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	<title>Infarmed Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<description>Contextos, competências e necessidades da Enfermagem em Portugal.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 Jul 2016 09:07:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Infarmed Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<item>
		<title>Projeto IMOVE+: Grupo de acompanhamento reúne no INSA</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/projeto-imove-grupo-de-acompanhamento-reune-no-insa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Montes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 09:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[IMOVE+]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[INSA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Acompanhamento do Projeto IMOVE+ (Integrated Monitoring of Vaccines Effects in Europe) vai voltar a reunir, depois de um primeiro encontro em 2015, no Instituto Nacional de Sa&#250;de Dr. Ricardo Jorge (INSA), em Lisboa, j&#225; no pr&#243;ximo dia 7 de julho. O Projeto IMOVE+ pretende avaliar a efetividade da vacina antigripal sazonal e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214496" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/29b357c25e35ffc462632f932608528b.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/29b357c25e35ffc462632f932608528b.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/07/29b357c25e35ffc462632f932608528b-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>O Grupo de Acompanhamento do Projeto IMOVE+ (Integrated Monitoring of Vaccines Effects in Europe) vai voltar a reunir, depois de um primeiro encontro em 2015, no Instituto Nacional de Sa&uacute;de Dr. Ricardo Jorge (INSA), em Lisboa, j&aacute; no pr&oacute;ximo dia 7 de julho.</p>
<p><span id="more-1219"></span></p>
<p>O Projeto IMOVE+ pretende avaliar a efetividade da vacina antigripal sazonal e antipneumoc&oacute;cica na popula&ccedil;&atilde;o com mais de 65 anos de idade, isto &eacute;, perceber a efic&aacute;cia das vacinas no respetivo escal&atilde;o et&aacute;rio, quer nos cuidados de sa&uacute;de prim&aacute;rios (CSP), quer nos hospitalares.</p>
<p>O encontro da pr&oacute;xima quinta-feira contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de respons&aacute;veis da Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Sa&uacute;de, Infarmed &ndash; Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa&uacute;de, SPMS &ndash; Servi&ccedil;os Partilhados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e Associa&ccedil;&atilde;o Nacional das Farm&aacute;cias, do Centro Hospitalar Lisboa Central e do Centro Hospitalar de Set&uacute;bal.</p>
<p>A reuni&atilde;o tem como objetivo apresentar os resultados da implementa&ccedil;&atilde;o do IMOVE+ em 2015/2016, bem como no primeiro ano de implementa&ccedil;&atilde;o do estudo da efetividade e impacto da vacina antipneumoc&oacute;cica.</p>
<p>Os resultados deste estudo ser&atilde;o um importante contributo para a tomada de medidas preventivas, como por exemplo &ndash; informar acerca dos grupos-alvo a quem devem ser disponibilizadas as vacinas, implementar medidas de preven&ccedil;&atilde;o complementares &agrave; vacina&ccedil;&atilde;o em &eacute;pocas em que as vacinas sejam menos eficazes do que o esperado e contribuir para posterior melhoria na efic&aacute;cia das vacinas.</p>
<p>Esta iniciativa internacional re&uacute;ne especialistas de v&aacute;rios pa&iacute;ses que representam institutos de sa&uacute;de p&uacute;blica e universidades, sendo o INSA uma das 23 entidades integrantes deste cons&oacute;rcio, a &uacute;nica portuguesa e que, desde 2008, &eacute; respons&aacute;vel pela gest&atilde;o de cerca de 5% desse valor. Com um or&ccedil;amento global de 7,4 milh&otilde;es de euros, no &acirc;mbito do Horizonte 2020 &ndash; Programa-Quadro Comunit&aacute;rio de Investiga&ccedil;&atilde;o &amp; Inova&ccedil;&atilde;o, o IMOVE+ tem a dura&ccedil;&atilde;o de 36 meses.</p>
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		<item>
