"O impasse, a inflexibilidade e a não evolução negocial da administração face às propostas sindicais, apresentadas a 28 de abril, obrigaram os sindicatos a decretar greve e concentração à porta do hospital", anunciou o SEP.
O sindicato debate-se "por aumentos salariais para todos os trabalhadores, pelas 35 horas de trabalho semanais, pelo prosseguimento e conclusão das negociações e assinatura do Acordo de Empresas (AE), sem perda de direitos, pelo cumprimento dos direitos consagrados no AE, pela integração no AE de todos os trabalhadores que prestam serviço no hospital", propondo uma greve "sob forma de paralisação total do trabalho". Os serviços mínimos deverão, no entanto, ser assegurados.




