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	<title>VIH Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<title>VIH Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<item>
		<title>Catarina Esteves Santos: Boas práticas de Enfermagem em prol dos doentes com VIH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2023 07:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Catarina Esteves Santos, Enfermeira na Consulta de Imunodeficiência do Hospital de Cascais, especialista em Saúde Mental e Psiquiatria e elemento do Grupo de Trabalho de Enfermagem da Associação Portuguesa Para o Estudo Clínico Da Sida (APECS), destaca o modelo organizacional da consulta onde trabalha, pelos resultados “muito eficientes” na ligação, adesão e vinculação aos cuidados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-215754" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2023/06/08fdee26dc54c68dc985651dbe4d24b3.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2023/06/08fdee26dc54c68dc985651dbe4d24b3.jpg 780w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2023/06/08fdee26dc54c68dc985651dbe4d24b3-300x154.jpg 300w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2023/06/08fdee26dc54c68dc985651dbe4d24b3-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Catarina Esteves Santos, Enfermeira na Consulta de Imunodeficiência do Hospital de Cascais, especialista em Saúde Mental e Psiquiatria e elemento do Grupo de Trabalho de Enfermagem da Associação Portuguesa Para o Estudo Clínico Da Sida (APECS), destaca o modelo organizacional da consulta onde trabalha, pelos resultados “muito eficientes” na ligação, adesão e vinculação aos cuidados de doentes com infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH). Saiba mais no <a href="https://online.fliphtml5.com/umold/oubo/#p=30" target="_blank" rel="noopener">Anuário do Enfermeiro 2023</a>.&nbsp;</p>
<p><span id="more-2448"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos 40 anos o tratamento da infeção pelo VIH sofreu grandes alterações graças aos avanços da ciência que fizeram com que atualmente a terapêutica antirretroviral (TARV) seja altamente eficaz, sendo possível prescrever regimes medicamentosos simplificados de um comprimido por dia, com poucos ou nenhuns efeitos secundários e muito bem tolerados.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta evolução permitiu redefinir o prognóstico da doença que passou de doença invariavelmente mortal para doença crónica.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade da vivência atual desta doença permite-nos vivenciar novas situações e encarar novos desafios, tais como:&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A possibilidade de eliminar a infeção por VIH quebrando a cadeia de transmissão -&gt; Indetectável = Intransmissível; existe evidência científica robusta demonstrando que uma pessoa que vive com VIH (PVVIH), medicada e controlada deixa de poder transmitir o vírus (em relações sexuais, sangue e vertical – na gravidez);</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tratamento simplificado e à data do diagnóstico;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Profilaxia antes da exposição a contactos de riscos (profilaxia pré-exposição) e logo após o contacto (profilaxia pós exposição);</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A primeira geração de pessoas que estão a envelhecer com VIH;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A primeira geração de jovens adultos que nasceram infetados por VIH e são agora pais de crianças seronegativas;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aumento de comorbilidades em idades mais precoces com impacto na qualidade de vida e nos resultados em saúde;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Testes rápidos na comunidade que permitem diagnósticos precoces e eficaz ligação aos cuidados de saúde;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Envolvimento e parcerias com as comunidade e municípios: Cidades na Via Rápida para Eliminar o VIH e Hepatites Víricas até 2030;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Suprimir o estigma e discriminação associado à desinformação;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Foco na qualidade de vida e tomada de decisão partilhada;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Aumentar a literacia em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A condição e circunstâncias de estar doente, ou ser doente, não mudou, assim como as vias de transmissão da infeção por VIH que advêm de comportamentos considerados de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova condição de estar doente e o impacto na saúde individual e/ou familiar pode marcar e desorganizar todos os que por ela passam e têm de a enfrentar para conseguir a aceitação.