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	<title>vacina Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2026 15:17:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>vacina Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<item>
		<title>Vacinação: a melhor arma contra a gripe</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/opiniao/vacinacao-a-melhor-arma-contra-a-gripe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Paiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2017 11:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de a gripe ser de evolu&#231;&#227;o benigna, subjaz a esta doen&#231;a uma elevada taxa de morbilidade e mortalidade. &#160; Para al&#233;m disso, existe um conjunto de implica&#231;&#245;es que assumem um impacte importante na sociedade em geral, destacando-se, desde j&#225;, um maior consumo de recursos de sa&#250;de, um maior absentismo laboral e outros custos que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de a gripe ser de evolu&ccedil;&atilde;o benigna, subjaz a esta doen&ccedil;a uma elevada taxa de morbilidade e mortalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-1509"></span></p>
<p>Para al&eacute;m disso, existe um conjunto de implica&ccedil;&otilde;es que assumem um impacte importante na sociedade em geral, destacando-se, desde j&aacute;, um maior consumo de recursos de sa&uacute;de, um maior absentismo laboral e outros custos que n&atilde;o s&atilde;o pass&iacute;veis de mensurar. Sendo a vacina&ccedil;&atilde;o a forma mais eficaz na preven&ccedil;&atilde;o desta doen&ccedil;a e das suas complica&ccedil;&otilde;es, a sensibiliza&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia desta pr&aacute;tica dever&aacute; nortear a atua&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de, pois desta forma estar&aacute; a concorrer para uma diminui&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia da gripe e para a diminui&ccedil;&atilde;o da preval&ecirc;ncia de co-morbilidades associadas.</p>
<p>Na verdade, estes indicadores, nos &uacute;ltimos anos t&ecirc;m vindo a fixar-se em valores consideravelmente altos. De acordo com o relat&oacute;rio do Programa Nacional de Vigil&acirc;ncia da Gripe, a &eacute;poca de gripe sazonal 2014/2015 foi a mais mortal dos &uacute;ltimos 16 anos, estimando-se que tenha havido cerca de 5591 mortes acima do esperado. Pensa-se que este aumento esteja associado ao frio extremo que se fez sentir um pouco por todo o pa&iacute;s, ao aumento da incid&ecirc;ncia de infe&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias agudas, &agrave; atividade gripal e &agrave; baixa ades&atilde;o &agrave; campanha de vacina&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>N&atilde;o admira, por isso, que a vacina&ccedil;&atilde;o contra a gripe seja fortemente recomendada, sendo por essa raz&atilde;o distribu&iacute;da gratuitamente no Sistema Nacional de Sa&uacute;de a grupos de risco, de acordo com a Orienta&ccedil;&atilde;o da Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de n.&ordm; 004/2016 de 23/09/2016, nomeadamente a:</p>
<p>&#8211; Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos;</p>
<p>&#8211; Pessoas, independentemente da idade residentes em institui&ccedil;&otilde;es;</p>
<p>&#8211; Pessoas, independentemente da idade, sujeitas a terap&ecirc;utica de substitui&ccedil;&atilde;o renal cr&oacute;nica (di&aacute;lise), submetidas a transplante de c&eacute;lulas precursoras hematopoi&eacute;ticas ou de &oacute;rg&atilde;os s&oacute;lidos.</p>
