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	<title>Lisboa Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<description>Contextos, competências e necessidades da Enfermagem em Portugal.</description>
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	<title>Lisboa Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<item>
		<title>Gestão da FPI: Conselhos alimentares</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/opiniao/gestao-da-fpi-conselhos-alimentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2021 08:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[CHULC – Hospital De Santa Marta]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nutricionista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deve fazer uma alimentação variada, incluindo alimentos de todos os grupos, de forma a que seja nutricionalmente equilibrada. Recomenda-se que vigie o seu peso, semanalmente, monitorizando as perdas que possam ocorrer. EVITE FICAR MUITAS HORAS SEM QUALQUER REFEIÇÃO Não suprima refeições, mesmo que não tenha apetite; Faça refeições menos volumosas e mais frequentes; Distribua a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-215473" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2021/10/b76ee2f03abe069e79fc4cac2bb6622e.jpg" alt="" width="780" height="400" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2021/10/b76ee2f03abe069e79fc4cac2bb6622e.jpg 780w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2021/10/b76ee2f03abe069e79fc4cac2bb6622e-300x154.jpg 300w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2021/10/b76ee2f03abe069e79fc4cac2bb6622e-768x394.jpg 768w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Deve fazer uma alimentação variada, incluindo alimentos de todos os grupos, de forma a que seja nutricionalmente equilibrada. Recomenda-se que vigie o seu peso, semanalmente, monitorizando as perdas que possam ocorrer.</p>
<p><span id="more-2149"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>EVITE FICAR MUITAS HORAS SEM QUALQUER REFEIÇÃO</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-mce-word-list="1">Não suprima refeições, mesmo que não tenha apetite;</li>
<li data-mce-word-list="1">Faça refeições menos volumosas e mais frequentes;</li>
<li data-mce-word-list="1">Distribua a sua alimentação por 6-7 momentos;</li>
<li data-mce-word-list="1">Se necessário, pode fracioná-las. Por exemplo: intervalo de uma hora entre a sopa e o prato principal</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONSELHOS ALIMENTARES</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-mce-word-list="1">Tenha uma alimentação rica em vegetais e frutos;</li>
<li data-mce-word-list="1">Opte por confeções mais simples, como cozidos, grelhados e estufados com pouca gordura;</li>
<li data-mce-word-list="1">Evite fritos e alimentos muito processados;</li>
<li data-mce-word-list="1">Restrinja pratos que incluam produtos de charcutaria (como bacon ou enchidos) ou gorduras saturadas (como margarinas e natas);</li>
<li data-mce-word-list="1">Prefira gorduras vegetais, privilegiando o azeite para confecionar e temperar. Utilize-o, ainda assim, em pequena quantidade;</li>
<li data-mce-word-list="1">Use ervas aromáticas e especiarias para diminuir a quantidade de sal utilizada na confeção de refeições;</li>
<li data-mce-word-list="1">Restrinja o consumo de açúcar e de alimentos açucarados;</li>
<li data-mce-word-list="1">Aumente o consumo de água. Pode incluir infusões de ervas;</li>
<li data-mce-word-list="1">Em caso de perda de peso acentuada, poderá recorrer a suplementos nutricionais orais completos ou incompletos – que poderão ser indicados pelo seu nutricionista ou médico – adaptando-os à sua situação clínica.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALIMENTOS RECOMENDADOS</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-mce-word-list="1"><strong>Hortícolas:</strong>&nbsp;todos os legumes, em todas as refeições principais.</li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Frutas:</strong>&nbsp;2 a 3 peças por dia. Pode incluí-las nas refeições, como sumos ou batidos de fruta.</li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Laticínios:</strong>&nbsp;leite, iogurte e queijo meio gordos. A consumir 2 a 3 porções diárias. Um copo de leite (cerca de 200ml) pode ser substituído por 1 iogurte ou 1 fatia de queijo ou meio queijo fresco meio gordo.</li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Farináceos:</strong>&nbsp;pão de mistura ou escuro (centeio, alfarroba, sementes, integral), tostas integrais, cereais de pequeno-almoço integrais, arroz, massa, batata branca, batata-doce, bolachas simples (ex. bolacha maria).</li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Carnes magras:</strong>&nbsp;ex. perna de borrego, alcatra, ganso ou pá de vaca, coelho, frango ou peru, lombo de porco magro.</li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Peixes:</strong></li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Ovos:</strong>&nbsp;cozinhados sem adição de gordura. Consumir em substituição da carne e do peixe, 2 a 3 vezes por semana.</li>