		<title>Quase seis mil doentes iniciaram tratamentos para hepatite C</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/quase-seis-mil-doentes-iniciaram-tratamentos-para-hepatite-c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2016 10:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite C]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase seis mil doentes iniciaram tratamentos para a hepatite C em Portugal, com pelo menos 1.200 utentes j&#225; considerados curados, segundo dados oficiais. Os n&#250;meros, que reportam a 1 de fevereiro, constam do site da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) e contabilizam 5.992 doentes com tratamento iniciado. Dos doentes que j&#225; finalizaram o protocolo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214260" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/bb649b5e9b78ccc3d37b687d9b2104de.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/bb649b5e9b78ccc3d37b687d9b2104de.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/bb649b5e9b78ccc3d37b687d9b2104de-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Quase seis mil doentes iniciaram tratamentos para a hepatite C em Portugal, com pelo menos 1.200 utentes j&aacute; considerados curados, segundo dados oficiais.</p>
<p><span id="more-978"></span></p>
<p>Os n&uacute;meros, que reportam a 1 de fevereiro, constam do <em>site</em> da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) e contabilizam 5.992 doentes com tratamento iniciado.</p>
<p>Dos doentes que j&aacute; finalizaram o protocolo de tratamento, 1.202 est&atilde;o curados e h&aacute; 49 dados como doentes n&atilde;o curados.</p>
<p>O acordo entre o Estado e o laborat&oacute;rio que fornece os medicamentos inovadores para a hepatite C foi formalizado h&aacute; um ano, tendo sido apresentado pelo ent&atilde;o ministro da Sa&uacute;de, Paulo Macedo, no dia 6 de fevereiro de 2015.</p>
<p>Contudo, os dados do Infarmed de doentes em tratamento incluem n&atilde;o apenas os doentes tratados por medicamentos no &acirc;mbito deste acordo.</p>
<p>O acordo &ndash; assinado por dois anos &#8211; prev&ecirc; o pagamento por doente tratado e n&atilde;o por tempo de tratamento ou quantidade de medicamentos. A comparticipa&ccedil;&atilde;o do Estado portugu&ecirc;s nos dois medicamentos abrangidos pelo acordo &eacute; de 100%.</p>
<p>Tratou-se de fazer um acordo em que os custos s&atilde;o suportados pelo Estado quando o doente fica efetivamente curado e, caso n&atilde;o aconte&ccedil;a, o laborat&oacute;rio fornece outro tratamento.</p>
<p>O universo de doentes potencialmente abrangidos foi definido em 13 mil pessoas, um n&uacute;mero que poder&aacute; ter oscila&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o s&oacute; porque haver&aacute; um conjunto que n&atilde;o precisar&aacute; do medicamento, como outros doentes novos a registarem-se.</p>
<p>Este acordo foi alcan&ccedil;ado depois de meses de luta dos doentes para conseguirem obter o tratamento, processo que ficou marcado pela interven&ccedil;&atilde;o, na Assembleia da Rep&uacute;blica, de um portador de hepatite C, Jos&eacute; Carlos Saldanha, que interrompeu a audi&ccedil;&atilde;o do ent&atilde;o ministro da Sa&uacute;de pedindo-lhe que n&atilde;o o deixasse morrer.</p>
<p>Lusa</p>
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		<item>
		<title>Despesa com medicamentos para doenças raras aumentou 94% de 2007 a 2014</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/despesa-com-medicamentos-para-doencas-raras-aumentou-94-de-2007-a-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2016 15:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[despesa]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Nacional de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A despesa com medicamentos &#243;rf&#227;os, destinados &#224;s doen&#231;as raras, aumentou 94% entre 2007 e 2014, quando representava j&#225; 7,8% dos encargos hospitalares com medicamentos, segundo um estudo da Autoridade do Medicamento. O estudo, inclu&#237;do na mais recente edi&#231;&#227;o do &#8220;Infarmed Not&#237;cias&#8221; &#8211; &#243;rg&#227;o oficial da Autoridade do Medicamento, faz uma an&#225;lise da evolu&#231;&#227;o dos consumos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214254" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/0afa57c41887ce47355dc00226c6156f.