<p>&#8211; Pessoas, independentemente da idade, com Trissomia 21, aguardando transplante, sob quimioterapia, fibrose qu&iacute;stica, d&eacute;fice de alfa-antitripsina sob terap&ecirc;utica de substitui&ccedil;&atilde;o, doen&ccedil;a neuromuscular com comprometimento da fun&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria, da elimina&ccedil;&atilde;o de secre&ccedil;&otilde;es ou com risco aumentado de aspira&ccedil;&atilde;o de secre&ccedil;&otilde;es, desde que possuem declara&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica referindo a sua inclus&atilde;o num destes grupos de risco</p>
<p>&#8211; Profissionais de sa&uacute;de do SNS com recomenda&ccedil;&atilde;o para serem vacinados.</p>
<p>Para todas as outras pessoas n&atilde;o abrangidas pela vacina&ccedil;&atilde;o gratuita, a vacina contra a gripe &eacute; dispensada nas farm&aacute;cias, mediante uma prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica e com comparticipa&ccedil;&atilde;o de 37%.</p>
<p>A import&acirc;ncia da vacina&ccedil;&atilde;o prende-se com uma quest&atilde;o b&aacute;sica de sa&uacute;de p&uacute;blica &ndash; a imuniza&ccedil;&atilde;o de grupo, protegendo-se, deste modo, popula&ccedil;&otilde;es vulner&aacute;veis, dado &agrave; sua condi&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, potenciando a sua prote&ccedil;&atilde;o e a daqueles com quem convivem de perto.</p>
<p>Ao enfermeiro, est&aacute; reservado o des&iacute;gnio de exercer a sua profiss&atilde;o com &ldquo;(&hellip;) compet&ecirc;ncias cient&iacute;fica, t&eacute;cnica e humana para a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de enfermagem gerais ao individuo, fam&iacute;lia, grupos e comunidade, aos n&iacute;veis da preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, secund&aacute;ria e terci&aacute;ria&rdquo;, como definido no REPE &#8211; Regulamento do Exerc&iacute;cio Profissional dos Enfermeiros, no seu artigo 4&ordm; ponto 2. Assim sendo, dever&aacute; pautar a sua atua&ccedil;&atilde;o, com base em um corpo de conhecimentos que lhe permite decidir, conscientemente, e usar meios e t&eacute;cnicas pr&oacute;prias da profiss&atilde;o de enfermagem, de forma a potenciar e a rentabilizar os recursos existentes, no sentido de estimular para a ado&ccedil;&atilde;o de condutas consonantes com o desej&aacute;vel em termos de sa&uacute;de, levando &agrave; mudan&ccedil;a de atitudes e &agrave; ades&atilde;o a comportamentos promotores de mudan&ccedil;as.</p>
<p>Se a responsabilidade social obriga os profissionais de sa&uacute;de a atuarem em prol daqueles que se encontram em maior risco, tamb&eacute;m este mandato exige que reconhe&ccedil;am a import&acirc;ncia de se vacinarem, pela elevada probabilidade de contrair a infe&ccedil;&atilde;o e de a transmitir &agrave; sua rede familiar e de amizades, bem como aos clientes ao seu cuidado. Recorde-se que os enfermeiros no exerc&iacute;cio das suas fun&ccedil;&otilde;es &ldquo;dever&atilde;o adotar uma conduta respons&aacute;vel e &eacute;tica e atuar no respeito pelos direitos e interesses legalmente protegidos dos cidad&atilde;os.&rdquo;, como referido no ponto 1 do art.&ordm; 8&ordm; do REPE &#8211; Regulamento do Exerc&iacute;cio Profissional dos Enfermeiros. Para mais, os profissionais de sa&uacute;de s&atilde;o um dos grupos alvo priorit&aacute;rios para a vacina&ccedil;&atilde;o e com acesso gratuito &agrave; vacina. A sua vacina&ccedil;&atilde;o configura-se, por um lado, como uma for&ccedil;a motivadora para que os clientes adiram &agrave; imuniza&ccedil;&atilde;o por via vacinal e, por outro, como um direito, que se polariza num dever do profissional em se vacinar, motivo pelo qual est&atilde;o inclu&iacute;dos nos grupos alvo priorit&aacute;rios e com acesso gratuito &agrave; vacina. Ainda assim, na &eacute;poca de 2015/2016 a vacina&ccedil;&atilde;o dos profissionais de sa&uacute;de, ficou aqu&eacute;m do espect&aacute;vel, resumindo-se a 45% nos centros de sa&uacute;de e a 24% nos hospitais. As campanhas de vacina&ccedil;&atilde;o decorrem durante todo o outono e inverno, privilegiando-se que seja feita preferencialmente, at&eacute; ao final de cada ano.</p>