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta circunstância pode tornar a pessoa mais frágil, vulnerável e com medo &#8211; fatores potencialmente desorganizadores e que dificultam a ligação aos cuidados e adesão ideal ao tratamento. Este risco exige equipas de saúde diferenciadas da qual faz parte a Enfermagem, com uma maior sensibilidade, formação e um maior compromisso para a integridade no atendimento à PVVIH e às pessoas em risco de adquirir infeção por VIH.</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade e segurança dos cuidados devem ser prioridade e uma garantia absoluta da PVVIH que recorre às equipas de saúde. A acessibilidade a uma equipa de saúde diferenciada e eficaz são componentes importantes para a vivência adaptativa à nova condição de saúde.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A qualidade do cuidado prestado está diretamente relacionada à preparação adequada dos profissionais de saúde. Esta depende do desenvolvimento de competências essenciais que devem abranger três elementos específicos: conhecimento, competências e atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho na consulta de Imunodeficiência do Hospital de Cascais &#8211; com a coordenação da Dr.ª Inês Vaz Pinto, onde são seguidos doentes com infeção VIH e co-infecção a VHC/ VHB, com idade igual ou superior a 18 anos, inscritas no SNS e residir na área afeta ao hospital.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos que é fundamental o acolhimento e acompanhamento de Enfermagem com competências diferenciadas, como elemento da equipa de saúde que vai cuidar da PVIH.</p>
<p style="text-align: justify;">O envolvimento pela Enfermagem é realizado logo à admissão, na consulta de Acolhimento ou de primeira vez.&nbsp; Esta consulta realiza-se imediatamente antes da consulta médica – o foco é a aceitação do estado de saúde e a promoção de uma adesão ótima ao regime medicamentoso e plena retenção aos cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">A consulta permite ao utente gerir de forma eficaz e resiliente a nova condição de saúde, adaptar-se e reorganizar-se com o novo diagnóstico de forma empoderada, informada e esclarecida.</p>
<p style="text-align: justify;">As intervenções da Enfermagem são várias e fundamentam-se na educação para a saúde sobre a doença. Fazem-se os ensinos inerentes ao diagnóstico, ao utente e/ou família se, e quando, o doente o desejar: a doença, a evolução, o regime medicamentoso, a eficácia de medicação, as vias de transmissão, os cuidados a ter no dia a dia, os ensinos acerca do comportamento sexual, confidencialidade e sigilo profissional. Reforçam-se os ganhos em saúde com a vigilância eficaz da doença e a perda de saúde quando há incumprimento do plano terapêutico. Procura-se identificar as barreiras à adesão de forma a conseguirmos prever/ antecipar problemas. Finalmente, são realizados ensaios sobre os procedimentos da consulta para a realização de análises, levantamento de medicação e acessos à consulta.&nbsp; Quando existe o desejo do utente, também se colabora na revelação de diagnóstico a terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">A mais-valia da consulta de acolhimento pela Enfermagem prende-se com a autoeficácia do indivíduo na gestão da doença e na reorganização face ao novo diagnóstico. O objetivo principal é conseguir a manutenção da ligação e retenção nos cuidados de saúde, integrar o utente como parte da equipa de saúde e assim atingir o máximo de ganhos em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação ativa e informada da PVVIH na tomada de decisão é muito importante, por isso, é necessário informar, educar, esclarecer e responsabilizar o principal interveniente no processo com comportamento de procura de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O papel da Enfermagem na área do VIH pode ser extenso, com uma ampla abrangência, desde a prevenção e rastreio, passando pela prestação de cuidados em todas as dimensões do cuidar, e a sua execução em variados contextos, dentro e fora do hospital.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma equipa multidisciplinar, da qual faz parte um enfermeiro com conhecimentos diferenciados e competências especializadas, permite garantir cuidados centrados na pessoa, com foco na promoção de respostas positivas a nível individual, prevenção de doenças e ganhos em saúde na pessoa como um todo, inseridos na família e na comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cuidados de enfermagem devem ser de excelência para garantir que as PVVIH são colocadas no centro de tudo o que fazemos, por isso as competências de Enfermagem na infeção por VIH devem fundamentar-se em:&nbsp;</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li aria-level="1">Estabelecer uma relação de ajuda, empática e de confiança, no acolhimento e atendimento à PVVIH e família;</li>