<li data-mce-word-list="1"><strong>Frutos oleaginosos e frutos secos:</strong>&nbsp;amêndoas, nozes, figos, alperces e ameixas secas. A consumir em pequena quantidade (cerca de 30g), 2 a 3 vezes/semana.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALIMENTAÇÃO NA DIARREIA, NÁUSEAS/VÓMITOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Decorrente da terapêutica para tratamento da FPI, poderão surgir – ainda que temporariamente – náuseas/vómitos e/ou diarreia. Neste caso, a sua alimentação deverá ser adaptada:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-mce-word-list="1">Retire os laticínios, substituindo-os por infusões de ervas açucaradas ou bebidas vegetais;</li>
<li data-mce-word-list="1">Deve trocar o pão de mistura ou escuro: deverá ser substituído por branco e poderá ser torrado. Pode ainda optar por tostas de trigo;</li>
<li data-mce-word-list="1">Use cremes vegetais para barrar ou compotas sem cascas e grainhas;</li>
<li data-mce-word-list="1">Inclua fruta: maçã ou pera, cozidas ou assadas, sem casca. No caso de diarreia pode ainda ser incluída banana bem madura. Evite outras frutas cruas;</li>
<li data-mce-word-list="1">Gelatina pode ser uma opção de sobremesa ou snack;</li>
<li data-mce-word-list="1">Exclua todos os legumes, com exceção da cenoura;</li>
<li data-mce-word-list="1">Substitua as sopas habituais por creme de cenoura e batata ou canja de arroz;</li>
<li data-mce-word-list="1">O prato principal deverá ser constituído por confeções muito simples (cozidos, cozidos a vapor ou grelhados exclusivamente), evitando adição de gordura.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A hidratação é ainda mais importante nesta situação. Recomenda-se o aumento do consumo de líquidos sob a forma de:&nbsp;</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-mce-word-list="1">Água ou infusões de ervas;</li>
<li data-mce-word-list="1">Água de cozedura de maçã;</li>
<li data-mce-word-list="1">Ice tea sem açúcar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALIMENTOS A EVITAR</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li data-mce-word-list="1">Carnes gordas (p. ex. entremeada, entrecosto, costeletas de porco), produtos de charcutaria e salsicharia;</li>
<li data-mce-word-list="1">Leite gordo, natas e queijos gordos ou curados;</li>
<li data-mce-word-list="1">Açúcar e alimentos açucarados (chocolates, rebuçados, bolos de pastelaria e bolachas com recheio);</li>
<li data-mce-word-list="1">Refrigerantes, bebidas açucaradas e alcoólicas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Este artigo foi escrito no âmbito do guia “Gestão da FPI: Dicas úteis para o doente”, que pode ser consultado,&nbsp;<a href="https://www.vitalhealth.pt/images/stories/raiz/2013/pdf/GUIA_GESTAO_DA_FPI_d9a29.pdf" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lisboa é palco de congresso sobre gestão de feridas complexas</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/formacao/lisboa-e-palco-de-congresso-sobre-gestao-de-feridas-complexas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 11:23:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeiros]]></category>
		<category><![CDATA[feridas complexas]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O VIII Congresso Internacional Gest&#227;o de Feridas Complexas, organizado pela Formasau, est&#225; agendado para os dias 30 e 31 de mar&#231;o, no audit&#243;rio do metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa. Al&#233;m de uma s&#233;rie de confer&#234;ncias, o evento conta ainda com espa&#231;o para comunica&#231;&#245;es orais e apresenta&#231;&#227;o de posters. Os especialistas v&#227;o come&#231;ar por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214878" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/03/0a2da575867a6a40e5b18b1844c561af.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/03/0a2da575867a6a40e5b18b1844c561af.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2017/03/0a2da575867a6a40e5b18b1844c561af-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O VIII Congresso Internacional Gest&atilde;o de Feridas Complexas, organizado pela Formasau, est&aacute; agendado para os dias 30 e 31 de mar&ccedil;o, no audit&oacute;rio do metro do Alto dos Moinhos, em Lisboa. Al&eacute;m de uma s&eacute;rie de confer&ecirc;ncias, o evento conta ainda com espa&ccedil;o para comunica&ccedil;&otilde;es orais e apresenta&ccedil;&atilde;o de posters.</p>
