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	<title>Universidade do Porto Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<title>Universidade do Porto Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<item>
		<title>UC desenvolve pâncreas bioartificial para tratar diabetes</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/uc-desenvolve-pancreas-bioartificial-para-tratar-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Montes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 10:13:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[FMUC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) est&#225; a desenvolver um p&#226;ncreas bioartificial com c&#233;lulas produtoras de insulina, que se encontram destru&#237;das ou disfuncionais nos doentes com diabetes. Este &#233; um motivo de esperan&#231;a para um milh&#227;o de portugueses, diretamente afetados pela doen&#231;a. A equipa, liderada pela investigadora Raquel [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214538" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/fbeffccf3fed7f7c5846873a4b09e989.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/fbeffccf3fed7f7c5846873a4b09e989.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/fbeffccf3fed7f7c5846873a4b09e989-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC) est&aacute; a desenvolver um p&acirc;ncreas bioartificial com c&eacute;lulas produtoras de insulina, que se encontram destru&iacute;das ou disfuncionais nos doentes com diabetes. Este &eacute; um motivo de esperan&ccedil;a para um milh&atilde;o de portugueses, diretamente afetados pela doen&ccedil;a.</p>
<p><span id="more-1261"></span></p>
<p>A equipa, liderada pela investigadora Raquel Sei&ccedil;a &ldquo;focou-se em melhorar as propriedades biol&oacute;gicas&rdquo; do dispositivo artificial, desenvolvendo uma &ldquo;microc&aacute;psula&rdquo; em que as c&eacute;lulas produtoras de insulina s&atilde;o envolvidas numa matriz de hidrog&eacute;is de um pol&iacute;mero natural que se assemelha ao &ldquo;microambiente celular &lsquo;in vitro&rsquo;&rdquo;, pode ler-se numa nota de imprensa da Universidade de Coimbra (UC).</p>
<p>Esta t&eacute;cnica &ldquo;permitiu aumentar a viabilidade e funcionalidade das c&eacute;lulas encapsuladas e transplantadas&rdquo;, em sistemas de encapsulamento que apresentavam grandes limites no transplante, nomeadamente &ldquo;a instabilidade dos materiais usados e a sua biocampatibilidade&rdquo;</p>
<p>De acordo com a investigadora, os resultados das experi&ecirc;ncias aplicadas &lsquo;in viitro&rsquo; e &lsquo;in vivo&rsquo; em ratos diab&eacute;ticos revelaram-se &ldquo;bastante promissores&rdquo;, constando-se uma &ldquo;melhoria dos n&iacute;veis da glicose sangu&iacute;nea e da resist&ecirc;ncia &agrave; a&ccedil;&atilde;o da insulina&rdquo; nos animais diab&eacute;ticos.</p>
<p>Ap&oacute;s o sucesso comprovado da primeira t&eacute;cnica, &ldquo;os investigadores avan&ccedil;aram para a cria&ccedil;&atilde;o de um novo modelo, o co-emcapsulamento da secre&ccedil;&atilde;o de insulina&rdquo;, havendo j&aacute; em curso novos ensaios em modelos animais.</p>
<p>Raquel Sei&ccedil;a clarifica, contudo, que &ldquo;h&aacute; ainda um longo caminho a percorrer&rdquo;, nomeadamente &ldquo;reduzir o tamanho da microc&aacute;psula torna-la ainda mais est&aacute;vel, mais vi&aacute;vel e mais funcionante para ser transplante em humanos&rdquo;.</p>
<p>A viabilidade deste tipo de sistemas permitir&aacute;, no futuro, &ldquo;libertar os doentes com diabetes tipo I das inje&ccedil;&otilde;es de insulina e alcan&ccedil;ar um melhor controlo dos n&iacute;veis de glicose com a consequente diminui&ccedil;&atilde;o das complica&ccedil;&otilde;es aguda e cr&oacute;nicas da doen&ccedil;a&rdquo;.</p>
<p>Este estudo, que conta j&aacute; com quatro anos de trabalho, nasceu do projeto de tese da investigadora Joana Cris&oacute;stomo, em colabora&ccedil;&atilde;o com o Departamento de Engenharia Qu&iacute;mica da UC e o Instituto Nacional de Engenharia Biom&eacute;dica (INEB) da Universidade do Porto (UP).</p>
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		<title>Universidade do Porto lança inquérito sobre hábitos alimentares e atividade física</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/universidade-do-porto-lanca-inquerito-sobre-habitos-alimentares-e-atividade-fisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 10:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[IANAF]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[inquérito nacional]]></category>
