que previnam o aparecimento do mosquito e aumento das respetivas popula&ccedil;&otilde;es, e reduzam a sua densidade, em particular nas zonas com a presen&ccedil;a doa subesp&eacute;cie Aedes aegypti.</p>
<p>A organiza&ccedil;&atilde;o recomenda ainda apetrechamento dos profissionais de sa&uacute;de com o equipamento adequado para r&aacute;pida dete&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus e para reportarem o mais cedo poss&iacute;vel a primeira ocorr&ecirc;ncia local, assim como eventuais complica&ccedil;&otilde;es decorrentes de infe&ccedil;&otilde;es, num prazo de 24 horas ap&oacute;s diagn&oacute;stico</p>
<p>A OMS apela ainda ao encorajamento das popula&ccedil;&otilde;es para que reduzam os locais potenciais de reprodu&ccedil;&atilde;o do mosquito.</p>
<p>As pessoas em risco, especialmente gr&aacute;vidas, dever&atilde;o ser alvo de medidas especiais de prote&ccedil;&atilde;o contra a infe&ccedil;&atilde;o, incluindo a transmiss&atilde;o sexual.</p>
<p>E, finalmente, os pa&iacute;ses com estes n&iacute;veis de probabilidade de presen&ccedil;a do Zika e cont&aacute;gio do v&iacute;rus dever&atilde;o empregar esfor&ccedil;os redobrados para mitigar os seus efeitos e complica&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Todos os restantes pa&iacute;ses dever&atilde;o adotar estrat&eacute;gias de controlo de acordo com a probabilidade de transmiss&atilde;o local do v&iacute;rus, detetando o mais cedo poss&iacute;vel eventuais casos importados e facultando aconselhamento de sa&uacute;de p&uacute;blica a viajantes em e para pa&iacute;ses afetados.</p>
<p>O v&iacute;rus do Zika, transmitido pelo mosquito &#8216;Aedes aegypti&#8217;, provoca sintomas gripais benignos, mas est&aacute; tamb&eacute;m associado a microcefalia, doen&ccedil;a em que os beb&eacute;s nascem com o cr&acirc;nio anormalmente pequeno e d&eacute;fice intelectual, assim como ao s&iacute;ndroma de Guillain-Barr&eacute;, uma doen&ccedil;a neurol&oacute;gica grave.</p>
<p>O Brasil, o pa&iacute;s mais afetado pelo surto que come&ccedil;ou no ano passado, j&aacute; registou mais de um milh&atilde;o e meio de casos, havendo registo de 1.271 casos de microcefalia ou outras malforma&ccedil;&otilde;es do sistema nervoso central suspeitos de liga&ccedil;&atilde;o &agrave; infe&ccedil;&atilde;o por Zika.</p>
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		<item>
		<title>DGS preocupada com risco de importação de casos de febre amarela de Angola</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/dgs-preocupada-com-risco-de-importacao-de-casos-de-febre-amarela-de-angola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 09:39:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[angola]]></category>
		<category><![CDATA[dgs]]></category>
		<category><![CDATA[Direçãogeral da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco George]]></category>
		<category><![CDATA[Graça Freitas]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As autoridades de sa&#250;de em Portugal est&#227;o preocupadas com os mosquitos transmissores de doen&#231;as, na Regi&#227;o Aut&#243;noma da Madeira, e com o risco de importa&#231;&#227;o de casos de febre-amarela de Angola para Portugal, admitiu o diretor-geral da Sa&#250;de. Falando durante a apresenta&#231;&#227;o do &#8220;Plano Sa&#250;de &#38; Ver&#227;o&#8221;, da Dire&#231;&#227;o-Geral da Sa&#250;de (DGS), Francisco George alertou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214368" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/04/52568c24e240b502dc9c33c846cdefde.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/04/52568c24e240b502dc9c33c846cdefde.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/04/52568c24e240b502dc9c33c846cdefde-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>As autoridades de sa&uacute;de em Portugal est&atilde;o preocupadas com os mosquitos transmissores de doen&ccedil;as, na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira, e com o risco de importa&ccedil;&atilde;o de casos de febre-amarela de Angola para Portugal, admitiu o diretor-geral da Sa&uacute;de.</p>