<p><span id="more-1597"></span></p>
<p>Os especialistas v&atilde;o come&ccedil;ar por tentar perceber se, no tratamento de feridas, &#8220;Haver&aacute; recursividade entre a teoria e pr&aacute;tica?&#8221;. Depois, os temas escolhidos s&atilde;o &#8220;Fidelidade do registo: a fotografia digital &#8211; teoria ou recurso?&#8221;, &#8220;Terapia Larvar em Portugal&#8221;, &#8220;Existe complexidade no tratamento da dor na pessoa com ferida complexa?&#8221;, &#8220;Material de penso como dispositivo de terapia de press&atilde;o negativa&#8221;, &#8220;Conversa/debate: generalidades, especificidades e dicas pr&aacute;ticas: material de penso no mercado portugu&ecirc;s&#8221;, &#8220;Podem as feridas cicatrizar com biofilme?&#8221;, &#8220;Casos cl&iacute;nicos de tratamento com mel manuka&#8221; e &#8220;&Uacute;lcera de perna complexa&#8221;.</p>
<p>No segundo dia de evento, os conferencistas v&atilde;o debru&ccedil;ar-se sobre &#8220;&Uacute;lceras de perna: saber avaliar e intervir&#8221;, &#8220;Abordagem diferencial: &uacute;lcera por press&atilde;o e outras entidades&#8221;, &#8220;Infe&ccedil;&otilde;es da pele e tecidos moles&#8221; e &#8220;Doen&ccedil;a pilonidal&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Quatro hospitais da Grande Lisboa repartem assistência a doentes com aneurisma</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/quatro-hospitais-da-grande-lisboa-repartem-assistencia-a-doentes-com-aneurisma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Dec 2015 10:14:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Adalberto Campos Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Administração Regional de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[aneurisma vascular cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[AVC]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Hospitalar Lisboa Central]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados hospitalares na região de Lisboa e Vale do Tejo]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Vascular Cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[hospitais da Urgência Metropolitana de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Santa Maria]]></category>
		<category><![CDATA[hospital de são josé]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Garcia de Orta]]></category>
		<category><![CDATA[hospital São Francisco Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[ministro da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os hospitais de S&#227;o Jos&#233;, Santa Maria e S&#227;o Francisco Xavier, em Lisboa, e Garcia de Orta, em Almada, v&#227;o repartir, aos fins de semana, em janeiro, a assist&#234;ncia a doentes com aneurisma vascular cerebral, informou a tutela. O Hospital de S&#227;o Jos&#233; ir&#225; garantir a assist&#234;ncia de 1 a 3 de janeiro e nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214161" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/1da7a0ac7a34d319d36fde2ba2a083ea.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/1da7a0ac7a34d319d36fde2ba2a083ea.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/1da7a0ac7a34d319d36fde2ba2a083ea-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Os hospitais de S&atilde;o Jos&eacute;, Santa Maria e S&atilde;o Francisco Xavier, em Lisboa, e Garcia de Orta, em Almada, v&atilde;o repartir, aos fins de semana, em janeiro, a assist&ecirc;ncia a doentes com aneurisma vascular cerebral, informou a tutela.</p>
<p><span id="more-877"></span></p>
<p>O Hospital de S&atilde;o Jos&eacute; ir&aacute; garantir a assist&ecirc;ncia de 1 a 3 de janeiro e nos dias 30 e 31, enquanto o Hospital S&atilde;o Francisco Xavier a 9 e a 10, o Hospital Garcia de Orta a 16 e a 17 e o Hospital Santa Maria a 23 e a 24 de janeiro.</p>
<p>Em comunicado, a prop&oacute;sito dos cuidados hospitalares na regi&atilde;o de Lisboa e Vale do Tejo, na &aacute;rea da doen&ccedil;a vascular cerebral, o gabinete do ministro da Sa&uacute;de, Adalberto Campos Fernandes, esclarece que o fim de semana compreende o per&iacute;odo entre as 8 horas de s&aacute;bado e as 8 horas de segunda-feira.</p>