		<category><![CDATA[políticas de saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[políticas nutricionais]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade do Porto est&#225; a realizar um inqu&#233;rito nacional sobre os h&#225;bitos alimentares e atividade f&#237;sica dos portugueses, com a dura&#231;&#227;o de um ano, que servir&#225; de suporte a novas pol&#237;ticas nutricionais e de sa&#250;de p&#250;blica. Fonte ligada &#224; iniciativa disse que o Inqu&#233;rito Alimentar Nacional e de Atividade F&#237;sica (IAN-AF) &#233; o primeiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214281" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/3a9fdfdb8b1a460a423baa85a1a46274.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/3a9fdfdb8b1a460a423baa85a1a46274.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/3a9fdfdb8b1a460a423baa85a1a46274-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Universidade do Porto est&aacute; a realizar um inqu&eacute;rito nacional sobre os h&aacute;bitos alimentares e atividade f&iacute;sica dos portugueses, com a dura&ccedil;&atilde;o de um ano, que servir&aacute; de suporte a novas pol&iacute;ticas nutricionais e de sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
<p><span id="more-998"></span></p>
<p>Fonte ligada &agrave; iniciativa disse que o Inqu&eacute;rito Alimentar Nacional e de Atividade F&iacute;sica (IAN-AF) &eacute; o primeiro estudo do g&eacute;nero realizado desde 1980 e visa atualizar a informa&ccedil;&atilde;o recolhida nessa altura pelo Centro de Estudos de Nutri&ccedil;&atilde;o do Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge (INSA).</p>
<p>Para obter os resultados pretendidos, v&atilde;o ser inquiridas cerca de 5.000 pessoas, de idades compreendidas entre os tr&ecirc;s meses e os 84 anos, divididas por faixa et&aacute;ria e selecionadas aleatoriamente atrav&eacute;s do registo de utentes do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de.</p>
<p>A mais-valia do projeto, para al&eacute;m da recolha de dados relevantes em sa&uacute;de p&uacute;blica, &eacute; a &#8220;ideia de formar um sistema de vigil&acirc;ncia&rdquo; para &#8220;suportar aquilo que &eacute; o planeamento em sa&uacute;de&#8221;, disse &agrave; Lusa a investigadora do Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade do Porto(ISPUP) que coordena o estudo, Carla Lopes.</p>
<p>Para a recolha dos dados, foi concebida uma plataforma eletr&oacute;nica que permite &#8220;cumprir requisitos de complexidade metodol&oacute;gica na &aacute;rea alimentar&#8221;, onde s&atilde;o inseridas as informa&ccedil;&otilde;es com base em instrumentos harmonizados de acordo com as recomenda&ccedil;&otilde;es da Autoridade Europeia para a Seguran&ccedil;a dos Alimentos, que permitir&aacute; a compara&ccedil;&atilde;o de dados com outros pa&iacute;ses europeus, acrescentou a investigadora.</p>
<p>Os objetivos principais do IAN-AF passam pela avalia&ccedil;&atilde;o do consumo, seguran&ccedil;a e inseguran&ccedil;a alimentar (associada a fatores socioecon&oacute;micos) bem como a avalia&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica &#8211; inclui comportamentos sedent&aacute;rios e h&aacute;bitos desportivos &#8211; e a caracteriza&ccedil;&atilde;o das dimens&otilde;es alimentares, de atividade f&iacute;sica e antropom&eacute;tricas (peso, altura, per&iacute;metro da cintura e do bra&ccedil;o) por regi&atilde;o.</p>
<p>Com este inqu&eacute;rito, &#8220;pretende-se dar satisfa&ccedil;&atilde;o aos indicadores de sa&uacute;de cl&aacute;ssicos, mas tamb&eacute;m discutir com outros potenciais parceiros, como &eacute; o caso dos minist&eacute;rios da Agricultura e do Mar, outros indicadores de sustentabilidade do sistema alimentar&#8221;, indica Carla Lopes.</p>
<p>Os inqu&eacute;ritos s&atilde;o feitos nos centros de sa&uacute;de por 40 profissionais, distribu&iacute;dos por sete regi&otilde;es, que fazem, em m&eacute;dia, 100 entrevistas por dia.</p>
<p>Esta etapa &eacute; dividida em duas fases: na primeira, com dura&ccedil;&atilde;o de cerca de uma hora e 15 minutos, os utentes respondem a quest&otilde;es relacionadas com a alimenta&ccedil;&atilde;o, dados demogr&aacute;ficos, comportamentos de sa&uacute;de, atividade f&iacute;sica e comportamentos sedent&aacute;rios, havendo, passados oito a quinze dias, uma segunda entrevista, de 30 minutos, que inclui tamb&eacute;m aspetos de inseguran&ccedil;a alimentar.</p>