<p>Saliente-se, ainda, que a vacina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode ser entendida como a &uacute;nica forma de prevenir a doen&ccedil;a. A preven&ccedil;&atilde;o pela redu&ccedil;&atilde;o da transmiss&atilde;o da gripe deve considerar sempre a etiqueta respirat&oacute;ria, atrav&eacute;s de boas pr&aacute;ticas de higiene e sa&uacute;de pessoal, uma vez que a gripe se propaga atrav&eacute;s de part&iacute;culas a&eacute;reas e pelo contacto com superf&iacute;cies contaminadas. Assim, deve-se considerar a higieniza&ccedil;&atilde;o de superf&iacute;cies, evitar tocar nos olhos, nariz ou boca, lavar frequentemente as m&atilde;os com sabonete e &aacute;gua ou proceder &agrave; desinfe&ccedil;&atilde;o das m&atilde;os com solu&ccedil;&otilde;es alco&oacute;licas, tapar a boca durante a tosse ou os espirros; evitar cuspir, a proximidade com doentes e sair de casa no caso de doen&ccedil;a.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Faltas pontuais de vacinas não põem em risco a saúde das crianças</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/faltas-pontuais-de-vacinas-nao-poem-em-risco-a-saude-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 15:24:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Direção Geral de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco George]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta da vacina contra difteria, t&#233;tano e tosse convulsa n&#227;o p&#245;e em causa a sa&#250;de p&#250;blica ou das crian&#231;as, garantiu hoje o diretor-geral da sa&#250;de, acrescentando contudo que a sua distribui&#231;&#227;o foi reestabelecida no final de dezembro. O diretor-geral da Sa&#250;de esclareceu hoje, em comunicado, que as falhas da disponibilidade de vacinas s&#227;o pontuais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214200" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/ac9ff722ccee9f796dea38c810f03e02.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/ac9ff722ccee9f796dea38c810f03e02.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/ac9ff722ccee9f796dea38c810f03e02-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A falta da vacina contra difteria, t&eacute;tano e tosse convulsa n&atilde;o p&otilde;e em causa a sa&uacute;de p&uacute;blica ou das crian&ccedil;as, garantiu hoje o diretor-geral da sa&uacute;de, acrescentando contudo que a sua distribui&ccedil;&atilde;o foi reestabelecida no final de dezembro.</p>
<p><span id="more-917"></span></p>
<p>O diretor-geral da Sa&uacute;de esclareceu hoje, em comunicado, que as falhas da disponibilidade de vacinas s&atilde;o pontuais e &ldquo;n&atilde;o p&otilde;em em causa a sa&uacute;de individual ou p&uacute;blica, atendendo a que as doen&ccedil;as abrangidas pelo Programa Nacional de Vacina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o controladas ou mesmo eliminadas, como &eacute; o caso da poliomielite e do sarampo&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Em todo o caso, e pela imunidade que a vacina&ccedil;&atilde;o confere ao longo da vida, as crian&ccedil;as que excecionalmente n&atilde;o s&atilde;o vacinadas ficam referenciadas na sua unidade de sa&uacute;de e s&atilde;o chamadas logo que a vacina volte a estar dispon&iacute;vel, para cumprimento do seu calend&aacute;rio vacinal&rdquo;, sublinha o respons&aacute;vel.</p>
<p>Em causa est&aacute; a falta da vacina tetravalente (difteria, t&eacute;tano e tosse convulsa) e/ou pentavalente (mais hepatite B), verificada, em novembro de 2015, em alguns centros de sa&uacute;de do pa&iacute;s.</p>
