terça, 17 outubro 2017 15:55

Governo e enfermeiros chegam a acordo

Depois de vários meses de negociações, Governo e sindicatos dos enfermeiros chegaram, finalmente, a acordo. A revisão da carreira vai avançar, os especialistas vão ganhar mais 150 euros a partir de janeiro e todos vão passar a trabalhar 35 horas semanais a partir de julho.

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Mais uma reviravolta nas negociações entre sindicatos e Ministério da Saúde: A Federação Nacional dos Sindicatos dos Enfermeiros (FENSE) enviou hoje um pré-aviso de greve, anunciando uma paralisação por tempo indeterminado a partir do dia 23 de outubro. A decisão foi tomada depois de saber que não iria haver reunião com o Ministério para discutir o novo memorando.

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Após nova reunião com o Ministério da Saúde, o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) suspendeu a greve agendada para os dias 3, 4 e 5 de outubro. O Sindicato dos Enfermeiros (SE) também adiou a entrega do seu pré-aviso de greve, que estava prevista para meados do mês, dado que o ministério ficou de lhe enviar um novo memorando negocial.

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O Governo propôs um subsídio de 150 euros para os enfermeiros especialistas como medida transitória, até à negociação das carreiras em 2018, mas os enfermeiros consideraram a proposta "insuficiente" e exigem um aumento mínimo de 400 euros para todos, caso contrário partem para nova greve. O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, diz que é um valor "absolutamente incomportável".

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A bastonária da Ordem dos Enfermeiros (OE) apoia a nova greve de três dias decretada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) e diz que a divisão entre as estruturas sindicais do setor é culpa do Governo. Entretanto, Ana Rita Cavaco vai reunir-se com os sindicatos na próxima quinta-feira, 21 de setembro, para discutir essa divisão.

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O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) voltou a reunir-se com o ministro da Saúde, esta quinta-feira, mas as propostas apresentadas por Adalberto Campos Fernandes não foram suficientes para os enfermeiros. O sindicato decretou, por isso, uma nova greve, para os dias 3, 4 e 5 de outubro.

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O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) e o Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira (SERAM) reuniram esta terça-feira com o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, para dar continuidade às negociações e para que o Governo apresentasse as suas propostas para a Enfermagem. Após cinco horas de "muita discussão", e não tendo as partes chegado a nenhum consenso, a reunião foi suspensa e reagendada para a próxima quinta-feira.

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Os enfermeiros exigem um aumento de 68,6% já a partir de 1 de setembro, passando a receber 2.025 euros em início de carreira, valor superior aos 1.853 euros atualmente auferido pelos médicos em início de carreira, num regime de 35 horas. Para os enfermeiros especialistas, o mínimo exigido é de 2.488,78 euros.

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A Federação dos Sindicatos dos Enfermeiros voltou a reunir-se esta quarta-feira, e pela quarta vez, com representantes do Ministério da Saúde, para discutir o acordo coletivo de trabalho para a carreira especial de enfermagem. Caso não haja uma "resposta política" nas próximas semanas, estes profissionais ameaçam voltar à greve e os Enfermeiros Especialistas em Saúde Materna e Obstétrica (EESMO) admitem mesmo entregar os seus títulos de especialista.

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A Federação Nacional dos Sindicatos de Enfermeiros (FENSE) espera que as negociações com o Governo fiquem concluídas até ao final do mês de agosto. A primeira reunião para debater o Acordo Coletivo de Trabalho decorreu esta segunda-feira.

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