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	<title>hábitos alimentares Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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	<title>hábitos alimentares Archives - Jornal Enfermeiro</title>
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		<title>Portugueses com maus hábitos alimentares revelam mais sintomas depressivos</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/portugueses-com-maus-habitos-alimentares-revelam-mais-sintomas-depressivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2016 10:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos alimentares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os portugueses com maus h&#225;bitos alimentares s&#227;o os que mais revelam sintomas depressivos e tamb&#233;m os que fumam e bebem com mais frequ&#234;ncia, segundo um estudo com base numa amostra representativa da popula&#231;&#227;o adulta. O projeto Sa&#250;de.come aplicou inqu&#233;ritos a cerca de 10 mil portugueses representativos da popula&#231;&#227;o e analisou como os padr&#245;es alimentares se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" size-full wp-image-214427" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/38bea6f232aa990273b367ca55af8e69.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/38bea6f232aa990273b367ca55af8e69.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/05/38bea6f232aa990273b367ca55af8e69-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Os portugueses com maus h&aacute;bitos alimentares s&atilde;o os que mais revelam sintomas depressivos e tamb&eacute;m os que fumam e bebem com mais frequ&ecirc;ncia, segundo um estudo com base numa amostra representativa da popula&ccedil;&atilde;o adulta.</p>
<p><span id="more-1149"></span></p>
<p>O projeto Sa&uacute;de.come aplicou inqu&eacute;ritos a cerca de 10 mil portugueses representativos da popula&ccedil;&atilde;o e analisou como os padr&otilde;es alimentares se relacionam com fatores como a idade, a escolaridade ou a situa&ccedil;&atilde;o profissional.</p>
<p>Segundo Helena Canh&atilde;o, investigadora principal do estudo, foram ainda aplicados question&aacute;rios para avaliar sintomas depressivos e de ansiedade.</p>
<p>Trata-se de um inqu&eacute;rito padr&atilde;o, com uma escala validade, com 14 perguntas que permitem aferir uma pontua&ccedil;&atilde;o indicativa de sintomas de ansiedade e depress&atilde;o. N&atilde;o se trata de um diagn&oacute;stico, mas apenas da determina&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de sinais ou sintomas.</p>
<p>&ldquo;H&aacute; uma associa&ccedil;&atilde;o entre os padr&otilde;es alimentares e a exist&ecirc;ncia de sintomas depressivos, independentemente do sexo ou da idade. H&aacute; mesmo uma associa&ccedil;&atilde;o entre um padr&atilde;o com maus h&aacute;bitos alimentares e uma pontua&ccedil;&atilde;o alta nos sintomas depressivos&rdquo;, referiu Helena Canh&atilde;o.</p>
<p>A investigadora avisa que n&atilde;o se trata de estabelecer uma causa/efeito: &ldquo;N&atilde;o podemos dizer o que come&ccedil;ou antes. Se uma pessoa, por estar deprimida, come pior, ou o que causa ou o que esteve por tr&aacute;s disso. Temos de explorar melhorar, de estudar melhor este aspeto&rdquo;.</p>
<p>O projeto Sa&uacute;de.come identificou h&aacute;bitos alimentares e estilos de vida na popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, concluindo que mais de 52% dos inquiridos t&ecirc;m excesso de peso.</p>
<p>O Alentejo e a Regi&atilde;o Aut&oacute;noma dos A&ccedil;ores mostraram-se as zonas mais problem&aacute;ticas, com 60% da popula&ccedil;&atilde;o com peso a mais.</p>
<p>&ldquo;Julgamos que temos uma dieta mediterr&acirc;nea e que em Portugal se come mais ou menos da mesma maneira, mas h&aacute; diferen&ccedil;as de regi&atilde;o para regi&atilde;o. Achamos curioso que num pa&iacute;s t&atilde;o pequeno o padr&atilde;o n&atilde;o seja mais uniforme&rdquo;, afirmou a investigadora, vincando que a regi&atilde;o alentejana &eacute; a que apresenta mais obesidade, mais sintomas depressivos e tem menos acesso a cuidados de sa&uacute;de.</p>
<p>O inqu&eacute;rito revelou ainda que quase metade (47%) dos portugueses consome legumes de forma insuficiente. A fruta acaba por ter mais ades&atilde;o e 76% dos inquiridos garantem comer fruta todos os dias.</p>
