O presidente do sindicato, Juan Carvalho, já mostrou o seu descontentamento com este impasse. O responsável considera inadmissível que o SESARAM ainda não tenha resposta sobre a majoração das férias para os enfermeiros e, em declarações ao Económico Madeira, salientou que os enfermeiros estão "descontentes" e se sentem "descriminados", dado que os médicos já beneficiam da majoração das férias.
Juan Carvalho lamenta igualmente que a região ainda não tenha avançado com a contratação de 50 novos enfermeiros, assunto que já esteve em cima da mesa em várias reuniões, desde março de 2017. Segundo o sindicalista, o dossier continua a aguardar luz verde da Secretaria Regional das Finanças.
O pagamento do trabalho de prevenção é outros dos assuntos em que o sindicato e o SESARAM não conseguem chegar a acordo: o serviço de saúde da Madeira considera que, quer estejam de prevenção ou não, os enfermeiros devem receber 50% do montante previsto, enquanto o sindicato defende que estes profissionais recebam a totalidade do valor caso sejam chamados para prevenção.