<p>A fase das entrevistas tem a dura&ccedil;&atilde;o de um ano &ndash; iniciou-se em outubro de 2015 e mant&eacute;m-se at&eacute; setembro de 2016 &ndash; para avaliar as varia&ccedil;&otilde;es sazonais nos h&aacute;bitos alimentares e f&iacute;sicos da popula&ccedil;&atilde;o, estando previsto que o relat&oacute;rio com os resultados obtidos seja apresentado no primeiro trimestre de 2017.</p>
<p>O projeto, onde est&atilde;o envolvidos 13 investigadores nacionais principais e uma investigadora norueguesa, &eacute; coordenado pela Universidade do Porto, e conta com a participa&ccedil;&atilde;o das faculdades de Medicina, Nutri&ccedil;&atilde;o e Desporto e Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da UPorto.</p>
<p>Participam ainda no projeto a Faculdade de Medicina e Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, a Faculdade de Medicina de Oslo, o INSA e a SILICOLIFE &#8211; empresa que se dedica &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de Biologia Computacional para as Ci&ecirc;ncias da Vida -, com o apoio do programa EEAGrants &#8211; Iniciativas em Sa&uacute;de P&uacute;blica, cujo financiamento ronda os 750 mil euros.</p>
<p>Lusa</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Altos níveis de gordura trans em bolos e bolachas em Portugal</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/altos-niveis-de-gordura-trans-em-bolos-e-bolachas-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 10:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[gorduras trans]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional de Alimentação Saudável]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>H&#225; altos n&#237;veis de gorduras trans nos produtos alimentares em Portugal, em especial nos bolos e bolachas, que est&#227;o a contribuir para um aumento do risco de doen&#231;as cardiovasculares, conclui um estudo realizado na Universidade do Porto. Bolachas com cobertura, waffles, bolos de pastelaria ou batatas fritas s&#227;o alguns dos alimentos que apresentam um alto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214206" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/f59983a1dd56aec77dd53be09544bf10.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/f59983a1dd56aec77dd53be09544bf10.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/f59983a1dd56aec77dd53be09544bf10-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>H&aacute; altos n&iacute;veis de gorduras trans nos produtos alimentares em Portugal, em especial nos bolos e bolachas, que est&atilde;o a contribuir para um aumento do risco de doen&ccedil;as cardiovasculares, conclui um estudo realizado na Universidade do Porto.</p>
<p><span id="more-923"></span></p>
<p>Bolachas com cobertura, waffles, bolos de pastelaria ou batatas fritas s&atilde;o alguns dos alimentos que apresentam um alto n&iacute;vel de &aacute;cidos gordos trans e que aumentam o risco de doen&ccedil;as cardiovasculares e, portanto, a sua ingest&atilde;o deve ser residual&rdquo;, alertou Pedro Gra&ccedil;a, diretor do Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Saud&aacute;vel, numa entrevista telef&oacute;nica &agrave; ag&ecirc;ncia <em>Lusa</em>.</p>
<p>A gordura trans &eacute; um tipo de gordura presente nos alimentos, geralmente oriundos da transforma&ccedil;&atilde;o industrial, e que aumentam significativamente o risco de doen&ccedil;a cardiovascular, devendo a sua ingest&atilde;o ser &ldquo;t&atilde;o baixa quanto poss&iacute;vel&rdquo;, alerta Pedro Gra&ccedil;a, referindo que o ideal seria ingerir abaixo de 1% do total de energia que se consome diariamente&rdquo;, ou seja a sua ingest&atilde;o deveria ser &ldquo;quase residual&rdquo;.</p>
<p>O estudo sobre &aacute;cidos gordos trans nos produtos alimentares em Portugal, recentemente publicado na revista cient&iacute;fica <em>Food Control</em>, foi realizado por uma equipa da Faculdade de Farm&aacute;cia da Universidade do Porto, com o apoio da Dire&ccedil;&atilde;o Geral de Sa&uacute;de, do Programa Nacional da Alimenta&ccedil;&atilde;o Saud&aacute;vel e da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de.</p>
<p>Os produtos que tradicionalmente s&atilde;o fontes industriais alimentares de gorduras trans s&atilde;o as bolachas, bolos de pastelaria, algumas batatas fritas, alguns tipos de gordura que est&atilde;o presentes em refei&ccedil;&otilde;es prontas a consumir e nos &oacute;leos parcialmente hidrogenados, enumerou Pedro Gra&ccedil;a, da Faculdade de Ci&ecirc;ncias de Nutri&ccedil;&atilde;o e Alimenta&ccedil;&atilde;o da Universidade do Porto (FCAUP).</p>