<p>Vinte por cento dos portugueses afirmaram que fazem 10 a 14 refei&ccedil;&otilde;es de carne por semana e apenas 23% dizem comer peixe todos os dias.</p>
<p>O &ldquo;mau padr&atilde;o alimentar&rdquo; &ndash; caraterizado pelo baixo consumo de legumes e elevado de carne &ndash; &eacute; mais frequente nos jovens do g&eacute;nero masculino, em baixos n&iacute;veis de escolaridade, em situa&ccedil;&otilde;es de desemprego ou emprego prec&aacute;rio.</p>
<p>A regi&atilde;o do pa&iacute;s com maior preval&ecirc;ncia deste &ldquo;mau padr&atilde;o&rdquo; &eacute; a dos A&ccedil;ores.</p>
<p>Os maus h&aacute;bitos dos portugueses n&atilde;o se ficam pela alimenta&ccedil;&atilde;o, com um quarto da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa adulta a ter h&aacute;bitos tab&aacute;gicos.</p>
<p>O estudo foi desenvolvido por um cons&oacute;rcio internacional liderado pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (que disp&otilde;e de uma base de dados ampla), em parceria com a Nova Medical School da Universidade Nova de Lisboa, pela Cat&oacute;lica &ndash; Lisbon School of Business and Economics, pelo Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade do Porto e pela Norwegian University os Science Tecnhnology.</p>
<p>Depois deste inqu&eacute;rito e do apuamento de dados, a segunda fase do projeto Sa&uacute;de.come, a entrar no terreno, pretende melhorar o estilo de vida das pessoas a partir dos 60 anos &ndash; as mais sedent&aacute;rias -, atrav&eacute;s de um projeto que inclui uma aplica&ccedil;&atilde;o televisiva e um programa num canal de televis&atilde;o por cabo.</p>
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		<title>Universidade do Porto lança inquérito sobre hábitos alimentares e atividade física</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/universidade-do-porto-lanca-inquerito-sobre-habitos-alimentares-e-atividade-fisica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Feb 2016 10:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[IANAF]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[inquérito nacional]]></category>
		<category><![CDATA[políticas de saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[políticas nutricionais]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Porto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade do Porto est&#225; a realizar um inqu&#233;rito nacional sobre os h&#225;bitos alimentares e atividade f&#237;sica dos portugueses, com a dura&#231;&#227;o de um ano, que servir&#225; de suporte a novas pol&#237;ticas nutricionais e de sa&#250;de p&#250;blica. Fonte ligada &#224; iniciativa disse que o Inqu&#233;rito Alimentar Nacional e de Atividade F&#237;sica (IAN-AF) &#233; o primeiro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-214281" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/3a9fdfdb8b1a460a423baa85a1a46274.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/3a9fdfdb8b1a460a423baa85a1a46274.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2016/02/3a9fdfdb8b1a460a423baa85a1a46274-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>A Universidade do Porto est&aacute; a realizar um inqu&eacute;rito nacional sobre os h&aacute;bitos alimentares e atividade f&iacute;sica dos portugueses, com a dura&ccedil;&atilde;o de um ano, que servir&aacute; de suporte a novas pol&iacute;ticas nutricionais e de sa&uacute;de p&uacute;blica.</p>
<p><span id="more-998"></span></p>
<p>Fonte ligada &agrave; iniciativa disse que o Inqu&eacute;rito Alimentar Nacional e de Atividade F&iacute;sica (IAN-AF) &eacute; o primeiro estudo do g&eacute;nero realizado desde 1980 e visa atualizar a informa&ccedil;&atilde;o recolhida nessa altura pelo Centro de Estudos de Nutri&ccedil;&atilde;o do Instituto Nacional de Sa&uacute;de Doutor Ricardo Jorge (INSA).</p>
<p>Para obter os resultados pretendidos, v&atilde;o ser inquiridas cerca de 5.000 pessoas, de idades compreendidas entre os tr&ecirc;s meses e os 84 anos, divididas por faixa et&aacute;ria e selecionadas aleatoriamente atrav&eacute;s do registo de utentes do Servi&ccedil;o Nacional de Sa&uacute;de.</p>
