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	<title>Serviço de Urgência Básico Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<description>Contextos, competências e necessidades da Enfermagem em Portugal.</description>
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	<title>Serviço de Urgência Básico Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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		<title>Apenas uma urgência básica para responder a 125 mil pessoas em 60 minutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2016 14:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Entidade Reguladora da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 125 mil portugueses t&#234;m acesso a apenas um &#250;nico Servi&#231;o de Urg&#234;ncia B&#225;sico (SUB) para dar resposta a situa&#231;&#245;es de emerg&#234;ncia num tempo m&#225;ximo de viagem de 60 minutos, segundo um parecer da Entidade Reguladora da Sa&#250;de (ERS). O parecer da ERS teve como objetivo a identifica&#231;&#227;o das altera&#231;&#245;es &#224; rede de urg&#234;ncia/emerg&#234;ncia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214244" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/48e356cffadcfae02e8c0dc7e82338a0.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/48e356cffadcfae02e8c0dc7e82338a0.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/48e356cffadcfae02e8c0dc7e82338a0-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Cerca de 125 mil portugueses t&ecirc;m acesso a apenas um &uacute;nico Servi&ccedil;o de Urg&ecirc;ncia B&aacute;sico (SUB) para dar resposta a situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia num tempo m&aacute;ximo de viagem de 60 minutos, segundo um parecer da Entidade Reguladora da Sa&uacute;de (ERS).</p>
<p><span id="more-962"></span></p>
<p>O parecer da ERS teve como objetivo a identifica&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es &agrave; rede de urg&ecirc;ncia/emerg&ecirc;ncia promovidas pelo Despacho n.&ordm; 13427/2015, de 16 de novembro, face &agrave; situa&ccedil;&atilde;o verificada &agrave; data da sua publica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As avalia&ccedil;&otilde;es realizadas restringiram-se unicamente &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o da distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica dos pontos da rede e da cobertura populacional (antes e depois do despacho), e &agrave; aferi&ccedil;&atilde;o do cumprimento dos crit&eacute;rios de cobertura populacional e de disposi&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de urg&ecirc;ncia definidos por lei.</p>
<p>Numa an&aacute;lise baseada em tempos m&eacute;dios de viagem em estrada, o parecer afirma que toda a popula&ccedil;&atilde;o de Portugal continental tem acesso em menos de 60 minutos a um servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia.</p>
<p>Fazendo a avalia&ccedil;&atilde;o das coberturas populacionais, a ERS afirma que foi poss&iacute;vel identificar 28 &aacute;reas de c&oacute;digos postais onde a popula&ccedil;&atilde;o residente apenas tem acesso a SUB num tempo m&aacute;ximo de 60 minutos.</p>
<p>Segundo o parecer, h&aacute; quase 220 mil habitantes nesta situa&ccedil;&atilde;o (cerca de 2,2% da popula&ccedil;&atilde;o total de Portugal continental). Destes, 95 mil t&ecirc;m &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dois ou tr&ecirc;s SUB at&eacute; 60 minutos.</p>
<p>Os restantes 125 mil habitantes, de 16 &aacute;reas de c&oacute;digos postais, t&ecirc;m acesso a um &uacute;nico SUB dentro deste limite de tempo de viagem.</p>
<p>S&atilde;o oito os centros de sa&uacute;de que garantem a cobertura populacional nessas 16 &aacute;reas: Arganil, Mogadouro, Mon&ccedil;&atilde;o, Montalegre, Montemor-o-Novo, Moura, Vila Nova de Foz C&ocirc;a e Vila Real de Santo Ant&oacute;nio.</p>
<p>Segundo um despacho de 2008, a rede de urg&ecirc;ncia deveria ter 89 pontos, mas em novembro de 2015, quando foi publicado o novo despacho, apenas 82 pontos se encontravam em funcionamento.</p>
<p>Esta situa&ccedil;&atilde;o deve-se &ldquo;ao facto de alguns servi&ccedil;os de urg&ecirc;ncia nunca terem sido implementados e outros terem sido encerrados ou exclu&iacute;dos da rede (apesar da inaugura&ccedil;&atilde;o de dois novos servi&ccedil;os desde ent&atilde;o que n&atilde;o se encontram identificados no despacho de 2008)&rdquo;, refere o documento.</p>
<p>Com base no despacho de 2015, a rede deve passar a ter entre 78 e 81 pontos, dependendo a defini&ccedil;&atilde;o exata do n&uacute;mero de pontos de orienta&ccedil;&otilde;es das Administra&ccedil;&otilde;es Regionais de Sa&uacute;de (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo e do Centro, concretamente quanto aos SUB do Hospital do Montijo e de Algueir&atilde;o-Mem Martins e da transfer&ecirc;ncia do Hospital Conde de S&atilde;o Bento para a Santa Casa da Miseric&oacute;rdia de Santo Tirso.</p>
<p>O parecer sublinha que algumas mudan&ccedil;as &agrave; rede de emerg&ecirc;ncia promovidas pelo despacho de 2015 &ldquo;ocorreram em disson&acirc;ncia&rdquo; com a proposta da Comiss&atilde;o para a Reavalia&ccedil;&atilde;o da Rede Nacional de Emerg&ecirc;ncia e Urg&ecirc;ncia, destacando-se as indica&ccedil;&otilde;es de exclus&atilde;o da rede dos SUB dos centros de sa&uacute;de da Sert&atilde; e de Coruche, que, de acordo com a indica&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o, deveriam ser mantidos na lista da rede&rdquo;.</p>
<p>Lusa</p>
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