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/0afa57c41887ce47355dc00226c6156f.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/0afa57c41887ce47355dc00226c6156f-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A despesa com medicamentos &oacute;rf&atilde;os, destinados &agrave;s doen&ccedil;as raras, aumentou 94% entre 2007 e 2014, quando representava j&aacute; 7,8% dos encargos hospitalares com medicamentos, segundo um estudo da Autoridade do Medicamento.</p>
<p><span id="more-972"></span></p>
<p>O estudo, inclu&iacute;do na mais recente edi&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Infarmed Not&iacute;cias&rdquo; &ndash; &oacute;rg&atilde;o oficial da Autoridade do Medicamento, faz uma an&aacute;lise da evolu&ccedil;&atilde;o dos consumos dos medicamentos &oacute;rf&atilde;os nos hospitais do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de (SNS).</p>
<p>Os medicamentos &oacute;rf&atilde;os s&atilde;o os que se destinam ao diagn&oacute;stico, preven&ccedil;&atilde;o ou tratamento de doen&ccedil;as raras (que afetem at&eacute; cinco em cada 10 mil pessoas) e que s&atilde;o cronicamente debilitantes.</p>
<p>Em Portugal, estes f&aacute;rmacos s&atilde;o usados essencialmente em meio hospitalar e a despesa do SNS tem aumentado entre 2007 e 2014, com exce&ccedil;&atilde;o de 2011 para 2012 por perda de designa&ccedil;&atilde;o de um medicamento &oacute;rf&atilde;o espec&iacute;fico.</p>
<p>Segundo o estudo do Infarmed, em 2014 a despesa com medicamentos &oacute;rf&atilde;os foi de 74,9 milh&otilde;es de euros, representando 7,8% dos encargos hospitalares com medicamentos.</p>
<p>A an&aacute;lise por terap&ecirc;utica reflete que a &aacute;rea oncol&oacute;gica foi a que mais pesou nos encargos com medicamentos &oacute;rf&atilde;os, com uma fatia de 38% em 2014.</p>
<p>&ldquo;Desta breve an&aacute;lise conclui-se que existe um incremento da despesa com medicamentos &oacute;rf&atilde;os devido &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o de medicamentos com a designa&ccedil;&atilde;o de &oacute;rf&atilde;os e ao aumento da sua acessibilidade nos hospitais do SNS&rdquo;, refere o Infarmed.</p>
<p>Segundo a Ag&ecirc;ncia Europeia do Medicamento, estima-se que existam entre cinco mil a oito mil doen&ccedil;as raras, afetando entre seis a oito por cento da popula&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o Europeia.</p>
<p>O investimento para investigar medicamentos que tratam doen&ccedil;as raras pode ser desproporcionado em rela&ccedil;&atilde;o ao retorno esperado do ponto de vista econ&oacute;mico, por se dirigirem a poucos doentes.</p>
<p>A Comiss&atilde;o Europeia criou em 2000 um regulamento para dar incentivos ao desenvolvimento de f&aacute;rmacos &oacute;rf&atilde;os, tendo contribu&iacute;do para o aumento da investiga&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea das doen&ccedil;as raras.</p>
<p>Assim, o n&uacute;mero de medicamentos com a designa&ccedil;&atilde;o de &oacute;rf&atilde;os tem vindo a aumentar desde 2002.</p>
<p>Lusa</p>
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		<item>
		<title>Henrique Luz Rodrigues é o novo presidente do Infarmed</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/henrique-luz-rodrigues-e-o-novo-presidente-do-infarmed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2016 11:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Nacional do Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Luz Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Henrique Luz Rodrigues &#233; o novo presidente da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), anunciou ontem em comunicado o Minist&#233;rio da Sa&#250;de. O novo conselho diretivo do Infarmed, que toma posse esta tarde, &#233; ainda composto por Rui dos Santos Ivo e H&#233;lder Mota-Filipe, que tinha assumido a presid&#234;ncia em regime de substitui&#231;&#227;o depois da sa&#237;da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214203" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/1df239275e5f6d67099a254b5b97e683.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/1df239275e5f6d67099a254b5b97e683.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/01/1df239275e5f6d67099a254b5b97e683-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Henrique Luz Rodrigues &eacute; o novo presidente da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), anunciou ontem em comunicado o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de.</p>
