Redação Jornal Enfermeiro

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Os enfermeiros vão estar hoje em greve pela reposição das 35 horas de trabalho semanais a todos estes profissionais, independentemente do seu vínculo laboral.

O presidente do Governo dos Açores garantiu hoje que a abertura do novo centro de saúde de Ponta Delgada, uma obra de 16,5 milhões de euros, não implicará o encerramento de postos nas freguesias do concelho.

O ministro da Saúde garantiu ontem, 27 de janeiro, que os portugueses podem estar tranquilos com a situação do vírus Zika, transmitido por picadas de mosquitos infetados, uma vez que a situação está controlada e o risco é confinado.

O ministro da Saúde admitiu que a reposição das 35 horas de trabalho semanais na função pública pode levar a um aumento de custos no setor e à necessidade de recrutar profissionais.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) alertou ontem para a falta de profissionais no hospital de Vila Franca de Xira, referindo que podem estar comprometidos os cuidados de saúde, numa altura de surto de gripe.

Portugal registou cinco casos de vírus Zika, transmitido por picada de mosquitos infetados e associado a complicações neurológicas e malformações em fetos, todos eles importados do Brasil, segundo fonte do instituto que realiza as análises.

O Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) questionou o Governo sobre a existência de enfermeiros do Centro Hospitalar do Algarve com as mesmas funções e remuneração mas com horários semanais distintos, com uns a fazer 40 e outros 35 horas.

O coordenador científico de um consórcio que reúne diversas entidades da região Centro, João Malva, realçou hoje o reconhecimento europeu da atividade do Ageing@Coimbra na busca de soluções para os problemas do envelhecimento.

O novo centro de saúde de Ponta Delgada, nos Açores, orçado em 16,5 milhões de euros, é inaugurado oficialmente quinta-feira, dia 28 de janeiro de 2016, e vai servir cerca de 50 mil utentes do centro urbano da cidade.

O presidente da Secção da Madeira da Ordem dos Enfermeiros, Élvio Jesus, criticou ontem o executivo regional por não incluir estes profissionais na administração hospitalar.

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