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	<title>ocde Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<title>ocde Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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		<title>Estudo da OCDE alerta para falta de enfermeiros em Portugal</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/estudo-da-ocde-alerta-para-falta-de-enfermeiros-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2017 11:14:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ocde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O r&#225;cio enfermeiro/habitante em Portugal est&#225; abaixo da m&#233;dia europeia e o grande desafio do Servi&#231;o Nacional de Sa&#250;de &#233; conseguir motivar esses profissionais e evitar a sua sa&#237;da. Estas conclus&#245;es s&#227;o apresentadas num estudo da Comiss&#227;o Europeia &#224; Organiza&#231;&#227;o de Coopera&#231;&#227;o e Desenvolvimento Economico (OCDE), que comparou a Sa&#250;de em 28 Estados membros. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-215182" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/12/3bfa9201dadb0b8e9a597abb74d8a470.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/12/3bfa9201dadb0b8e9a597abb74d8a470.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/12/3bfa9201dadb0b8e9a597abb74d8a470-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O r&aacute;cio enfermeiro/habitante em Portugal est&aacute; abaixo da m&eacute;dia europeia e o grande desafio do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de &eacute; conseguir motivar esses profissionais e evitar a sua sa&iacute;da. Estas conclus&otilde;es s&atilde;o apresentadas num estudo da Comiss&atilde;o Europeia &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o de Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Economico (OCDE), que comparou a Sa&uacute;de em 28 Estados membros.</p>
<p><span id="more-1884"></span></p>
<p>Em Portugal h&aacute; 6,3 enfermeiros por cada mil habitantes, enquanto a m&eacute;dia europeia &eacute; de 8,4. &Eacute;, por isso, urgente a contrata&ccedil;&atilde;o destes profissionais, alerta o estudo. O documento refere a vaga emigrat&oacute;ria de profissionais de sa&uacute;de a que se tem assistido nos &uacute;ltimos anos e indica que, &#8220;futuramente, o Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de [em Portugal] tem como desafio conseguir manter a motiva&ccedil;&atilde;o dos seus profissionais, bem como conter e inverter a sua sa&iacute;da&#8221;. S&atilde;o &#8220;press&otilde;es sobre aqueles profissionais&#8221; e &#8220;sal&aacute;rios no setor p&uacute;blico inferiores ao privado&#8221; os fatores apontados como principais respons&aacute;veis pela sa&iacute;da de enfermeiros do pa&iacute;s.</p>
<p>S&oacute; Espanha, It&aacute;lia, Eslov&eacute;nia, Bulg&aacute;ria e Chipre apresentam n&uacute;meros mais preocupantes no que respeita ao r&aacute;cio enfermeiro/habitante. Dinamarca, Alemanha e Su&eacute;cia apresentam r&aacute;cios muito mais elevados que a m&eacute;dia da UE, o primeiro com tr&ecirc;s vezes mais do que Portugal e os outros dois com praticamente o dobro.</p>
<p>O estudo salienta ainda que &#8220;o n&uacute;mero de licenciados em enfermagem est&aacute; em queda desde 2009&#8221;, altura em que tamb&eacute;m se deixou de investir tanto. A relat&oacute;rio nota que a austeridade afetou mais a Sa&uacute;de do que outros setores da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica: A parcela das despesas com a Sa&uacute;de passou de 13,8% em 2009 para 12,3% em 2015.</p>
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		<title>Enfermeiros são &#8220;parceiros chave&#8221; para o futuro da saúde</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/enfermeiros-sao-parceiros-chave-para-o-futuro-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 12:19:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[EFN]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeiros]]></category>
		<category><![CDATA[European Federation of Nurses Associations]]></category>
		<category><![CDATA[ocde]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A European Federation of Nurses Associations (EFN) quer que os enfermeiros &#8211; que s&#227;o quem est&#225; na linha da frente e conhece os problemas do setor, dos profissionais e dos utentes &#8211; sejam ouvidos na hora de definir reformas para a sa&#250;de. Sugere, por isso, que todas as organiza&#231;&#245;es de doentes e de profissionais da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214787" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/01/f5a5c719a0f9b80a2e6100f134c631b9.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/01/f5a5c719a0f9b80a2e6100f134c631b9.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/01/f5a5c719a0f9b80a2e6100f134c631b9-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A European Federation of Nurses Associations (EFN) quer que os enfermeiros &#8211; que s&atilde;o quem est&aacute; na linha da frente e conhece os problemas do setor, dos profissionais e dos utentes &#8211; sejam ouvidos na hora de definir reformas para a sa&uacute;de. Sugere, por isso, que todas as organiza&ccedil;&otilde;es de doentes e de profissionais da sa&uacute;de da Uni&atilde;o Europeia (UE) se juntem para estabelecer medidas comuns para o setor.</p>