<p>De acordo com a tutela, as quatro unidades ir&atilde;o garantir, em dias de semana, &#8220;assist&ecirc;ncia permanente, 24 horas sobre 24 horas, a todos os doentes com esta patologia [aneurisma vascular cerebral]&#8221;.</p>
<p>O comunicado refere que &#8220;este processo valoriza os princ&iacute;pios da organiza&ccedil;&atilde;o em rede e da partilha dos recursos dispon&iacute;veis no Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de&#8221;.</p>
<p>Recentemente, t&ecirc;m sido noticiadas situa&ccedil;&otilde;es de alegada aus&ecirc;ncia de assist&ecirc;ncia que envolvem hospitais da Urg&ecirc;ncia Metropolitana de Lisboa, como o caso da morte de um jovem de 29 anos no S&atilde;o Jos&eacute;, com aneurisma vascular cerebral, por falta de equipas completas para interven&ccedil;&otilde;es de neurocirurgia ao fim de semana.</p>
<p>O caso da morte do jovem levou os presidentes da Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de de Lisboa e Vale do Tejo, do Centro Hospitalar Lisboa Central, do qual faz parte o Hospital de S&atilde;o Jos&eacute;, e do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, que agrega o Hospital de Santa Maria, a pedirem a demiss&atilde;o do cargo.</p>
<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico abriu um inqu&eacute;rito ao caso.</p>
<p>Na segunda-feira, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de decidiu constituir um grupo coordenador da Urg&ecirc;ncia Metropolitana de Lisboa para avaliar os &#8220;constrangimentos existentes&#8221; nos hospitais e preparar solu&ccedil;&otilde;es que devem come&ccedil;ar a ser aplicadas em fevereiro.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consultas de doenças sexualmente transmissíveis reabrem em Lisboa</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/consultas-de-doencas-sexualmente-transmissiveis-reabrem-em-lisboa-com-apoio-autarquico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 12:38:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de Lisboa, anunciou ontem o Grupo Ativistas em Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[CheckpointLx]]></category>
		<category><![CDATA[consulta de doenças sexualmente transmissíveis]]></category>
		<category><![CDATA[GAT]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A consulta de doen&#231;as sexualmente transmiss&#237;veis no CheckpointLx vai reabrir, gra&#231;as a um apoio da C&#226;mara de Lisboa, anunciou ontem o Grupo Ativistas em Tratamento (GAT). O servi&#231;o de consultas existia h&#225; tr&#234;s anos e foi encerrado no ver&#227;o passado, por falta de verbas, j&#225; que o Estado deixou de o financiar em dezembro do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214095" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/223d3e825305be1390f95e96c8b494f2.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/223d3e825305be1390f95e96c8b494f2.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/12/223d3e825305be1390f95e96c8b494f2-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A consulta de doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis no CheckpointLx vai reabrir, gra&ccedil;as a um apoio da C&acirc;mara de Lisboa, anunciou ontem o Grupo Ativistas em Tratamento (GAT).</p>
<p><span id="more-808"></span></p>
<p>O servi&ccedil;o de consultas existia h&aacute; tr&ecirc;s anos e foi encerrado no ver&atilde;o passado, por falta de verbas, j&aacute; que o Estado deixou de o financiar em dezembro do ano passado.</p>
<p>Ontem (30 de novembro), em comunicado, o GAT informa que o protocolo que viabiliza a reabertura ser&aacute; assinado hoje com a C&acirc;mara Municipal de Lisboa, que vai financiar parcialmente a consulta.</p>
<p>Em declara&ccedil;&otilde;es &agrave; ag&ecirc;ncia <em>Lusa</em> o presidente do GAT, Lu&iacute;s Mend&atilde;o, explicou que a reabertura dever&aacute; acontecer ainda este m&ecirc;s e que j&aacute; esta semana se poder&atilde;o fazer marca&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>O GAT lembra, no comunicado, que com o fim do financiamento por parte do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, no final do ano passado, foi o grupo que assumiu o custo integral da consulta a partir do in&iacute;cio do ano mas por falta de verbas teve de a encerrar no fim de julho.</p>
<p>Apesar das promessas de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o por parte da Dire&ccedil;&atilde;o Geral da Sa&uacute;de a situa&ccedil;&atilde;o manteve-se inalterada e s&oacute; agora, &ldquo;com a aprova&ccedil;&atilde;o do financiamento parcial, atrav&eacute;s do Fundo de Emerg&ecirc;ncia Social&rdquo; da C&acirc;mara &ldquo;foi retomada a viabilidade m&iacute;nima or&ccedil;amental que permite o funcionamento da consulta durante um ano&rdquo;, diz-se no comunicado.</p>
