Segundo Nuno Manjua, do SEP, em 2016 foram registados dois casos de violência naquele serviço que trata pessoas com dependência de drogas e álcool. Numa das ocasiões "uma enfermeira até ficou com um corte no lábio após agressões na face", revela em declarações ao CM.
Apesar do espaço ter segurança entre as 00h00 e as 08h00, esta não é suficiente para um serviço que está aberto 24 horas. Trata-se de uma situação "grave", que o sindicalista espera ver resolvida em breve. No entanto - avança - "a Administração Regional de Saúde do Algarve disse que haveria um reforço de segurança de mais oito horas em janeiro e ainda nada aconteceu".
A violência contra profissionais de saúde tem vindo a aumentar nos últimos anos, sendo os enfermeiros os principais alvos. Em 2015 a Direção-Geral da Saúde recebeu 582 notificações de violência, 309 das quais foram apresentadas por profissionais de enfermagem.