<li aria-level="1">Prestar cuidados de Enfermagem individualizados, humanizados e holísticos, com base em conhecimentos científicos e técnicas atualizadas;</li>
<li aria-level="1">Desenvolver habilidades científicas, técnicas e relacionais, de forma a poder prevenir complicações inerentes à doença e tratamentos;</li>
<li aria-level="1">Ajudar a PVVIH e família a desenvolverem estratégias que visem a maximização do potencial de saúde, a prevenção de doenças associadas, a eficiência do tratamento prestado, a reinserção social e a continuidade de cuidados, com o objetivo de promoção da Saúde;</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">As intervenções autónomas de Enfermagem vão ao encontro das necessidades específicas da pessoa no momento de confrontação com o diagnóstico. Sabemos que o diagnóstico tem um impacto significativo na vida da pessoa, e através da prestação de cuidados de qualidade e holísticos potenciamos a mobilização dos recursos interiores da pessoa para que a adaptação e aceitação da condição de viver com VIH aconteça de forma construtiva e empoderada.</p>
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		<title>ONU quer acabar com pandemia de sida até 2030</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/onu-quer-acabar-com-pandemia-de-sida-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 08:58:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[hiv]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Sida]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organiza&#231;&#227;o das Na&#231;&#245;es Unidas (ONU) decidiu acelerar a resposta &#224; pandemia de sida, apesar da contrariedade dos russos np que toca a consumidores de drogas e homossexuais. Uma declara&#231;&#227;o pol&#237;tica foi adotada pela assembleia geral da ONU, onde se sublinhou a necessidade de ajudar consumidores de drogas por inje&#231;&#227;o, trabalhadores sexuais, homossexuais, pessoas transg&#233;nero [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214461" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/2735facec1d89ee0a8d2497f18c9f8af.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/2735facec1d89ee0a8d2497f18c9f8af.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/2735facec1d89ee0a8d2497f18c9f8af-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) decidiu acelerar a resposta &agrave; pandemia de sida, apesar da contrariedade dos russos np que toca a consumidores de drogas e homossexuais.</p>
<p><span id="more-1183"></span></p>
<p>Uma declara&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica foi adotada pela assembleia geral da ONU, onde se sublinhou a necessidade de ajudar consumidores de drogas por inje&ccedil;&atilde;o, trabalhadores sexuais, homossexuais, pessoas transg&eacute;nero e prisioneiros que estejam sob risco de contra&ccedil;&atilde;o do VIH.</p>
<p>A epidemia de VIH tem estado em decl&iacute;nio ao longo da &uacute;ltima d&eacute;cada, mas ainda existem 36,7 milh&otilde;es de pessoas no mundo que vivem com o VIH/sida, na sua maioria na &Aacute;frica subsariana.</p>
<p>O secret&aacute;rio-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou aos delegados que &ldquo;a sida est&aacute; longe de ter acabado&rdquo; e que o mundo tem uma oportunidade nos pr&oacute;ximos cinco anos para &ldquo;alterar radicalmente a trajet&oacute;ria da epidemia&rdquo;.</p>
<p>O secret&aacute;rio-geral da ONU apelou ao tratamento e ao cuidado &ldquo;sem discrimina&ccedil;&atilde;o&rdquo; de todas as pessoas que vivem com o VIH. De forma espec&iacute;fica, apontou &ldquo;jovens, migrantes, mulheres e raparigas, trabalhadores sexuais, homens que t&ecirc;m sexo com outros homens, pessoas que injetam drogas, pessoas transg&eacute;nero e prisioneiros&rdquo;.</p>
<p>A declara&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica assenta no plano anterior da ONU, aprovado h&aacute; cinco anos, mas agora enfatiza o cuidado com os mais vulner&aacute;veis &agrave; infe&ccedil;&atilde;o do VIH.</p>
<p>A Federa&ccedil;&atilde;o Russa, solicitou mudan&ccedil;as ao novo foco, acrescentando refer&ecirc;ncias &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o nacional no que se refere a homossexuais, consumidores de droga e prisioneiros, informaram diplomatas e grupos da sociedade civil.</p>