<p><span id="more-1514"></span></p>
<p>Ap&oacute;s estar presente no &#8220;F&oacute;rum Pol&iacute;tico para o Futuro da Sa&uacute;de&#8221;, que decorreu ontem, 16 de janeiro, na sede da OCDE em Paris, a EFN veio a p&uacute;blico demonstrar a sua posi&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; defini&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas da sa&uacute;de: defende que estas se baseiem mais nas pessoas e menos nos n&uacute;meros.</p>
<p>&#8220;N&atilde;o haver&aacute; melhores resultados na sa&uacute;de se n&atilde;o apoiarmos a linha de frente. (&#8230;) A EFN convida as organiza&ccedil;&otilde;es de doentes e profissionais de sa&uacute;de a construir alian&ccedil;as fortes para chegar a um acordo conjunto sobre a reforma do sistema de sa&uacute;de, independentemente do que os ministros e institui&ccedil;&otilde;es internacionais virem a decidir com base em valores. Precisamos construir alian&ccedil;as fortes para reformar a sa&uacute;de de uma forma n&atilde;o-disruptiva&#8221;, afirma a associa&ccedil;&atilde;o em comunicado.</p>
<p>Apesar de reconhecer que os diferentes Estados-Membros da UE possam ter diferentes sistemas de sa&uacute;de e de assist&ecirc;ncia social, a institui&ccedil;&atilde;o acredita que podem e devem partilhar os mesmos valores: &#8220;universalidade, solidariedade e equidade&#8221;. Considera, no entanto, que estes valores, &#8220;que guiam seis milh&otilde;es de enfermeiros na UE&#8221;, n&atilde;o se refletem nas pol&iacute;ticas de austeridade, que em busca de uma maior sustentabilidade n&atilde;o investem nos cuidados de sa&uacute;de: &#8220;desde 2008 que s&oacute; vemos cortes, n&atilde;o investimentos!&#8221;.</p>
<p>Na opini&atilde;o da EFN, apesar de hoje, na era digital, o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o ser f&aacute;cil, os poderes pol&iacute;ticos &#8220;continuam apenas a analisar a informa&ccedil;&atilde;o relativa a resultados e n&atilde;o sobre as pessoas que servem&#8221;, o que seria &#8220;essencial para obter melhor qualidade de cuidados&#8221;. &Eacute; a&iacute; que &#8211; salienta &#8211; devem ser ouvidos os enfermeiros, que se encontram numa &#8220;posi&ccedil;&atilde;o &uacute;nica e privilegiada&#8221;, com acesso direto &agrave;s necessidades dos cuidados. &#8220;As solu&ccedil;&otilde;es devem refletir opini&otilde;es dos enfermeiros. Solu&ccedil;&otilde;es que n&atilde;o incluam a linha da frente n&atilde;o s&atilde;o solu&ccedil;&otilde;es&#8221;, sublinha.</p>
<p>A EFN conclui o comunicado, afirmando que &#8220;vai acompanhar atentamente este debate da OCDE e vai questionar a contribui&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Europeia, para garantir que os sistemas de sa&uacute;de sejam mais centrados nas pessoas e deem mais reconhecimento aos enfermeiros da linha de frente&#8221;, que, &#8220;com os conhecimentos e compet&ecirc;ncias adequados, t&ecirc;m um valor acrescentado consider&aacute;vel e constituem um elo importante entre a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, a promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as&#8221;.</p>
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		<title>Crise económica associada a 260 mil mortes por cancro a mais na OCDE</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/crise-economica-associada-a-260-mil-mortes-por-cancro-a-mais-na-ocde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 09:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[crise económica]]></category>
		<category><![CDATA[ocde]]></category>
		<category><![CDATA[oncologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise econ&#243;mica global de 2008-2010 est&#225; associada a 260 mil mortes por cancro a mais nos pa&#237;ses da Organiza&#231;&#227;o para a Coopera&#231;&#227;o Econ&#243;mica e o Desenvolvimento (OCDE), conclui um estudo publicado na passado quarta feira na revista The Lancet. O mesmo estudo sugere que, na Uni&#227;o Europeia, a crise est&#225; relacionada com mais 160 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214442" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/ec6196337b424054df1d55951c9bb0a7.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/ec6196337b424054df1d55951c9bb0a7.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/ec6196337b424054df1d55951c9bb0a7-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A crise econ&oacute;mica global de 2008-2010 est&aacute; associada a 260 mil mortes por cancro a mais nos pa&iacute;ses da Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o Econ&oacute;mica e o Desenvolvimento (OCDE), conclui um estudo publicado na passado quarta feira na revista <em>The Lancet</em>.</p>