<p>No entanto, a DGS, em parceria com o INFARMED, com os Servi&ccedil;os Partilhados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e com a Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica, procurou, oportunamente, disponibilidades no mercado mundial, que resultaram no restabelecimento da distribui&ccedil;&atilde;o das vacinas tetravalente e pentavalente na &uacute;ltima semana de dezembro, esclarece.</p>
<p>Francisco George reconhece que estas falhas acontecem pontualmente, e n&atilde;o apenas em Portugal, porque &ldquo;o mercado mundial fornecedor de vacinas &eacute; limitado&rdquo;, de tal forma que a pr&oacute;pria Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) j&aacute; &ldquo;alertou os pa&iacute;ses para a possibilidade deste problema persistir nos pr&oacute;ximos anos&rdquo;.</p>
<p>Lusa</p>
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		<item>
		<title>Investigação liderada por português avança no estudo de vacina contra a sida</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/investigacao-liderada-por-portugues-avanca-no-estudo-de-vacina-contra-a-sida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2015 12:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Garcês Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[PGT121]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[VIH]]></category>
		<category><![CDATA[VIH/Sida]]></category>
		<category><![CDATA[vírus da Sida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores liderada pelo portugu&#234;s Fernando Garc&#234;s Ferreira conseguiu dar mais um passo para uma poss&#237;vel vacina contra o v&#237;rus da Sida, ao determinar como anticorpos muito potentes evoluem em contacto com o VIH. Em 2014, o grupo de cientistas, do Scripps Research Institute, nos Estados Unidos, descobriu que uma fam&#237;lia de anticorpos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214133" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/e9c1f51a97744aa713c8967fc1a2c65b.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/e9c1f51a97744aa713c8967fc1a2c65b.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/e9c1f51a97744aa713c8967fc1a2c65b-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Uma equipa de investigadores liderada pelo portugu&ecirc;s Fernando Garc&ecirc;s Ferreira conseguiu dar mais um passo para uma poss&iacute;vel vacina contra o v&iacute;rus da Sida, ao determinar como anticorpos muito potentes evoluem em contacto com o VIH.</p>
<p><span id="more-850"></span></p>
<p>Em 2014, o grupo de cientistas, do Scripps Research Institute, nos Estados Unidos, descobriu que uma fam&iacute;lia de anticorpos muito potentes que se desenvolveu numa pessoa infetada com o VIH &#8211; a PGT121 &#8211; neutralizava n&atilde;o apenas o v&iacute;rus que infetava essa pessoa, mas tamb&eacute;m 80 por cento de todas as variantes do v&iacute;rus que existem nos humanos no mundo.</p>
<p>&#8220;Uma fam&iacute;lia de anticorpos que se poderia adaptar rapidamente &agrave;s constantes modifica&ccedil;&otilde;es do v&iacute;rus, o que nos d&aacute; esperan&ccedil;a de que o sistema imunit&aacute;rio humano &eacute; capaz de controlar [a infe&ccedil;&atilde;o]&#8221;, assinalou &agrave; <em>Lusa</em> o investigador Fernando Garc&ecirc;s Ferreira, coordenador do estudo.</p>
<p>Feita a descoberta, a equipa lan&ccedil;ou-se a um novo desafio: saber como esses anticorpos, produzidos nas c&eacute;lulas B (c&eacute;lulas do sistema imunit&aacute;rio), evolu&iacute;am no organismo em contacto com o v&iacute;rus, que &#8220;est&aacute; em constante muta&ccedil;&atilde;o para escapar &agrave; a&ccedil;&atilde;o do sistema imunit&aacute;rio&#8221;.</p>
