Entrevistas

APE reclama Especialidade de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica

APE reclama Especialidade de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica"Atualmente, tudo parece começar e acabar na Enfermagem Médico-Cirúrgica, mas estamos em crer que a Especialidade de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica terá de ser uma realidade nos tempos vindouros." Esta é a convicção de Pedro Filipe Vasconcelos, enfermeiro, membro do Departamento de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica da Associação Portuguesa de Enfermeiros (APE), que organiza, nos dias 20 e 21 de outubro, a iniciativa "Doente Crítico'17". O evento terá lugar na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa e engloba o 4.º Encontro de Enfermagem de Emergência e as 10.ªs Jornadas de Enfermagem de Cuidados Intensivos.

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ASPE: "70% dos enfermeiros não se reviam nos sindicatos existentes"

ASPE: "70% dos enfermeiros não se reviam nos sindicatos existentes"Os enfermeiros têm um novo sindicato. Um grupo de enfermeiros "cansados de esperar" decidiu agir e criou a Associação Sindical Portuguesa dos Enfermeiros (ASPE). Lúcia Leite, presidente da comissão instaladora, explica que a associação surgiu "para responder aos mais de 70% dos enfermeiros que não se reviam nos sindicatos existentes, quer pelo seu envolvimento político-partidário, quer pelas estratégias de intervenção".

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Enfermagem Intensiva: "Começamos a sentir dificuldades"

Enfermagem Intensiva: "começamos a sentir dificuldades"No contexto das VII Jornadas Nacionais de Enfermagem Intensiva, da Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos (SPCI), que se realizaram a 22 e 23 de setembro, António Almeida, vice-presidente da sociedade e presidente das jornadas, alerta que os enfermeiros começam a sentir dificuldades nas UCI dado o baixo número de profissionais no serviço. "Começamos a sentir dificuldades… E preocupam-nos os sinais que nos chegam e que apontam para a intenção de se alterarem os rácios enfermeiro/doente", diz.

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SPC: enfermeiros de cardiologia querem aposta na investigação

Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no país"As doenças cardiovasculares continuam a ser a principal causa de morte", pelo que há necessidade de apostar na investigação, para reduzir o impacto destas doenças na sociedade. Quem o diz é Manuel Belo Costa, coordenador do Núcleo de Enfermagem em Cardiologia (NEC) da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC), que acredita que "havendo legislação sobre a gestão dos recursos em saúde por parte das autarquias, pode também ser uma oportunidade para os enfermeiros desenvolverem projetos [de investigação]".

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