<p>O &ldquo;apoio decisivo&rdquo; da autarquia &ldquo;n&atilde;o se sobrepor&aacute; ao desejado acordo de pagamento das an&aacute;lises no &acirc;mbito do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&rdquo;, ressalva o GAT.</p>
<p>O encerramento da consulta foi na altura criticada nomeadamente pela organiza&ccedil;&atilde;o M&eacute;dicos do Mundo e pelo Movimento de Utentes dos Servi&ccedil;os P&uacute;blicos mas tamb&eacute;m a deputadas socialista Elza Pais o fez em comunicado.</p>
<p>O servi&ccedil;o Checklist, consulta de doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis, existiu tr&ecirc;s anos e funcionava no CheckpointLx, em Lisboa, tendo recebido, no decorrer desse per&iacute;odo, cerca de 34 mil euros por ano, vindos do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, para pagar an&aacute;lises, reagentes e &#8216;kits&#8217; m&eacute;dicos, a institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e a fornecedores.</p>
<p>O CheckpointLX &eacute; um centro dirigido a homens que t&ecirc;m sexo com outros homens, onde podem fazer o rastreio do VIH/SIDA e de outras doen&ccedil;as sexualmente transmiss&iacute;veis de forma r&aacute;pida, an&oacute;nima, confidencial e gratuita, assim como ter acesso a aconselhamento e referencia&ccedil;&atilde;o aos cuidados de sa&uacute;de.</p>
<p>Segundo o GAT, enquanto funcionou fez o rastreio a mais de mil homens, tratou mais de 300 infe&ccedil;&otilde;es, e identificou 50 jovens em risco de cancro anal.</p>
<p>O centro foi elogiado pelo Centro Europeu para a Preven&ccedil;&atilde;o e Controlo de Doen&ccedil;as e pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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		<title>Hospital CUF Infante Santo dá lugar ao novo CUF Tejo em 2018</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/hospital-cuf-infante-santo-da-lugar-ao-novo-cuf-tejo-em-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 13:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[CUF descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[CUF Infante Santo]]></category>
		<category><![CDATA[CUF Tejo]]></category>
		<category><![CDATA[José de Mello Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador de Mello]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Jos&#233; de Mello Sa&#250;de apresentou hoje um plano de investimentos num valor superior a 200 milh&#245;es de euros que inclui um novo hospital em Lisboa em 2018 (CUF Tejo) e a expans&#227;o de v&#225;rias unidades. O CUF Tejo, localizado em Alc&#226;ntara, vai come&#231;ar a ser constru&#237;do no &#250;ltimo trimestre do pr&#243;ximo ano [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214070" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/d1ed2bf3d11f7e7a6f189af32a153713.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/d1ed2bf3d11f7e7a6f189af32a153713.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/d1ed2bf3d11f7e7a6f189af32a153713-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O presidente da Jos&eacute; de Mello Sa&uacute;de apresentou hoje um plano de investimentos num valor superior a 200 milh&otilde;es de euros que inclui um novo hospital em Lisboa em 2018 (CUF Tejo) e a expans&atilde;o de v&aacute;rias unidades.</p>
<p><span id="more-781"></span></p>
<p>O CUF Tejo, localizado em Alc&acirc;ntara, vai come&ccedil;ar a ser constru&iacute;do no &uacute;ltimo trimestre do pr&oacute;ximo ano e substituir&aacute; o CUF Infante Santo a partir do segundo semestre de 2018, num investimento total de cerca de 100 milh&otilde;es de euros, afirmou Salvador de Mello.</p>
<p>O plano do grupo prev&ecirc; ainda a expans&atilde;o das unidades de Lisboa, Cascais e Torres Vedras at&eacute; 2018, com destaque para o aumento da capacidade da CUF Descobertas em 50%, que vai custar cerca de 50 milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Em 2016 vai ser aberto um novo hospital em Viseu e Salvador de Mello admite que o grupo pode vir a marcar presen&ccedil;a noutras regi&otilde;es.</p>
<p>&ldquo;Estamos atentos a oportunidades de crescimento que possam surgir&rdquo;, salientou, sem especificar quais as zonas com mais interesse para a Jos&eacute; de Mello Sa&uacute;de.</p>
<p>Salvador de Mello sublinhou que o CUF Tejo vai ser &ldquo;uma refer&ecirc;ncia para as outras unidades&rdquo; do grupo e ser&aacute; um hospital virado para as necessidades do futuro e para as doen&ccedil;as do futuro relacionadas com o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O novo hospital, com uma &aacute;rea tr&ecirc;s vezes maior do que o CUF Infante Santo, ter&aacute; mais de 75 mil metros quadrados e dez pisos, quatro dos quais subterr&acirc;neos, com 800 lugares de estacionamento.</p>