<p>Depois, &#8220;reproduzir essa evolu&ccedil;&atilde;o numa vacina&#8221;, explicou Fernando Garc&ecirc;s Ferreira.</p>
<p>Segundo o investigador, &#8220;a evolu&ccedil;&atilde;o dos anticorpos PGT121, que &eacute; prov&aacute;vel ter demorado 2-3 anos [numa pessoa infetada com o VIH], est&aacute; intimamente ligada &agrave; pr&oacute;pria evolu&ccedil;&atilde;o do v&iacute;rus, neste caso para escapar &agrave; a&ccedil;&atilde;o dos anticorpos PGT121&#8221;.</p>
<p>Recorrendo a t&eacute;cnicas da biologia estrutural, a equipa obteve imagens moleculares tridimensionais, de resolu&ccedil;&atilde;o at&oacute;mica, da evolu&ccedil;&atilde;o dos anticorpos (que s&atilde;o prote&iacute;nas, mol&eacute;culas) em contacto com o VIH, para &#8220;chegarem a uma forma eficiente&#8221; de neutralizar o v&iacute;rus.</p>
<p>Para Fernando Garc&ecirc;s Ferreira, &eacute; poss&iacute;vel, pois, &#8220;fazer uma vacina que dirija os anticorpos PGT121 a evolu&iacute;rem desta maneira&#8221;.</p>
<p>O investigador vai mais longe: &#8220;Vamos entender de tal maneira como o sistema imunit&aacute;rio funciona que vamos ser capazes de desenvolver vacinas seja para o que for&#8221;.</p>
<p>Um prot&oacute;tipo da vacina, que j&aacute; est&aacute; a ser testado em ratinhos, foi &#8216;desenhado&#8217; pelo mesmo grupo de cientistas, que se socorreu de tecnologias de biologia molecular.</p>
<p>Com este m&eacute;todo, &#8216;desenharam&#8217; a express&atilde;o de prote&iacute;nas da superf&iacute;cie do v&iacute;rus, que, explicou Fernando Garc&ecirc;s Ferreira, s&atilde;o as &uacute;nicas reconhecidas pelo sistema imunit&aacute;rio humano como invasoras, e, por isso, s&atilde;o o alvo de a&ccedil;&atilde;o dos anticorpos PGT121.</p>
<p>De acordo com o investigador, s&atilde;o essas prote&iacute;nas do v&iacute;rus, &#8220;prote&iacute;nas do envelope do VIH&#8221;, que v&atilde;o ser a vacina.</p>
<p>As prote&iacute;nas virais ter&atilde;o de ter &#8220;ligeiras modifica&ccedil;&otilde;es&#8221; para &#8220;estimularem o sistema imunit&aacute;rio a produzir os anticorpos&#8221; no ponto desej&aacute;vel para &#8216;matar&#8217; o VIH, adiantou.</p>
<p>Os resultados da mais recente investiga&ccedil;&atilde;o da equipa de Fernando Garc&ecirc;s Ferreira foram publicados esta semana na revista Immunity.</p>
<p>Lusa</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vacinação de sem-abrigo contra a gripe arranca hoje em Lisboa</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/vacinacao-de-sem-abrigo-contra-a-gripe-arranca-hoje-em-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2015 10:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[AASP]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Assistência de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[semabrigo]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade Integrativa para a Pessoa que vivia em Situação de SemAbrigo]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação contra a gripe da população semabrigo de Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A institui&#231;&#227;o privada de solidariedade social Associa&#231;&#227;o de Assist&#234;ncia de S&#227;o Paulo (AASP) arranca hoje, 30 de novembro, com uma campanha de vacina&#231;&#227;o contra a gripe da popula&#231;&#227;o sem-abrigo de Lisboa. Esta campanha decorre no &#226;mbito da Unidade Integrativa para a Pessoa que vivia em Situa&#231;&#227;o de Sem-Abrigo, projeto da AASP, e insere-se na estrat&#233;gia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214092" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/9e9e1351d6a763151a8613c1dd10d427.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/9e9e1351d6a763151a8613c1dd10d427.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/9e9e1351d6a763151a8613c1dd10d427-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A institui&ccedil;&atilde;o privada de solidariedade social Associa&ccedil;&atilde;o de Assist&ecirc;ncia de S&atilde;o Paulo (AASP) arranca hoje, 30 de novembro, com uma campanha de vacina&ccedil;&atilde;o contra a gripe da popula&ccedil;&atilde;o sem-abrigo de Lisboa.</p>
