Salas de espera de centros de saúde e hospitais de norte a sul do país “às moscas”, cirurgias e consultas programadas adiadas, marcam o cenário do dia de greve decretado pela Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública. Os cortes salariais, o aumento do horário semanal das 35 para as 40 horas, a colocação de trabalhadores no regime de requalificação, o congelamento das carreiras e a falta de negociação no sector são as principais razões apresentadas pelos sindicatos.