<p><span id="more-920"></span></p>
<p>O novo conselho diretivo do Infarmed, que toma posse esta tarde, &eacute; ainda composto por Rui dos Santos Ivo e H&eacute;lder Mota-Filipe, que tinha assumido a presid&ecirc;ncia em regime de substitui&ccedil;&atilde;o depois da sa&iacute;da de Eurico Castro Alves para secret&aacute;rio de Estado da Sa&uacute;de.</p>
<p>Henrique Luz Rodrigues &eacute; licenciado e doutorado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, especialista em farmacologia cl&iacute;nica e em nefrologia.</p>
<p>Foi presidente da comiss&atilde;o de farm&aacute;cia e terap&ecirc;utica do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, membro da comiss&atilde;o de avalia&ccedil;&atilde;o de medicamentos do Infarmed e professor de farmacologia da Faculdade de Medicina de Lisboa.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Infarmed: portugueses vão poupar 14 milhões em medicamentos no próximo ano</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/infarmed-portugueses-vao-poupar-14-milhoes-em-medicamentos-no-proximo-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 17:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Farmácias de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Nacional do Medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[farmácias]]></category>
		<category><![CDATA[fármacos]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Autoridade do Medicamento estima que os portugueses poupem pelo menos 14 milh&#245;es de euros em f&#225;rmacos no pr&#243;ximo ano, com a revis&#227;o anual de pre&#231;os, mas as farm&#225;cias manifestaram j&#225; preocupa&#231;&#227;o com os impactos desta decis&#227;o. Em comunicado, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) refere que Espanha, Fran&#231;a e Eslov&#225;quia passam a ser os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-214071" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/55d4420dd6cd56f2e756dd2f75804f62.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/55d4420dd6cd56f2e756dd2f75804f62.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/11/55d4420dd6cd56f2e756dd2f75804f62-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Autoridade do Medicamento estima que os portugueses poupem pelo menos 14 milh&otilde;es de euros em f&aacute;rmacos no pr&oacute;ximo ano, com a revis&atilde;o anual de pre&ccedil;os, mas as farm&aacute;cias manifestaram j&aacute; preocupa&ccedil;&atilde;o com os impactos desta decis&atilde;o.</p>
<p><span id="more-782"></span></p>
<p>Em comunicado, a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) refere que Espanha, Fran&ccedil;a e Eslov&aacute;quia passam a ser os pa&iacute;ses com base nos quais ser&aacute; feita a revis&atilde;o de pre&ccedil;os dos medicamentos.</p>
<p>As estimativas do Infarmed apontam para uma poupan&ccedil;a, em 2016, de 14 milh&otilde;es de euros para os utentes e de 27,1 milh&otilde;es de euros para o Estado, no mercado ambulat&oacute;rio (f&aacute;rmacos vendidos em farm&aacute;cias).</p>
<p>J&aacute; nos hospitais, em que as despesas s&atilde;o suportadas integralmente pelo Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de (SNS), o Estado dever&aacute; atingir uma poupan&ccedil;a de 40,6 milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Numa carta enviada ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, a que a ag&ecirc;ncia Lusa teve acesso, a Associa&ccedil;&atilde;o de Farm&aacute;cias de Portugal manifesta a sua &ldquo;extrema preocupa&ccedil;&atilde;o com os graves impactos&rdquo; da revis&atilde;o de pre&ccedil;os dos medicamentos &ldquo;para as farm&aacute;cias e para os doentes&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;Com a altera&ccedil;&atilde;o de um dos pa&iacute;ses de refer&ecirc;ncia (&hellip;), o Governo pretende, mais uma vez, reduzir os seus gastos com a despesa em medicamentos em Portugal, apesar de o pre&ccedil;o destes ser j&aacute; dos mais baixos da Europa&rdquo;, refere a carta.</p>