<p><span id="more-1164"></span></p>
<p>O mesmo estudo sugere que, na Uni&atilde;o Europeia, a crise est&aacute; relacionada com mais 160 mil mortes, naquela que &eacute; a primeira an&aacute;lise global sobre os efeitos do desemprego e da redu&ccedil;&atilde;o da despesa p&uacute;blica em sa&uacute;de na mortalidade por cancro.</p>
<p>Segundo os cientistas, o desemprego e a redu&ccedil;&atilde;o da despesa p&uacute;blica em sa&uacute;de est&atilde;o associados a um aumento do n&uacute;mero de mortes por cancro, mas essa diferen&ccedil;a desaparece quando existe cobertura universal de sa&uacute;de.</p>
<p>&ldquo;Nos pa&iacute;ses que n&atilde;o t&ecirc;m cobertura universal de sa&uacute;de, o acesso aos cuidados e sa&uacute;de s&atilde;o muitas vezes garantidos por um pacote do emprego. Sem emprego, os pacientes s&atilde;o diagnosticados mais tarde e o tratamento &eacute; mais fraco e tardio&rdquo;, explicou o coautor Rifat Atun, da Universidade de Harvard, citado num comunicado da revista.</p>
<p>Os investigadores, das universidades de Harvard, nos EUA, e Oxford, Imperial College London e King&rsquo;s College London, no Reino Unido, usaram informa&ccedil;&atilde;o do Banco Mundial e da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de para analisar a rela&ccedil;&atilde;o entre o desemprego, a despesa p&uacute;blica em sa&uacute;de e a mortalidade por cancro em mais de 70 pa&iacute;ses, que representam mais de dois mil milh&otilde;es de pessoas.</p>
<p>A an&aacute;lise cobriu as tend&ecirc;ncias ao longo de 20 anos, entre 1990 e 2010 e abrangeu os cancros da pr&oacute;stata nos homens, da mama nas mulheres, e o cancro colorretal e do pulm&atilde;o em ambos os g&eacute;neros.</p>
<p>Os cancros foram classificados como trat&aacute;veis (com taxas de sobreviv&ecirc;ncia superiores a 50%) ou n&atilde;o trat&aacute;veis (com taxas de sobreviv&ecirc;ncia inferiores a 10%).</p>
<p>&ldquo;Conclu&iacute;mos que o aumento do desemprego est&aacute; associado a um aumento da mortalidade por cancro, mas que a cobertura universal de sa&uacute;de protege contra estes efeitos. Isto &eacute; especialmente verdade no caso dos cancros trat&aacute;veis, incluindo o cancro da mama, da pr&oacute;stata e colorretal&rdquo;, afirmou o autor principal do estudo, Mahiben Maruthappu do Imperial College de Londres.</p>
<p>O investigador acrescentou que tamb&eacute;m os gastos p&uacute;blicos em sa&uacute;de &ldquo;est&atilde;o muito associados &agrave; mortalidade por cancro, o que sugere que os cortes na sa&uacute;de podem custar vidas&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Se os sistemas de sa&uacute;de sofrerem restri&ccedil;&otilde;es de financiamento, isso deve ser combinado com melhorias ao n&iacute;vel da efici&ecirc;ncia para garantir que os pacientes recebem o mesmo n&iacute;vel de cuidados de sa&uacute;de, independentemente do ambiente econ&oacute;mico ou do seu estatuto laboral&rdquo;, defendeu.</p>
<p>O cancro provocou 8,2 milh&otilde;es de mortes em 2012, e estima-se que o n&uacute;mero de casos suba de 14 milh&otilde;es em 2012 para 22 milh&otilde;es em 2030.</p>
<p>&ldquo;O cancro &eacute; uma importante causa de morte em todo o mundo, por isso &eacute; crucial entender como as mudan&ccedil;as econ&oacute;micas afetam a sobreviv&ecirc;ncia&rdquo;, disse Mahiben Maruthappu.</p>
<p>A crise econ&oacute;mica internacional que come&ccedil;ou em 2008 resultou num aumento substancial nas taxas de desemprego e levou muitos pa&iacute;ses a reduzirem a despesa p&uacute;blica na sa&uacute;de.</p>
<p>Muitos estudos j&aacute; demonstraram o impacto destas mudan&ccedil;as na sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, nomeadamente no aumento do suic&iacute;dio ou das doen&ccedil;as cardiovasculares.</p>
<p>Os autores ressalvam que o estudo publicado apenas mostra uma associa&ccedil;&atilde;o entre a mortalidade, o desemprego e a despesa p&uacute;blica em sa&uacute;de, e n&atilde;o permite provar uma rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito.</p>
<p>No entanto, dizem ter detetado uma correla&ccedil;&atilde;o cronol&oacute;gica: as mudan&ccedil;as no desemprego foram seguidas de mudan&ccedil;as na mortalidade por cancro, o que dizem apontar para uma rela&ccedil;&atilde;o causal.</p>
<p>Referem ainda que, como a informa&ccedil;&atilde;o de qualidade s&oacute; est&aacute; dispon&iacute;vel at&eacute; 2010, n&atilde;o foi poss&iacute;vel analisar os efeitos de longo prazo das flutua&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas na mortalidade por cancro.</p>
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