Segundo José Carlos Martins, “em bom rigor, quase só não faz greve quem não consegue dispensar um dia de salário. Não encontramos um enfermeiro satisfeito com as atuais condições de trabalho”.
Assim, sobre o último dia de greve, o dirigente do SEP referiu que, no turno da noite, a região norte registou nos hospitais do distrito do Porto uma adesão de 74,5%, tendo aumentado no turno da manhã para os 79%.
Noutros hospitais, como em Viana do Castelo, “cerca de 70%” dos enfermeiros aderiu ao protesto e no de Guimarães o número “rondou os 82%”, indicou a mesma fonte.
“Da parte da manhã, as salas dos blocos de cirurgia programada dos hospitais de S. João e de Santo António, no Porto, estão encerradas. Os enfermeiros estão a assegurar cirurgias de urgência e a garantir os serviços mínimos no conjunto dos serviços de internamento”, disse José Carlos Martins.