<p>As propostas russas foram rejeitadas por receio de poderem permitir &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o Russa, ao Ir&atilde;o e a outros pa&iacute;ses, que criminalizam a homossexualidade, negarem tratamentos e cuidados a homossexuais.</p>
<p>A ministra da Sa&uacute;de russa, Veronica Skvortsova, afirmou durante a reuni&atilde;o que os governos t&ecirc;m o &ldquo;direito soberano&rdquo; de decidir a sua estrat&eacute;gia de sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
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		<item>
		<title>GAT quer medicamentos para VIH mais baratos e centros de rastreio mais habilitados</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/gat-quer-medicamentos-para-vih-mais-baratos-e-centros-de-rastreio-mais-habilitados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2016 08:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[GAT]]></category>
		<category><![CDATA[hiv]]></category>
		<category><![CDATA[Sida]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo de ativistas sobre tratamentos de VIH/SIDA quer que o parlamento aprove uma resolu&#231;&#227;o com medidas de maior apoio a estes doentes, como a redu&#231;&#227;o do pre&#231;o dos medicamentos e melhores respostas para grupos mais vulner&#225;veis. O GAT &#8211; Grupo Portugu&#234;s de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA vai na quarta-feira &#224; Comiss&#227;o Parlamentar de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214456" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/7bc8cb8699a452430e95a37b47c70175.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/7bc8cb8699a452430e95a37b47c70175.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/06/7bc8cb8699a452430e95a37b47c70175-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O grupo de ativistas sobre tratamentos de VIH/SIDA quer que o parlamento aprove uma resolu&ccedil;&atilde;o com medidas de maior apoio a estes doentes, como a redu&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o dos medicamentos e melhores respostas para grupos mais vulner&aacute;veis.</p>
<p><span id="more-1178"></span></p>
<p>O GAT &ndash; Grupo Portugu&ecirc;s de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA vai na quarta-feira &agrave; Comiss&atilde;o Parlamentar de Sa&uacute;de para auscultar a disponibilidade das v&aacute;rias for&ccedil;as partid&aacute;rias para uma resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica sobre as epidemias de VIH, Tuberculose, Hepatites Virais e Infe&ccedil;&otilde;es Sexualmente Transmiss&iacute;veis (IST).</p>
<p>Segundo Lu&iacute;s Mend&atilde;o, dirigente do GAT, &eacute; pertinente rever a primeira resolu&ccedil;&atilde;o sobre o VIH, que foi aprovada em 2011, pois houve &ldquo;uma s&eacute;rie de coisas que foram recomendadas que n&atilde;o chegaram a ser implementadas, mas tamb&eacute;m houve avan&ccedil;os cient&iacute;ficos e novos conhecimentos sobre as epidemias que fazem com que seja necess&aacute;rio rever a resolu&ccedil;&atilde;o de 2011&rdquo;.</p>
<p>Entre as medidas preconizadas pelo GAT est&aacute; a cria&ccedil;&atilde;o de centros que fa&ccedil;am o rastreio a v&aacute;rias doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis pela mesma via.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o faz sentido abrir centros de rastreios apenas para VIH quando h&aacute; doen&ccedil;as, como a tuberculose ou a hepatite C, que podem estar relacionadas e ter a mesma via de transmiss&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Outra medida que o GAT considera ser urgente desenvolver &eacute; a de adaptar o Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de (SNS) aos grupos e popula&ccedil;&otilde;es mais vulner&aacute;veis e expostos, como &eacute; o caso dos reclusos, dos consumidores de drogas injet&aacute;veis, dos homens que fazem sexo com outros homens, imigrantes da &Aacute;frica subsariana e trabalhadores sexuais.</p>
<p>&ldquo;Estes centros de rastreio devem ser adaptados para responder &agrave;s necessidades destas popula&ccedil;&otilde;es. Os nossos centos de sa&uacute;de muitas vezes n&atilde;o t&ecirc;m resposta adequada a pessoas com outra l&iacute;ngua, com sexualidade minorit&aacute;ria, ou com uso de droga&rdquo;, explicou, acrescentando: &ldquo;queremos que o SNS funcione melhor e pensamos que deve ser complementado por respostas espec&iacute;ficas para determinadas popula&ccedil;&otilde;es&rdquo;.</p>