<p>O presidente da Jos&eacute; de Mello Sa&uacute;de afirmou ser muito cedo para falar sobre o destino a dar aos terrenos e aos edif&iacute;cios ocupados atualmente pelo hospital CUF Infante Santo, pois o grupo est&aacute; concentrado agora na constru&ccedil;&atilde;o do CUF Tejo.</p>
<p>O novo equipamento, desenhado pelo arquiteto Frederico Valsassina, vai ter mais de 100 gabinetes de consulta e mais de 60 gabinetes de exames e tratamentos, 11 salas de bloco e mais de 200 camas de internamento.</p>
<p>Ser&aacute; um hospital polivalente com foco em &aacute;reas como a oncologia, neuroci&ecirc;ncias, cardiovascular, pulm&atilde;o, otorrinolaringologia e oftalmologia.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Profissionais levam cuidados de saúde a sem-abrigo e idosos de Lisboa</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/profissionais-de-saude-levam-cuidados-de-saude-a-sem-abrigos-e-idosos-de-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2015 10:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Rua com saída]]></category>
		<category><![CDATA[Rua com Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[VoxLisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vontade de ajudar quem precisa uniu enfermeiros, m&#233;dicos, psic&#243;logos, e t&#233;cnicos de sa&#250;de numa miss&#227;o: levar cuidados de sa&#250;de e apoio social e emocional aos sem-abrigo e idosos que vivem s&#243;s na cidade de Lisboa. Para dar for&#231;a a esta miss&#227;o, 31 volunt&#225;rios experientes criaram a associa&#231;&#227;o VoxLisboa com o objetivo de desenvolver a&#231;&#245;es [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214000" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/9fc5e2a09509b5613281f31393bb0737.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/9fc5e2a09509b5613281f31393bb0737.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/9fc5e2a09509b5613281f31393bb0737-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A vontade de ajudar quem precisa uniu enfermeiros, m&eacute;dicos, psic&oacute;logos, e t&eacute;cnicos de sa&uacute;de numa miss&atilde;o: levar cuidados de sa&uacute;de e apoio social e emocional aos sem-abrigo e idosos que vivem s&oacute;s na cidade de Lisboa.</p>
<p><span id="more-705"></span></p>
<p>Para dar for&ccedil;a a esta miss&atilde;o, 31 volunt&aacute;rios experientes criaram a associa&ccedil;&atilde;o VoxLisboa com o objetivo de desenvolver a&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica, mental e social das pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade, disse &agrave; ag&ecirc;ncia <em>Lusa</em> o presidente e um dos fundadores da associa&ccedil;&atilde;o, Hugo Martins.</p>
<p>A associa&ccedil;&atilde;o tem j&aacute; dois projetos no terreno, &ldquo;Rua com sa&uacute;de&rdquo; e &ldquo;Rua com sa&iacute;da&rdquo;, e vai promover no s&aacute;bado, em Lisboa, as &ldquo;Primeiras Jornadas Sa&uacute;de Solid&aacute;ria&rdquo; para partilha de conhecimentos e experi&ecirc;ncias na presta&ccedil;&atilde;o de cuidados de sa&uacute;de a pessoas em situa&ccedil;&atilde;o vulner&aacute;vel e refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia do acompanhamento social e emocional como complemento terap&ecirc;utico.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; sobretudo com sa&uacute;de que n&oacute;s lidamos porque os 31 volunt&aacute;rios que se juntaram inicialmente, hoje somos muito mais, s&atilde;o m&eacute;dicos, enfermeiros, psic&oacute;logos, t&eacute;cnicos de cardiopneumologia&rdquo; e todos t&ecirc;m em comum &ldquo;uma grande vontade de ajudar a popula&ccedil;&atilde;o sem-abrigo, mas tamb&eacute;m idosos que est&atilde;o isolados e s&oacute;s na cidade de Lisboa&rdquo; e pessoas que apesar de terem &#8220;um quarto para dormir precisam de ajuda alimentar ou de sa&uacute;de&#8221;, adiantou Hugo Martins.</p>
<p>Quinzenalmente aos s&aacute;bados, as equipas do projeto &ldquo;Rua com Sa&uacute;de&rdquo; saem para cinco zonas de Lisboa (Oriente, Arroios, Rossio, Santa Apol&oacute;nia e Cais do Sodr&eacute;) juntamente com os volunt&aacute;rios do &ldquo;Rua com sa&iacute;da&rdquo;, pessoas de outras &aacute;reas profissionais que fazem da &ldquo;escuta ativa, afetuosa e humana as suas ferramentas terap&ecirc;uticas&rdquo;.</p>