<p><span id="more-1090"></span></p>
<p>Falando durante a apresenta&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Plano Sa&uacute;de &amp; Ver&atilde;o&rdquo;, da Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de (DGS), Francisco George alertou para a necessidade de se come&ccedil;ar a preven&ccedil;&atilde;o contra carra&ccedil;as e mosquitos, particularmente na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira, onde existe uma popula&ccedil;&atilde;o de mosquitos aedes aegypti, vetores de doen&ccedil;as como dengue, febre-amarela, chikungunya e zika.</p>
<p>&ldquo;Estamos preocupados com a Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira, onde h&aacute; mosquitos aedes aegypti, que motivam cuidados acrescidos&rdquo;, tais como resguardar as pessoas em &ldquo;ambientes com redes embebidas em inseticida&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Outra preocupa&ccedil;&atilde;o da DGS prende-se com a epidemia de febre-amarela em Angola e a poss&iacute;vel importa&ccedil;&atilde;o de casos para Portugal, cujo risco vai ser estudado, adiantou, lembrando, por exemplo, que os casos importados de zika t&ecirc;m aumentado.</p>
<p>Os riscos das doen&ccedil;as de transmiss&atilde;o vetorial, as medidas de preven&ccedil;&atilde;o e respostas a adotar para a popula&ccedil;&atilde;o v&atilde;o ser avaliados num encontro a ter lugar ainda este m&ecirc;s com as autoridades da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira, afirmou.</p>
<p>&ldquo;A avalia&ccedil;&atilde;o do risco para a Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira vai ser feita numa jornada a ter lugar no dia 12&rdquo;, encontro onde ser&aacute; tamb&eacute;m discutido o problema da febre-amarela em Angola e a poss&iacute;vel importa&ccedil;&atilde;o de casos, explicou, acrescentando que, nessa reuni&atilde;o, ser&atilde;o adotadas medidas para os cidad&atilde;os.</p>
<p>A epidemia de febre-amarela em Angola &ndash; a pior em 30 anos, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) &ndash; j&aacute; matou 218 pessoas entre dezembro, quando foi detetado o primeiro caso em Luanda, e o final de mar&ccedil;o.</p>
<p>De acordo com o mais recente boletim sobre a evolu&ccedil;&atilde;o da epidemia, do minist&eacute;rio angolano da Sa&uacute;de e da OMS, at&eacute; 31 de mar&ccedil;o estavam confirmados laboratorialmente 493 casos de febre-amarela, havendo registo de mais uma centena de casos suspeitos em dois dias.</p>
<p>Segundo a subdiretora-geral da Sa&uacute;de, Gra&ccedil;a Freitas, do &ldquo;Plano Sa&uacute;de &amp; Ver&atilde;o&rdquo; constam medidas como a campanhas de sensibiliza&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o sobre a import&acirc;ncia de fazerem uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, de se hidratarem, de prevenirem intoxica&ccedil;&otilde;es alimentares (mais frequentes em per&iacute;odos de calor), acidentes (como afogamentos), de se protegerem dos raios ultravioleta e de evitarem o consumo excessivo de &aacute;lcool.</p>
<p>Num balan&ccedil;o ao plano de conting&ecirc;ncia para a &eacute;poca de inverno, Gra&ccedil;a Freitas destacou que foi &ldquo;uma &eacute;poca bastante benigna, com impacto na mortalidade que n&atilde;o existiu&rdquo;, uma vez que o n&uacute;mero de mortes por s&iacute;ndrome gripal foi muito inferior a anos anteriores.</p>
<p>&ldquo;As temperaturas n&atilde;o foram muito baixas, os v&iacute;rus n&atilde;o tiveram uma atividade muito intensa, a vacina&ccedil;&atilde;o correu bem e os servi&ccedil;os conseguiram mostrar capacidade de resposta ao aumento de procura&rdquo;, sintetizou a respons&aacute;vel.</p>
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