<p>A Associa&ccedil;&atilde;o de Farm&aacute;cias de Portugal teme que &ldquo;uma nova baixa de pre&ccedil;os&rdquo; contribua &ldquo;ainda mais para a situa&ccedil;&atilde;o de asfixia das farm&aacute;cias&rdquo; e para &ldquo;aumentar as dificuldades dos doentes no acesso aos medicamentos de que necessitam&rdquo;.</p>
<p>Sublinha que as altera&ccedil;&otilde;es frequentes de legisla&ccedil;&atilde;o e as redu&ccedil;&otilde;es das margens de lucro das farm&aacute;cias &ldquo;t&ecirc;m contribu&iacute;do fortemente para que cada vez mais farm&aacute;cias entrem em processo de insolv&ecirc;ncia&rdquo; e para que sejam &ldquo;cada vez mais frequentes&rdquo; as falhas no abastecimento de medicamentos.</p>
<p>&ldquo;Os utentes s&atilde;o os mais prejudicados, pois as falhas de abastecimento t&ecirc;m como principais impactos a redu&ccedil;&atilde;o da ades&atilde;o &agrave; terap&ecirc;utica ou mesmo o seu abandono&rdquo;, indica a carta enviada ao secret&aacute;rio de Estado da Sa&uacute;de.</p>
<p>Este ano, com a revis&atilde;o anual de pre&ccedil;os dos medicamentos, o Infarmed indica que os utentes portugueses pouparam 13,3 milh&otilde;es de euros e o Estado, em ambulat&oacute;rio, poupou 21,6 milh&otilde;es.</p>
<p>Espanha, Fran&ccedil;a e Eslov&eacute;nia foram os pa&iacute;ses de refer&ecirc;ncia (tendo em conta o PIB e o pre&ccedil;o dos f&aacute;rmacos) com os quais Portugal se comparou.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Utentes e SNS pouparam milhões em medicamentos com revisão anual de preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 10:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Infarmed]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Nacional de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os portugueses pouparam 13,3 milh&#245;es de euros em medicamentos, com a revis&#227;o anual de pre&#231;os deste ano, enquanto o Servi&#231;o Nacional de Sa&#250;de poupou 31,6 milh&#245;es de euros, segundo uma an&#225;lise da entidade reguladora do setor. De acordo com a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa&#250;de (Infarmed), a revis&#227;o anual de pre&#231;os abrangeu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-full wp-image-213966" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/3b3137a08b8bf22969ae75f6bfeed67f.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/3b3137a08b8bf22969ae75f6bfeed67f.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/3b3137a08b8bf22969ae75f6bfeed67f-300x150.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Os portugueses pouparam 13,3 milh&otilde;es de euros em medicamentos, com a revis&atilde;o anual de pre&ccedil;os deste ano, enquanto o Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de poupou 31,6 milh&otilde;es de euros, segundo uma an&aacute;lise da entidade reguladora do setor.</p>
<p><span id="more-671"></span></p>
<p>De acordo com a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa&uacute;de (Infarmed), a revis&atilde;o anual de pre&ccedil;os abrangeu mais de 4.000 apresenta&ccedil;&otilde;es de rem&eacute;dios, tendo-se registado redu&ccedil;&otilde;es que oscilam entre os 10 e os 60 por cento.</p>
<p>Os medicamentos para as doen&ccedil;as do aparelho cardiovascular e do sistema nervoso central foram os que mais contribu&iacute;ram para a descida global de pre&ccedil;os.</p>
<p>O Infarmed recorda que, em 2014, as redu&ccedil;&otilde;es realizadas atrav&eacute;s da revis&atilde;o anual de pre&ccedil;os tinham sido menores: 11,6 milh&otilde;es de euros, para os utentes, e 14 milh&otilde;es, para o SNS.</p>
<p>Lusa/Jornal Enfermeiro</p>
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