<p>Outro assunto que o GAT tamb&eacute;m vai levar &agrave; Comiss&atilde;o de Sa&uacute;de &eacute; o problema do pre&ccedil;o dos medicamentos, &ldquo;que continua a n&atilde;o ser suficientemente colocado como prioridade&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Aumenta muito o n&uacute;mero de pessoas a serem tratadas, mas isso n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel sem renegocia&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os praticados&rdquo;, afirma Lu&iacute;s Mend&atilde;o.</p>
<p>O respons&aacute;vel lembrou que existem atualmente cerca de 30 mil pessoas em tratamento, com um custo que ronda os 250 milh&otilde;es de euros ano.</p>
<p>A manterem-se estes custos, se forem tratadas mais 15 mil pessoas nos pr&oacute;ximos quatro anos, que &eacute; o grande objetivo da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de, significar&aacute; um aumento de 50% com medicamentos, afirmou, acrescentando que no caso do VIH os medicamentos s&atilde;o 80% dos custos totais do tratamento.</p>
<p>No entanto, sublinhou que as associa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o devem servir s&oacute; para gastar dinheiro ou para pressionar os Governos a negociar baixas de pre&ccedil;o, devem tamb&eacute;m servir para alocar as despesas.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o queremos ser usados para pressionar a baixar o pre&ccedil;o dos medicamentos sem que haja um compromisso pol&iacute;tico para tratar mais e melhor. As pessoas devem come&ccedil;ar a ser tratadas logo que diagnosticadas e ser diagnosticadas o mais cedo poss&iacute;vel&rdquo;, salientou.</p>
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		<item>
		<title>Associação distribui preservativos na cidade de Lisboa</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/associacao-distribui-preservativos-na-cidade-de-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2016 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sida]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A infe&#231;&#227;o pelo HIV est&#225; a aumentar na Europa a preocupado com este fen&#243;meno o GAT &#8211; Grupo de Ativistas em Tratamentos vai distribuir preservativos na cidade de Lisboa no dia 12 de fevereiro, e assim assinalar o Dia Internacional do Preservativo. Promover o uso do preservativo como meio de preven&#231;&#227;o da infe&#231;&#227;o pelo VIH [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214277" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/b2817edf79750dc373157d782cce30ec.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/b2817edf79750dc373157d782cce30ec.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/b2817edf79750dc373157d782cce30ec-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A infe&ccedil;&atilde;o pelo HIV est&aacute; a aumentar na Europa a preocupado com este fen&oacute;meno o GAT &ndash; Grupo de Ativistas em Tratamentos vai distribuir preservativos na cidade de Lisboa no dia 12 de fevereiro, e assim assinalar o Dia Internacional do Preservativo.<span id="_mce_caret" data-mce-bogus="1"><em data-mce-bogus="1"></em></span></p>
<p><span id="more-994"></span></p>
<p>Promover o uso do preservativo como meio de preven&ccedil;&atilde;o da infe&ccedil;&atilde;o pelo VIH e outras infe&ccedil;&otilde;es sexualmente transmiss&iacute;veis &eacute; o objetivo da associa&ccedil;&atilde;o que decidiu ainda celebrar a efem&eacute;ride com a pintura de um mural pelo street artist Hibashira.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Investigação liderada por português avança no estudo de vacina contra a sida</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/investigacao-liderada-por-portugues-avanca-no-estudo-de-vacina-contra-a-sida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 12:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Garcês Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[PGT121]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
		<category><![CDATA[VIH/Sida]]></category>
		<category><![CDATA[vírus da Sida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores liderada pelo portugu&#234;s Fernando Garc&#234;s Ferreira conseguiu dar mais um passo para uma poss&#237;vel vacina contra o v&#237;rus da Sida, ao determinar como anticorpos muito potentes evoluem em contacto com o VIH. Em 2014, o grupo de cientistas, do Scripps Research Institute, nos Estados Unidos, descobriu que uma fam&#237;lia de anticorpos [&#8230;]</p>
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<p>Uma equipa de investigadores liderada pelo portugu&ecirc;s Fernando Garc&ecirc;s Ferreira conseguiu dar mais um passo para uma poss&iacute;vel vacina contra o v&iacute;rus da Sida, ao determinar como anticorpos muito potentes evoluem em contacto com o VIH.</p>
