Em comunicado, o sindicato adianta que a situação se agrava todos os anos entre outubro e março, “ao ponto de se tornar insuportável”: “Temos enfermeiros a efetuar 12 e 18 horas consecutivas; a ter de continuar o turno para dar continuidade aos cuidados de enfermagem, por falta de substitutos; e a não poderem fazer os descansos semanais obrigatórios, por lei”.
Acrescenta que o reflexo desta carência é visível nas horas devidas aos enfermeiros – na ordem das 28.500 naquele centro hospitalar.