<p><span id="more-804"></span></p>
<p>Esta campanha decorre no &acirc;mbito da Unidade Integrativa para a Pessoa que vivia em Situa&ccedil;&atilde;o de Sem-Abrigo, projeto da AASP, e insere-se na estrat&eacute;gia de vacina&ccedil;&atilde;o contra a gripe &ndash; &eacute;poca 2015/2016.</p>
<p>A iniciativa &eacute; dirigida especificamente a esta popula&ccedil;&atilde;o e &eacute; promovida pela Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de de Lisboa e Vale do Tejo, refere um comunicado divulgado na &uacute;ltima sexta-feira.</p>
<p>&ldquo;Implementada em rede com o apoio de diversas associa&ccedil;&otilde;es, a campanha tem por objetivo minimizar o impacto desta problem&aacute;tica nesta popula&ccedil;&atilde;o de risco&rdquo;, l&ecirc;-se na nota.</p>
<p>A campanha de vacina&ccedil;&atilde;o, que se inicia hoje, termina a 5 de dezembro.</p>
<p>Esta iniciativa tem o apoio da Associa&ccedil;&atilde;o Novos Rostos&#8230;Novos Desafios (INRND), da Associa&ccedil;&atilde;o VOXLisboa e da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Tuberculose e Doen&ccedil;as Respirat&oacute;rias (ANTDR). Ser&atilde;o as equipas de profissionais de Sa&uacute;de destas associa&ccedil;&otilde;es, &ldquo;nomeadamente enfermeiros, m&eacute;dicos, estudantes da &aacute;rea e volunt&aacute;rios, que ir&atilde;o assegurar a toma das vacinas &agrave; popula&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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		<title>SPP recomenda vacinação dos jovens contra o HPV</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/spp-recomenda-vacinacao-dos-jovens-contra-o-hpv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2015 17:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[PNV]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[SIP]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade de Infeciologia Pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[vírus do papiloma humano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) recomenda a vacina&#231;&#227;o contra o V&#237;rus do Papiloma Humano, a t&#237;tulo individual, dos adolescentes do sexo masculino e a vacina&#231;&#227;o contra a tosse convulsa de jovens pais e conviventes de rec&#233;m-nascidos. De acordo com uma atualiza&#231;&#227;o das recomenda&#231;&#245;es sobre vacinas extra do Programa Nacional de Vacina&#231;&#227;o (PNV), elaboradas pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214090" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/c2521bfee169c226099b9168e0b93ff0.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/c2521bfee169c226099b9168e0b93ff0.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/c2521bfee169c226099b9168e0b93ff0-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP) recomenda a vacina&ccedil;&atilde;o contra o V&iacute;rus do Papiloma Humano, a t&iacute;tulo individual, dos adolescentes do sexo masculino e a vacina&ccedil;&atilde;o contra a tosse convulsa de jovens pais e conviventes de rec&eacute;m-nascidos.</p>
<p><span id="more-802"></span></p>
<p>De acordo com uma atualiza&ccedil;&atilde;o das recomenda&ccedil;&otilde;es sobre vacinas extra do Programa Nacional de Vacina&ccedil;&atilde;o (PNV), elaboradas pela Sociedade de Infeciologia Pedi&aacute;trica (SIP) da SPP, os jovens adolescentes devem vacinar-se, a t&iacute;tulo individual, contra o V&iacute;rus do Papiloma Humano (HPV),&ldquo;como forma de prevenir as les&otilde;es associadas a este v&iacute;rus&rdquo;.</p>