<p><span id="more-850"></span></p>
<p>Em 2014, o grupo de cientistas, do Scripps Research Institute, nos Estados Unidos, descobriu que uma fam&iacute;lia de anticorpos muito potentes que se desenvolveu numa pessoa infetada com o VIH &#8211; a PGT121 &#8211; neutralizava n&atilde;o apenas o v&iacute;rus que infetava essa pessoa, mas tamb&eacute;m 80 por cento de todas as variantes do v&iacute;rus que existem nos humanos no mundo.</p>
<p>&#8220;Uma fam&iacute;lia de anticorpos que se poderia adaptar rapidamente &agrave;s constantes modifica&ccedil;&otilde;es do v&iacute;rus, o que nos d&aacute; esperan&ccedil;a de que o sistema imunit&aacute;rio humano &eacute; capaz de controlar [a infe&ccedil;&atilde;o]&#8221;, assinalou &agrave; <em>Lusa</em> o investigador Fernando Garc&ecirc;s Ferreira, coordenador do estudo.</p>
<p>Feita a descoberta, a equipa lan&ccedil;ou-se a um novo desafio: saber como esses anticorpos, produzidos nas c&eacute;lulas B (c&eacute;lulas do sistema imunit&aacute;rio), evolu&iacute;am no organismo em contacto com o v&iacute;rus, que &#8220;est&aacute; em constante muta&ccedil;&atilde;o para escapar &agrave; a&ccedil;&atilde;o do sistema imunit&aacute;rio&#8221;.</p>
<p>Depois, &#8220;reproduzir essa evolu&ccedil;&atilde;o numa vacina&#8221;, explicou Fernando Garc&ecirc;s Ferreira.</p>
<p>Segundo o investigador, &#8220;a evolu&ccedil;&atilde;o dos anticorpos PGT121, que &eacute; prov&aacute;vel ter demorado 2-3 anos [numa pessoa infetada com o VIH], est&aacute; intimamente ligada &agrave; pr&oacute;pria evolu&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus, neste caso para escapar &agrave; a&ccedil;&atilde;o dos anticorpos PGT121&#8221;.</p>
<p>Recorrendo a t&eacute;cnicas da biologia estrutural, a equipa obteve imagens moleculares tridimensionais, de resolu&ccedil;&atilde;o at&oacute;mica, da evolu&ccedil;&atilde;o dos anticorpos (que s&atilde;o prote&iacute;nas, mol&eacute;culas) em contacto com o VIH, para &#8220;chegarem a uma forma eficiente&#8221; de neutralizar o v&iacute;rus.</p>
<p>Para Fernando Garc&ecirc;s Ferreira, &eacute; poss&iacute;vel, pois, &#8220;fazer uma vacina que dirija os anticorpos PGT121 a evolu&iacute;rem desta maneira&#8221;.</p>
<p>O investigador vai mais longe: &#8220;Vamos entender de tal maneira como o sistema imunit&aacute;rio funciona que vamos ser capazes de desenvolver vacinas seja para o que for&#8221;.</p>
<p>Um prot&oacute;tipo da vacina, que j&aacute; est&aacute; a ser testado em ratinhos, foi &#8216;desenhado&#8217; pelo mesmo grupo de cientistas, que se socorreu de tecnologias de biologia molecular.</p>
<p>Com este m&eacute;todo, &#8216;desenharam&#8217; a express&atilde;o de prote&iacute;nas da superf&iacute;cie do v&iacute;rus, que, explicou Fernando Garc&ecirc;s Ferreira, s&atilde;o as &uacute;nicas reconhecidas pelo sistema imunit&aacute;rio humano como invasoras, e, por isso, s&atilde;o o alvo de a&ccedil;&atilde;o dos anticorpos PGT121.</p>
<p>De acordo com o investigador, s&atilde;o essas prote&iacute;nas do v&iacute;rus, &#8220;prote&iacute;nas do envelope do VIH&#8221;, que v&atilde;o ser a vacina.</p>
<p>As prote&iacute;nas virais ter&atilde;o de ter &#8220;ligeiras modifica&ccedil;&otilde;es&#8221; para &#8220;estimularem o sistema imunit&aacute;rio a produzir os anticorpos&#8221; no ponto desej&aacute;vel para &#8216;matar&#8217; o VIH, adiantou.</p>
<p>Os resultados da mais recente investiga&ccedil;&atilde;o da equipa de Fernando Garc&ecirc;s Ferreira foram publicados esta semana na revista Immunity.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Quase 200 pessoas com infeção pelo VIH morreram o ano passado, 126 com sida</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/quase-200-pessoas-com-infecao-pelo-vih-morreram-o-ano-passado-126-com-sida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 12:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infeção VIH/SIDA: a situação em Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[INSA]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Nacional de Saúde Dr Ricardo Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Sida]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus da Imunodeficiência Humana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase 200 pessoas com infe&#231;&#227;o pelo V&#237;rus da Imunodefici&#234;ncia Humana (VIH) morreram em 2014, das quais 126 com sida, indica o relat&#243;rio &#8220;Infe&#231;&#227;o VIH/SIDA: a situa&#231;&#227;o em Portugal&#8221;, elaborado pelo Instituto Nacional de Sa&#250;de Dr. Ricardo Jorge (INSA). Da autoria do Departamento de Doen&#231;as Infeciosas do INSA, o documento indica que, de acordo com as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214099" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/bedd85fe36f92bf9288d87a48e3bbfff.