<p>A mais-valia do projeto, para al&eacute;m da recolha de dados relevantes em sa&uacute;de p&uacute;blica, &eacute; a &#8220;ideia de formar um sistema de vigil&acirc;ncia&rdquo; para &#8220;suportar aquilo que &eacute; o planeamento em sa&uacute;de&#8221;, disse &agrave; Lusa a investigadora do Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade do Porto(ISPUP) que coordena o estudo, Carla Lopes.</p>
<p>Para a recolha dos dados, foi concebida uma plataforma eletr&oacute;nica que permite &#8220;cumprir requisitos de complexidade metodol&oacute;gica na &aacute;rea alimentar&#8221;, onde s&atilde;o inseridas as informa&ccedil;&otilde;es com base em instrumentos harmonizados de acordo com as recomenda&ccedil;&otilde;es da Autoridade Europeia para a Seguran&ccedil;a dos Alimentos, que permitir&aacute; a compara&ccedil;&atilde;o de dados com outros pa&iacute;ses europeus, acrescentou a investigadora.</p>
<p>Os objetivos principais do IAN-AF passam pela avalia&ccedil;&atilde;o do consumo, seguran&ccedil;a e inseguran&ccedil;a alimentar (associada a fatores socioecon&oacute;micos) bem como a avalia&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica &#8211; inclui comportamentos sedent&aacute;rios e h&aacute;bitos desportivos &#8211; e a caracteriza&ccedil;&atilde;o das dimens&otilde;es alimentares, de atividade f&iacute;sica e antropom&eacute;tricas (peso, altura, per&iacute;metro da cintura e do bra&ccedil;o) por regi&atilde;o.</p>
<p>Com este inqu&eacute;rito, &#8220;pretende-se dar satisfa&ccedil;&atilde;o aos indicadores de sa&uacute;de cl&aacute;ssicos, mas tamb&eacute;m discutir com outros potenciais parceiros, como &eacute; o caso dos minist&eacute;rios da Agricultura e do Mar, outros indicadores de sustentabilidade do sistema alimentar&#8221;, indica Carla Lopes.</p>
<p>Os inqu&eacute;ritos s&atilde;o feitos nos centros de sa&uacute;de por 40 profissionais, distribu&iacute;dos por sete regi&otilde;es, que fazem, em m&eacute;dia, 100 entrevistas por dia.</p>
<p>Esta etapa &eacute; dividida em duas fases: na primeira, com dura&ccedil;&atilde;o de cerca de uma hora e 15 minutos, os utentes respondem a quest&otilde;es relacionadas com a alimenta&ccedil;&atilde;o, dados demogr&aacute;ficos, comportamentos de sa&uacute;de, atividade f&iacute;sica e comportamentos sedent&aacute;rios, havendo, passados oito a quinze dias, uma segunda entrevista, de 30 minutos, que inclui tamb&eacute;m aspetos de inseguran&ccedil;a alimentar.</p>
<p>A fase das entrevistas tem a dura&ccedil;&atilde;o de um ano &ndash; iniciou-se em outubro de 2015 e mant&eacute;m-se at&eacute; setembro de 2016 &ndash; para avaliar as varia&ccedil;&otilde;es sazonais nos h&aacute;bitos alimentares e f&iacute;sicos da popula&ccedil;&atilde;o, estando previsto que o relat&oacute;rio com os resultados obtidos seja apresentado no primeiro trimestre de 2017.</p>
<p>O projeto, onde est&atilde;o envolvidos 13 investigadores nacionais principais e uma investigadora norueguesa, &eacute; coordenado pela Universidade do Porto, e conta com a participa&ccedil;&atilde;o das faculdades de Medicina, Nutri&ccedil;&atilde;o e Desporto e Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da UPorto.</p>
<p>Participam ainda no projeto a Faculdade de Medicina e Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, a Faculdade de Medicina de Oslo, o INSA e a SILICOLIFE &#8211; empresa que se dedica &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de Biologia Computacional para as Ci&ecirc;ncias da Vida -, com o apoio do programa EEAGrants &#8211; Iniciativas em Sa&uacute;de P&uacute;blica, cujo financiamento ronda os 750 mil euros.</p>
<p>Lusa</p>
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		<title>Investigadores vão estudar hábitos alimentares de mais de 12 mil portugueses</title>