<p>No documento l&ecirc;-se que que o HPV &ldquo;&eacute; respons&aacute;vel, em todo o mundo e em ambos os sexos, por les&otilde;es benignas e neoplasias malignas, com incid&ecirc;ncia elevada&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; hoje considerado o segundo carcinog&eacute;neo mais importante, logo a seguir ao tabaco. Est&aacute; associado a 5% dos cancros, em geral, e a 10% na mulher&rdquo;, prosseguem os autores.</p>
<p>Segundo a SIP, &ldquo;os homens encontram-se em risco de desenvolver condilomas genitais, cancros do &acirc;nus, do p&eacute;nis, da cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;o e neoplasias intraepiteliais do p&eacute;nis e &acirc;nus&rdquo;.</p>
<p>Em Portugal, a vacina contra o HPV foi introduzida no Plano Vacinal de Vacina&ccedil;&atilde;o em outubro 2008, para todas as adolescentes com 13 anos de idade num esquema de tr&ecirc;s doses. A partir do dia 01 de outubro de 2014, a vacina&ccedil;&atilde;o em &acirc;mbito de PNV passou a ser recomendada para as raparigas entre os 10 e 13 anos de idade num esquema de duas doses.</p>
<p>Tendo em conta que &ldquo;a carga da doen&ccedil;a por HPV &eacute; relevante no sexo masculino e n&atilde;o existem rastreios implementados para a preven&ccedil;&atilde;o dos cancros associados a HPV&rdquo;, os especialistas conclu&iacute;ram que &ldquo;a forma de reduzir individualmente o risco de doen&ccedil;a, para al&eacute;m da prote&ccedil;&atilde;o indireta, &eacute; atrav&eacute;s da vacina&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Outra recomenda&ccedil;&atilde;o da SPP vai no sentido da &ldquo;vacina&ccedil;&atilde;o de jovens pais e conviventes que desejem reduzir o risco de infe&ccedil;&atilde;o para si e para os rec&eacute;m-nascidos com quem residem&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A vacina&ccedil;&atilde;o durante o terceiro trimestre da gravidez (entre as 28 e 36 semanas) durante surtos, como o que ocorre atualmente na Europa&rdquo; e a &ldquo;vacina&ccedil;&atilde;o de adolescentes e adultos&rdquo; s&atilde;o medidas de prote&ccedil;&atilde;o individual igualmente recomendadas.</p>
<p>Em julho, o diretor-geral da Sa&uacute;de assumiu que as autoridades est&atilde;o preocupadas com os casos de tosse convulsa em Portugal, que tamb&eacute;m tem atividade em outros pa&iacute;ses europeus, e nos Estados Unidos.</p>
<p>Dados da OMS, citados neste documento, indicam que em 2008 se registaram 16 milh&otilde;es de casos no mundo e 195 mil mortes em crian&ccedil;as.</p>
<p>&ldquo;Nos &uacute;ltimos anos tem-se observado um aumento ligeiro do n&uacute;mero de casos, embora flutuante&rdquo;, l&ecirc;-se no documento que pode ser consultado no site da SPP.</p>
<p>Al&eacute;m destas recomenda&ccedil;&otilde;es a SIP/SPP mant&eacute;m a recomenda&ccedil;&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o contra a doen&ccedil;a invasiva por N. meningitidis tipo B, nomeadamente &ldquo;a vacina&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as dos dois meses aos dois anos&rdquo;, podendo tamb&eacute;m &ldquo;ser administrada a crian&ccedil;as e adolescentes&rdquo;.</p>
<p>&Eacute; tamb&eacute;m recomendada a vacina&ccedil;&atilde;o de &ldquo;crian&ccedil;as e adolescentes com fatores de risco para doen&ccedil;a invasiva por N. meningitidis, nomeadamente d&eacute;fices do complemento, asplenia e tratamento com eculizumab&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A vacina&ccedil;&atilde;o pode, ainda, ser considerada em crian&ccedil;as e adolescentes com doen&ccedil;a ou tratamento imunossupressores e na preven&ccedil;&atilde;o de casos secund&aacute;rios intradomicili&aacute;rios ou em institui&ccedil;&otilde;es e para controlo de surtos&rdquo;.</p>
