"O ministro da Saúde é o responsável máximo pela saúde e tem de garantir que os serviços do Serviço Nacional de Saúde funcionam", disse à Lusa Miguel Guimarães, citado pelo Sapo 24.
Apesar de admitir que continua sem perceber "qual o enquadramento legal" para o protesto, o bastonário considera lamentável "que o ministro tenha deixado a situação chegar a este ponto" em que alguns serviços estão a ser fortemente afetados.
Têm sido relatados transtornos em hospitais de todo o país, incluindo na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa. O Centro Hospitalar de Lisboa Central, que integra a maternidade, admitiu na terça-feira algumas "perturbações temporárias" no atendimento de urgência por falta de capacidade de respostas e ao número insuficiente "de profissionais nas equipas médica e de enfermagem".