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/bedd85fe36f92bf9288d87a48e3bbfff.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/bedd85fe36f92bf9288d87a48e3bbfff-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Quase 200 pessoas com infe&ccedil;&atilde;o pelo V&iacute;rus da Imunodefici&ecirc;ncia Humana (VIH) morreram em 2014, das quais 126 com sida, indica o relat&oacute;rio &ldquo;Infe&ccedil;&atilde;o VIH/SIDA: a situa&ccedil;&atilde;o em Portugal&rdquo;, elaborado pelo Instituto Nacional de Sa&uacute;de Dr. Ricardo Jorge (INSA).</p>
<p><span id="more-813"></span></p>
<p>Da autoria do Departamento de Doen&ccedil;as Infeciosas do INSA, o documento indica que, de acordo com as notifica&ccedil;&otilde;es recebidas no INSA at&eacute; 30 de junho de 2015, em 2014 foram diagnosticadas 920 novas infe&ccedil;&otilde;es por VIH.</p>
<p>No mesmo ano foram registados 196 &oacute;bitos &rdquo;em pessoas com infe&ccedil;&atilde;o por VIH, das quais 126 em estadio sida&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A maioria das mortes (78%) observou-se em homens e a idade mediana &agrave; data do &oacute;bito foi de 49 anos. Em 43% dos heterossexuais a morte ocorreu nos cinco anos subsequentes ao diagn&oacute;stico, enquanto para 70% dos toxicodependentes as mortes aconteceram 10 ou mais anos ap&oacute;s o diagn&oacute;stico de infe&ccedil;&atilde;o por VIH&rdquo;, l&ecirc;-se no relat&oacute;rio, a que a Lusa teve hoje acesso, quando se assinalada o Dia Mundial da Luta Contra a Sida.</p>
<p>Desde 1983 foram notificados em Portugal 52.694 casos de infe&ccedil;&atilde;o por VIH.</p>
<p>Os autores alertam para &ldquo;o aumento do n&uacute;mero de novos diagn&oacute;sticos de infe&ccedil;&atilde;o por VIH em homens que t&ecirc;m rela&ccedil;&otilde;es sexuais com homens (HSH)&rdquo;, o qual consideram uma &ldquo;causa de preocupa&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Uma maior consciencializa&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de para este facto e a eventual cria&ccedil;&atilde;o de estruturas de base comunit&aacute;ria espec&iacute;ficas para HSH poder&atilde;o contribuir para melhorar a preven&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico precoce neste grupo&rdquo;, prossegue o documento.</p>
<p>A maioria (71,1%) dos casos de infe&ccedil;&atilde;o pelo VIH ocorreu em naturais de Portugal.</p>
<p>&ldquo;Dos 235 casos que referiam ter nascido noutro pa&iacute;s, 70,6% provinham da &Aacute;frica subsariana e 21,3% da Am&eacute;rica latina&rdquo;, refere o documento.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Falta de verbas deixa 1.500 doentes com VIH em risco de perder apoios para o ano</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/falta-de-verbas-deixa-1-500-doentes-com-vih-em-risco-de-perder-apoios-para-o-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2015 12:59:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Abraço]]></category>
		<category><![CDATA[António Diniz]]></category>
		<category><![CDATA[apoio social]]></category>
		<category><![CDATA[Gonçalo Lobo]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional para a Infeção VIH/Sida]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perto de 1.500 doentes com VIH em situa&#231;&#227;o de elevada depend&#234;ncia correm o risco de ficar sem apoio social porque as institui&#231;&#245;es que os ajudam n&#227;o t&#234;m dinheiro para o pr&#243;ximo ano, disse &#224; Lusa o presidente da Abra&#231;o. Em causa est&#227;o doentes muito dependentes destas institui&#231;&#245;es, designadamente em apoio domicili&#225;rio ou at&#233; acamados em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214093" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/cf0c9728d8bedab6603748ee4cc837b5.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/cf0c9728d8bedab6603748ee4cc837b5.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/cf0c9728d8bedab6603748ee4cc837b5-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Perto de 1.500 doentes com VIH em situa&ccedil;&atilde;o de elevada depend&ecirc;ncia correm o risco de ficar sem apoio social porque as institui&ccedil;&otilde;es que os ajudam n&atilde;o t&ecirc;m dinheiro para o pr&oacute;ximo ano, disse &agrave; <em>Lusa</em> o presidente da Abra&ccedil;o.</p>
<p><span id="more-805"></span></p>
<p>Em causa est&atilde;o doentes muito dependentes destas institui&ccedil;&otilde;es, designadamente em apoio domicili&aacute;rio ou at&eacute; acamados em unidades residenciais.</p>