<p>Para evitar ou diminuir o consumo de &aacute;cidos gordos trans deve-se variar o mais poss&iacute;vel nos produtos de pastelaria ou bolachas, n&atilde;o consumindo sempre da mesma marca e sempre que houver em primeiro lugar a informa&ccedil;&atilde;o no r&oacute;tulo &ldquo;gordura ou &oacute;leo total ou parcialmente hidrogenada&rdquo; deve evitar-se o produto, aconselha aquele especialista.</p>
<p>Em Portugal, os produtos mais ricos em gorduras trans s&atilde;o, por norma, tamb&eacute;m os mais econ&oacute;micos.</p>
<p>Como na rotulagem tradicional ainda n&atilde;o est&aacute; identificado o &aacute;cido gordo trans, o consumidor para identificar essa gordura trans deve ficar atento &agrave; composi&ccedil;&atilde;o e a termos como &ldquo;gordura parcialmente hidrogenada&rdquo; ou &ldquo;&oacute;leos totalmente ou parcialmente hidrogenados&rdquo;, explica Pedro Gra&ccedil;a.</p>
<p>O consumidor deve optar por carnes magras e privilegiar os latic&iacute;nios magros ou meio gordos, aconselha ainda Pedro Gra&ccedil;a.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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		<title>Investigação da Universidade do Porto propõe novo tratamento para doença da próstata</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/investigacao-da-universidade-do-porto-propoe-novo-tratamento-para-doenca-da-prostata/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2015 13:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[hiperatividade vesical]]></category>
		<category><![CDATA[hiperplasia benigna da próstata]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel Silva]]></category>
		<category><![CDATA[ISAN]]></category>
		<category><![CDATA[Reunião Mundial da International Society for Autonomic Neuroscience]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A investigadora da Universidade do Porto, Isabel Silva, foi premiada com um trabalho que prop&#245;e um novo mecanismo para o tratamento da hiperatividade vesical em homens com hiperplasia benigna da pr&#243;stata, anunciou hoje fonte acad&#233;mica. Isabel Silva, estudante do Programa Doutoral em Ci&#234;ncias Biom&#233;dicas do Instituto de Ci&#234;ncias Biom&#233;dicas Abel Salazar (ICBAS), foi distinguida com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-213947" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/bc53d507c26770e8f294fcbf92ef0864.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/bc53d507c26770e8f294fcbf92ef0864.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/bc53d507c26770e8f294fcbf92ef0864-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A investigadora da Universidade do Porto, Isabel Silva, foi premiada com um trabalho que prop&otilde;e um novo mecanismo para o tratamento da hiperatividade vesical em homens com hiperplasia benigna da pr&oacute;stata, anunciou hoje fonte acad&eacute;mica.</p>
<p><span id="more-653"></span></p>
<p>Isabel Silva, estudante do Programa Doutoral em Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas do Instituto de Ci&ecirc;ncias Biom&eacute;dicas Abel Salazar (ICBAS), foi distinguida com o pr&eacute;mio da &ldquo;Melhor Comunica&ccedil;&atilde;o-Painel em Investiga&ccedil;&atilde;o Cl&iacute;nica&rdquo; apresentada na Reuni&atilde;o Mundial da International Society for Autonomic Neuroscience (ISAN), uma sociedade cient&iacute;fica composta por investigadores especializados no estudo do Sistema Nervoso Aut&oacute;nomo.</p>
<p>Em comunicado, a Universidade do Porto esclarece que este mecanismo, pela primeira vez descrito e com aplicabilidade pr&aacute;tica, originar&aacute; o desenvolvimento de um futuro medicamento.</p>
<p>A hiperplasia prost&aacute;tica benigna, frequente em homens com mais de 50 anos, pode provocar estreitamento da uretra e dificultar o fluxo da urina. Como a bexiga n&atilde;o se despeja por completo em cada mic&ccedil;&atilde;o, tem de urinar com maior frequ&ecirc;ncia, sobretudo &agrave; noite (nict&uacute;ria) e a necessidade torna-se cada vez mais imperiosa.</p>
<p>Intitulado &ldquo;Blockage of UDP-sensitive P2Y6 receptors as a novel therapeutic strategy to control urine storage symptoms in men with bladder outlet obstruction&rdquo;, o estudo apresentado pela investigadora portuense foi realizado no &acirc;mbito da colabora&ccedil;&atilde;o entre o Laborat&oacute;rio de Farmacologia e Neurobiologia do ICBAS, o Centro para a Descoberta de F&aacute;rmacos e Medicamentos Inovadores (MedInUP) do ICBAS e o Servi&ccedil;o de Urologia do Centro Hospitalar do Porto (CHP).</p>