<p>Nestas sa&iacute;das, os volunt&aacute;rios levam apoio emocional, humano e social, procurando &ldquo;humanizar os cuidados de sa&uacute;de&rdquo; e diminuir a solid&atilde;o destas pessoas.</p>
<p>&ldquo;&Agrave;s vezes &eacute; preciso haver um jogo de cintura para conseguirmos dar uma ajuda efetiva a estas pessoas, porque infelizmente muitas delas v&atilde;o aos servi&ccedil;os&rdquo;, mas depois n&atilde;o se consegue dar uma resposta efetiva, lamentou o fundador da VoxLisboa, dando como exemplo a popula&ccedil;&atilde;o sem-abrigo com problemas psiqui&aacute;tricos.</p>
<p>Hugo Martins defendeu tamb&eacute;m a import&acirc;ncia de conhecer as particularidades destas pessoas para um melhor acompanhamento.</p>
<p>&ldquo;Sou m&eacute;dico no Hospital de S&atilde;o Jos&eacute;, onde temos uma multiculturalidade que vai aos servi&ccedil;os e recorre &agrave;s urg&ecirc;ncias. Muitas pessoas professam a religi&atilde;o mu&ccedil;ulmana ou hindu e t&ecirc;m as suas particularidades e &eacute; preciso conhec&ecirc;-las para poder melhorar n&atilde;o s&oacute; a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados como para eles aderirem&rdquo; &agrave; terap&ecirc;utica, elucidou.</p>
<p>Relativamente &agrave;s jornadas que a Voxlisboa vai realizar na Escola Superior de Tecnologia da Sa&uacute;de de Lisboa, com o apoio de v&aacute;rios parceiros, entre os quais a Comunidade Vida e Paz, Hugo Martins disse que t&ecirc;m tamb&eacute;m como objetivo a forma&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;O nosso curso [de Medicina] &eacute; muito rico e muito bom em termos te&oacute;ricos, temos muitos livros para conhecer as doen&ccedil;as, mas temos muito pouco para conhecer as pessoas doentes&rdquo;, que al&eacute;m da necessidade f&iacute;sica t&ecirc;m outros problemas, sublinhou.</p>
<p>&Agrave;s vezes, atrav&eacute;s de uma conversa terap&ecirc;utica com a pessoa, consegue perceber-se que &ldquo;a dor no p&eacute; que refere, n&atilde;o &eacute; uma dor no p&eacute;, mas uma somatiza&ccedil;&atilde;o de um problema familiar que o levou &agrave; rua, uma ang&uacute;stia de h&aacute; muitos anos&rdquo;.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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		<title>Falta de enfermeiros e médicos provoca &#8220;o caos&#8221; na MAC</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/falta-de-enfermeiros-e-medicos-provoca-o-caos-na-mac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2015 13:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ARS de Lisboa e Vale do Tejo]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Hospitalar de Lisboa Central]]></category>
		<category><![CDATA[CHLC]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[MAC]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade Alfredo da Costa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de enfermeiros e m&#233;dicos&#160;est&#225; a provocar &#8220;o caos&#8221; na Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, situa&#231;&#227;o que obriga algumas pu&#233;rperas a recuperar do parto nas urg&#234;ncias, segundo fontes desta unidade. &#8220;N&#227;o nos fecham por fora, mas est&#227;o a fechar-nos por dentro&#8221;, disse Ana Cristina Ranha, enfermeira e dirigente sindical na MAC, referindo-se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-213880" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/09/377829b055e89e3afb894e7528a10996.jpg" alt="" width="600" height="300" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/09/377829b055e89e3afb894e7528a10996.jpg 600w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/09/377829b055e89e3afb894e7528a10996-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A falta de enfermeiros e m&eacute;dicos&nbsp;est&aacute; a provocar &ldquo;o caos&rdquo; na Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, situa&ccedil;&atilde;o que obriga algumas pu&eacute;rperas a recuperar do parto nas urg&ecirc;ncias, segundo fontes desta unidade.</p>
<p><span id="more-588"></span></p>
<p>&ldquo;N&atilde;o nos fecham por fora, mas est&atilde;o a fechar-nos por dentro&rdquo;, disse Ana Cristina Ranha, enfermeira e dirigente sindical na MAC, referindo-se &agrave; falta de profissionais que se acentuou nos &uacute;ltimos tempos e que dever&aacute; piorar no pr&oacute;ximo m&ecirc;s de outubro.</p>
<p>Em declara&ccedil;&otilde;es &agrave; ag&ecirc;ncia <em>Lusa</em>, Ana Cristina Ranha disse que a situa&ccedil;&atilde;o na MAC est&aacute; &ldquo;ca&oacute;tica&rdquo;: &ldquo;Estamos a entrar em momento caos, com muita gente cheia de vontade de sair&rdquo;.</p>