<p>&ldquo;No final deste ano ficamos sem financiamento e, a partir de janeiro, oito institui&ccedil;&otilde;es operantes na &aacute;rea do VIH, 10 projetos no total, ficam a descoberto em termos de financiamento. Estamos a falar de pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de elevada depend&ecirc;ncia, que precisam de apoio domicili&aacute;rio di&aacute;rio, estamos a falar de uma unidade residencial que tem pessoas acamadas e n&oacute;s n&atilde;o sabemos em janeiro o que havemos de fazer nem com os utentes nem com os funcion&aacute;rios destes projetos&rdquo;, desabafou Gon&ccedil;alo Lobo.</p>
<p>O problema foi conhecido quarta-feira passada (25 de novembro), durante uma reuni&atilde;o com o presidente do Programa Nacional para a Infe&ccedil;&atilde;o VIH/Sida.</p>
<p>&ldquo;Tivemos uma reuni&atilde;o com o Dr. Ant&oacute;nio Diniz e vamos ter um problema ainda maior em m&atilde;os que &eacute; o que &eacute; que vamos fazer &agrave; quantidade de utentes que temos em respostas sociais e que a partir de janeiro n&atilde;o v&atilde;o ter mais apoio por parte do Estado, do Governo&rdquo;, afirmou Gon&ccedil;alo Lobo.</p>
<p>Segundo dados recolhidos pela Abra&ccedil;o, sete institui&ccedil;&otilde;es que operam nas regi&otilde;es de Lisboa, Porto, Amadora, Odivelas e Cascais &ndash; Abra&ccedil;o, Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS), Sol, Positivo, Ser+, AJPAS e Passo a Passo &ndash; prestam apoio social a 1.492 doentes com VIH Sida, entre os quais 14 crian&ccedil;as na associa&ccedil;&atilde;o Sol.</p>
<p>Em causa ficam tamb&eacute;m uma centena de funcion&aacute;rios &ndash; 59 contratados e 41 em regime de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os &ndash; a quem as associa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sabem o que fazer.</p>
<p>Na depend&ecirc;ncia da LPCS est&atilde;o 629 utentes que correm o risco de ficar sem respostas sociais, problema extens&iacute;vel aos 165 utentes ajudados pela Abra&ccedil;o.</p>
<p>&ldquo;A nossa grande preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; o que fazer, no caso da Abra&ccedil;o, a cerca de 200 pessoas que n&atilde;o sabemos onde havemos de coloc&aacute;-las e a cerca de 40 a 50 funcion&aacute;rios que n&atilde;o sabemos o que fazer em rela&ccedil;&atilde;o a eles&rdquo;, disse Gon&ccedil;alo Lobo.</p>
<p>Para tentar encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o para o problema, as associa&ccedil;&otilde;es v&atilde;o entregar uma carta ao Governo, v&atilde;o pedir audi&ecirc;ncias e no dia 1 de janeiro v&atilde;o juntar-se na Assembleia da Rep&uacute;blica para &ldquo;manifestar o seu luto perante a situa&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel continuar neste funcionamento de todos os anos n&atilde;o sabermos qual a continuidade para o ano que vem. Depois, passados quatro anos n&atilde;o sabemos o que fazer aos utentes, e estamos a falar de pessoas que j&aacute; est&atilde;o connosco h&aacute; 15 anos. &Eacute; impens&aacute;vel n&atilde;o continuarmos com estas pessoas e n&atilde;o sabemos como v&atilde;o ser absorvidas pelo sistema, se elas t&ecirc;m sequer enquadramento&rdquo;, afirmou o respons&aacute;vel da Abra&ccedil;o.</p>
<p>A falta de verbas para o pr&oacute;ximo ano coloca-se porque o anterior programa de financiamento (ADIS) contemplava quatro anos, que terminam no final deste ano e findo o qual &eacute; necess&aacute;rio abrir novo concurso p&uacute;blico, o que s&oacute; poder&aacute; acontecer depois de aprovado o Or&ccedil;amento do Estado.</p>
<p>&ldquo;O Or&ccedil;amento do Estado s&oacute; est&aacute; previsto para fevereiro, por isso s&oacute; depois disso &eacute; que a Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de pode abrir novo concurso. At&eacute; que o concurso esteja finalizado demora cerca de 3 meses, por isso estamos a falar em junho do ano que vem, sen&atilde;o mais tarde&rdquo;.</p>
<p>Gon&ccedil;alo Lobo explicou que as institui&ccedil;&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m capacidade financeira instalada para dar resposta a seis meses de funcionamento de apoios domicili&aacute;rios, de unidades residenciais e de centros de atendimento.</p>
<p>Inicialmente a Abra&ccedil;o tinha previsto dedicar o Dia Mundial de Luta contra a Sida, que se assinala no dia 1 de dezembro, &agrave;s comunidades imigrantes, uma prioridade que foi relegada para segundo plano, quando tomou conhecimento da grave situa&ccedil;&atilde;o financeira que tem &agrave; porta.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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