<p>De acordo com a Universidade do Porto, a curto/m&eacute;dio prazo o foco principal deste trabalho, j&aacute; publicado na revista <em>Autonomic Neuroscience: Basic and Clinical</em>, &eacute; conseguir tratar a sintomatologia urin&aacute;ria persistente associada &agrave; irritabilidade da bexiga (mesmo ap&oacute;s a remo&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica da pr&oacute;stata) com uma nova classe de medicamentos inovadores, eventualmente mais eficazes e com menos efeitos adversos que os usados habitualmente, cujo sucesso tem sido limitado devido aos seus efeitos adversos.</p>
<p>O trabalho de Isabel Silva esteve a concurso com mais de 300 comunica&ccedil;&otilde;es provenientes de mais de 30 pa&iacute;ses, incluindo outras quatro comunica&ccedil;&otilde;es do grupo de investiga&ccedil;&atilde;o liderado por Paulo Correia de S&aacute;.</p>
<p>Os congressos da ISAN s&atilde;o reuni&otilde;es de &acirc;mbito mundial. A edi&ccedil;&atilde;o deste ano decorreu em Stresa (It&aacute;lia) entre os dias 26 e 29 de setembro e contou com a colabora&ccedil;&atilde;o/patroc&iacute;nio refor&ccedil;ados das Sociedades Europeia, Federation of European Autonomic Societies (EFAS), Americana, American Autonomic Society (AAS), e Japonesa, Japan Society of Neurovegetative Research (JSNR), de neuroci&ecirc;ncias auton&oacute;micas, que s&atilde;o as mais prestigiadas neste &acirc;mbito do conhecimento.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Universidade do Porto quer saber o que comem os portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 08:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[IANAF]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Saúde Pública do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-213878" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/09/72d71c3e1a75301c5a2942cd172af179.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/09/72d71c3e1a75301c5a2942cd172af179.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/09/72d71c3e1a75301c5a2942cd172af179-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Universidade do Porto vai coordenar um Inqu&eacute;rito Alimentar Nacional e de Atividade F&iacute;sica destinado a avaliar os h&aacute;bitos alimentares e a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica dos portugueses e que ser&aacute; hoje lan&ccedil;ado no Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica do Porto.</p>
<p><span id="more-586"></span></p>
<p>Apoiado pelo programa EEAGrans, o inqu&eacute;rito ser&aacute; realizado por um cons&oacute;rcio de investigadores nacionais e estrangeiros junto de cinco mil portugueses com idades entre os tr&ecirc;s meses e os 84 anos de idade a serem selecionados a partir do registo de utentes do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de.</p>
<p>O Inqu&eacute;rito Alimentar Nacional e de Atividade F&iacute;sica (IAN-AF) pretende &ldquo;recolher dados sobre o consumo alimentar e sobre a atividade f&iacute;sica dos portugueses, estabelecendo a sua rela&ccedil;&atilde;o com determinantes em sa&uacute;de, nomeadamente os socioecon&oacute;micos&rdquo;, indica comunicado da Universidade do Porto.</p>
<p>&ldquo;Os resultados do inqu&eacute;rito permitir&atilde;o colmatar a falta de informa&ccedil;&atilde;o harmonizada sobre o consumo e os h&aacute;bitos alimentares dos portugueses, permitindo, pela primeira vez em v&aacute;rias d&eacute;cadas, desenvolver pol&iacute;ticas nutricionais favorecedoras da melhoria da sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o com base em dados concretos sobre os h&aacute;bitos de consumo dos portugueses&rdquo;, acrescenta o documento.</p>
<p>O projeto agora lan&ccedil;ado, 35 anos ap&oacute;s o primeiro IAN, ser&aacute; levado a cabo por um cons&oacute;rcio envolvendo a Universidade do Porto (Faculdade de Medicina, de Nutri&ccedil;&atilde;o e de Desporto), de Lisboa (Faculdade de Medicina e de Motricidade Humana) e de Oslo (Faculdade de Medicina), o Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge &ndash; INSA e a empresa SILICOLIFE.</p>
<p>A sess&atilde;o de lan&ccedil;amento do IAN-AF, agendada para hoje no Audit&oacute;rio do Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade do Porto, ser&aacute; presidida pelo secret&aacute;rio de Estado da Sa&uacute;de, Fernando Leal da Costa.</p>
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