<p>A enfermeira explicou que a falta de pessoal n&atilde;o &eacute; de hoje, mas agravou-se com a transfer&ecirc;ncia de profissionais dos hospitais para os centros de sa&uacute;de, mediante os concursos internos entretanto abertos.</p>
<p>&ldquo;O concurso mais recente na Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo dever&aacute; levar da MAC cerca de 30 enfermeiros, profissionais que concorrem porque lhe oferecem outro tipo de condi&ccedil;&otilde;es&rdquo;, disse.</p>
<p>Esta transfer&ecirc;ncia &ldquo;vai agravar ainda mais a situa&ccedil;&atilde;o. Alguns [enfermeiros] j&aacute; est&atilde;o ausentes&rdquo;.</p>
<p>Ana Cristina Ranha, que trabalha na neonatalogia &ndash; o maior servi&ccedil;o da MAC &ndash; acrescentou que nesta unidade v&atilde;o sair 10 enfermeiros e que, atualmente, as equipas que permanentemente deveriam ter 12 profissionais, s&oacute; t&ecirc;m 10.</p>
<p>A enfermeira tem receio do impacto desta redu&ccedil;&atilde;o que se aproxima: &ldquo;Ou vamos assumir os cuidados com elementos a menos, correndo mais riscos, ou temos de fazer turnos extraordin&aacute;rios com maior frequ&ecirc;ncia&rdquo;.</p>
<p>Em qualquer das solu&ccedil;&otilde;es, sublinhou, os profissionais ir&atilde;o sujeitar-se a mais situa&ccedil;&otilde;es de stress.</p>
<p>A falta de enfermeiros na MAC tamb&eacute;m tem obrigado a que algumas pu&eacute;rperas recuperem do parto no espa&ccedil;o das urg&ecirc;ncias, onde n&atilde;o usufruem da devida privacidade, al&eacute;m de contribu&iacute;rem para entupir este servi&ccedil;o.</p>
<p>Isto porque atualmente apenas est&aacute; aberta uma das duas salas de puerp&eacute;rio que j&aacute; estiveram a funcionar em simult&acirc;neo. Nos dias em que a &uacute;nica sala, com capacidade para 30 mulheres e respetivos filhos, est&aacute; cheia, as pu&eacute;rperas s&atilde;o encaminhadas para as urg&ecirc;ncias.</p>
<p>No caso dos m&eacute;dicos, o panorama tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; animador. Uma fonte da MAC disse &agrave; <em>Lusa</em> que &eacute; elevado o n&uacute;mero de m&eacute;dicos com mais de 50 anos a fazer urg&ecirc;ncia, quando a lei os dispensa da urg&ecirc;ncia noturna a partir desta idade.</p>
<p>A mesma fonte lamentou que os internos que ali s&atilde;o formados n&atilde;o tenham depois a possibilidade de continuar a trabalhar na MAC, impedindo a resolu&ccedil;&atilde;o, em parte, do problema de falta de pessoal cl&iacute;nico.</p>
<p>De acordo com a edi&ccedil;&atilde;o de hoje de um jornal di&aacute;rio, a MAC recusou na noite passada receber gr&aacute;vidas de risco &ldquo;devido a falta de pessoal m&eacute;dico&rdquo;.</p>
<p>Questionado pela <em>Lusa</em>, o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) confirmou que, &ldquo;na noite passada, por doen&ccedil;a s&uacute;bita de um especialista que integrava a equipa de urg&ecirc;ncia na MAC foi pedido ao Centro de Orienta&ccedil;&atilde;o de Doentes Urgentes (CODU) o n&atilde;o encaminhamento de doentes de risco para aquela unidade&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;O atendimento normal da urg&ecirc;ncia nunca esteve em causa e n&atilde;o houve necessidade de transferir utentes para qualquer outra unidade hospitalar. A situa&ccedil;&atilde;o encontra-se resolvida&rdquo;, l&ecirc;-se no esclarecimento do CHLC.</p>
<p>Cunha Ribeiro, presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo, disse &agrave; <em>Lusa</em> desconhecer a falta de enfermeiros e m&eacute;dicos na MAC.</p>
<p><strong>Centro Hospitalar da MAC garante que ARS de Lisboa sabe que faltam profissionais</strong></p>
<p>O Centro Hospitalar de Lisboa Central, a que pertence a Maternidade Alfredo da Costa (MAC), garantiu hoje que a Administra&ccedil;&atilde;o Regional de Sa&uacute;de (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo tem conhecimento das necessidades de recursos humanos do CHLC.</p>
<p>O CHLC esclareceu que &ldquo;est&atilde;o previstas sa&iacute;das e entradas de enfermeiros em todo o centro hospitalar, em virtude dos concursos de admiss&atilde;o abertos pela ARS de Lisboa e Vale do Tejo e dos pedidos de contrata&ccedil;&atilde;o realizados&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;As necessidades de recursos humanos do CHLC est&atilde;o identificadas e s&atilde;o do conhecimento da ARSLVT, tendo sido promovidas as competentes dilig&ecirc;ncias para obter as respetivas autoriza&ccedil;&otilde;es para a contrata&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dicos e enfermeiros&rdquo;, l&ecirc;-se na nota do CHLC.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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