		<link>https://www.jornalenfermeiro.pt/atualidade/investigadores-vao-estudar-habitos-alimentares-de-mais-de-12-mil-portugueses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Jornal Enfermeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 09:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Católica Lisbon School of Business and Economics]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos alimentares]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Canhão]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Medical School da Universidade Nova de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[SaúdeCome]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Portuguesa de Reumatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os h&#225;bitos alimentares de mais de 12 mil portugueses v&#227;o ser estudados durante um ano com o objetivo de investigar as causas que limitam o acesso a uma alimenta&#231;&#227;o adequada. &#8220;Al&#233;m da recolha de informa&#231;&#227;o junto de uma popula&#231;&#227;o representativa da popula&#231;&#227;o portuguesa, esta investiga&#231;&#227;o pretende melhorar a sa&#250;de p&#250;blica no geral&#8221;, explicou &#224; ag&#234;ncia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class=" size-full wp-image-213965" src="https://jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/c0463a74730bd2dbab86cbb4dec094a0.jpg" alt="" width="560" height="280" srcset="https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/c0463a74730bd2dbab86cbb4dec094a0.jpg 560w, https://www.jornalenfermeiro.pt/wp-content/uploads/2015/10/c0463a74730bd2dbab86cbb4dec094a0-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p>Os h&aacute;bitos alimentares de mais de 12 mil portugueses v&atilde;o ser estudados durante um ano com o objetivo de investigar as causas que limitam o acesso a uma alimenta&ccedil;&atilde;o adequada.</p>
<p><span id="more-670"></span></p>
<p>&ldquo;Al&eacute;m da recolha de informa&ccedil;&atilde;o junto de uma popula&ccedil;&atilde;o representativa da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa, esta investiga&ccedil;&atilde;o pretende melhorar a sa&uacute;de p&uacute;blica no geral&rdquo;, explicou &agrave; ag&ecirc;ncia <em>Lusa</em> Helena Canh&atilde;o, investigadora principal do estudo.</p>
<p>O projeto denominado &ldquo;Sa&uacute;de.Come&rdquo;, que recebeu 715 mil euros de um mecanismo financeiro europeu, pretende usar tecnologias como a televis&atilde;o interativa ou a internet para promover h&aacute;bitos alimentares saud&aacute;veis junto dos idosos e dos jovens.</p>
<p>Numa primeira fase, que dever&aacute; durar cerca de seis meses, os investigadores v&atilde;o tentar perceber que percentagem da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa vive em inseguran&ccedil;a alimentar, ou seja, tendo acesso limitado ou incerto a uma alimenta&ccedil;&atilde;o adequada ou ter receio de n&atilde;o ter comida no dia seguinte.</p>
<p>A inseguran&ccedil;a alimentar pode estar ligada a fatores econ&oacute;micos, mas tamb&eacute;m, sobretudo no caso dos idosos, a problemas de mobilidade aliados a isolamento ou solid&atilde;o que dificultem o acesso a comida saud&aacute;vel e adequada.</p>
<p>A investiga&ccedil;&atilde;o &eacute; conduzida pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia, Nova Medical School da Universidade Nova de Lisboa, Cat&oacute;lica Lisbon School of Business and Economics, pelo Instituto de Sa&uacute;de P&uacute;blica da Universidade do Porto e ainda por uma universidade da Noruega, pa&iacute;s onde est&aacute; a ser feito um estudo semelhante.</p>
<p>No total ser&atilde;o abrangidos cerca de 10 mil adultos portugueses e mais de 2.000 adolescentes.</p>
<p>Na segunda parte deste projeto, que &eacute; apresentado na quarta-feira &agrave; tarde em Lisboa, os autores v&atilde;o pretender perceber de que forma as tecnologias como a internet ou a televis&atilde;o interativa podem intervir na mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos de sa&uacute;de junto de idosos e de jovens.</p>
<p>Para a popula&ccedil;&atilde;o idosa vai ser desenvolvida uma ferramenta &ldquo;motivacional e educativa&rdquo; que promove h&aacute;bitos alimentares saud&aacute;veis e exerc&iacute;cio f&iacute;sico atrav&eacute;s de uma aplica&ccedil;&atilde;o de televis&atilde;o.</p>
<p>Ao longo do estudo, os participantes devem ser avaliados atrav&eacute;s de consultas m&eacute;dicas, avalia&ccedil;&atilde;o nutricional e de aptid&atilde;o f&iacute;sica.</p>
<p>Para os adolescentes vai ser criada uma plataforma online que cont&eacute;m inqu&eacute;ritos, v&iacute;deos e dicas de nutri&ccedil;&atilde;o e ser&aacute; testada em 400 alunos dos 7.&ordm; e 8.&ordm; anos de uma escola do distrito de Leiria.</p>
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