<p>Para o rotav&iacute;rus, agente que causa gastrenterite aguda, a SPP mant&eacute;m &ldquo;a recomenda&ccedil;&atilde;o de vacina&ccedil;&atilde;o de todas as crian&ccedil;as saud&aacute;veis, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia do cumprimento das indica&ccedil;&otilde;es quanto &agrave; idade de vacina&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>63% dos portugueses com mais de 65 anos vacinados contra a gripe</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/63-dos-portugueses-com-mais-de-65-anos-vacinados-contra-a-gripe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2015 10:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra a gripe]]></category>
		<category><![CDATA[vacinómetro]]></category>
		<category><![CDATA[vírus da gripe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relat&#243;rio da terceira vaga do Vacin&#243;metro,&#160;que monitoriza a cobertura vacinal contra o v&#237;rus da gripe na &#233;poca gripal de 2015/2016, revela que, at&#233; ao momento, mais de 1,2 milh&#245;es dos portugueses com 65 ou mais anos&#160;receberam a vacina, ou seja,&#160;63% da popula&#231;&#227;o nesta faixa et&#225;ria. De acordo com esta avalia&#231;&#227;o, cujos dados foram enviados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214086" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/5b74e738223d177a4030153c35f64896.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/5b74e738223d177a4030153c35f64896.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/5b74e738223d177a4030153c35f64896-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O relat&oacute;rio da terceira vaga do Vacin&oacute;metro,&nbsp;que monitoriza a cobertura vacinal contra o v&iacute;rus da gripe na &eacute;poca gripal de 2015/2016, revela que, at&eacute; ao momento, mais de 1,2 milh&otilde;es dos portugueses com 65 ou mais anos&nbsp;receberam a vacina, ou seja,&nbsp;63% da popula&ccedil;&atilde;o nesta faixa et&aacute;ria.</p>
<p><span id="more-797"></span></p>
<p>De acordo com esta avalia&ccedil;&atilde;o, cujos dados foram enviados &agrave; nossa reda&ccedil;&atilde;o em comunicado, estima-se, ainda, que foram vacinados:</p>
<p>&bull; 28% dos indiv&iacute;duos portadores de doen&ccedil;as cr&oacute;nicas</p>
<p>&bull; 51% dos profissionais de sa&uacute;de com contato direto com doentes</p>
<p>&bull; 30% com idades compreendidas entre os 60 e os 64 anos</p>
<p>At&eacute; ao momento, estima-se que tenham sido vacinados pela primeira vez:</p>
<p>&bull; 7% dos indiv&iacute;duos pertencentes aos grupos priorit&aacute;rios para a vacina&ccedil;&atilde;o</p>
<p>O Vacin&oacute;metro mostra ainda que 17% dos indiv&iacute;duos pertencentes aos grupos priorit&aacute;rios para a vacina&ccedil;&atilde;o e 22% dos indiv&iacute;duos com 65 ou mais anos t&ecirc;m&nbsp;inten&ccedil;&atilde;o de se vacinar.</p>
<p>Pelo 7&ordm; ano consecutivo a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e a Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), com o apoio da Sanofi Pasteur MSD (SPMSD), apresentam os resultados da terceira vaga do Vacin&oacute;metro.</p>
<p>Esta monitoriza&ccedil;&atilde;o da taxa de cobertura da vacina&ccedil;&atilde;o contra a gripe &eacute; uma iniciativa conjunta da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP), da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) e da Sanofi Pasteur MSD (SPMSD).</p>
<p>Em mar&ccedil;o de 2016 ser&atilde;o apresentados os resultados finais.</p>
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